Vitória ‒ Revisão de Texto

Vitória ‒ Revisão de Texto

Você está escrevendo o seu trabalho de conclusão de curso, dissertação de mestrado, tese de doutorado ou precisa revisar um livro antes de publicá-lo? Necessita de revisão para empresa/ONG por preços acessíveis e trabalho de qualidade? Entre em contato conosco. Somos um grupo de revisores da UnB (Universidade de Brasília), da graduação e da pós-graduação. Trabalhamos com revisão de texto há cinco anos. Revisamos monografias, teses, dissertações, livros, anúncios publicitários, redações de vestibulares (atuamos em 2013 no processo de correção de redações do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM)) e também prestamos serviços de revisão para órgãos públicos.

Obs: possuímos CNPJ, atestado de capacitação técnica, emitimos nota fiscal e, também, temos registro no CNPq (clique na imagem à direita para visualizar).

Atenção: nós não elaboramos trabalhos acadêmicos. Isso é uma atividade ILEGAL.

Valores e serviços 

1 – Formatação (conforme a ABNT, APA, Vancouver ou manual desejado): 4,00 reais a lauda. Inclui checagem a respeito de formatação das Normas da ABNT ou manual desejado*;

2 – Revisão Ortográfica e Gramatical: 5,00 reais a lauda. Inclui revisão ortográfica conforme o Novo Acordo Ortográfico, observação de aspectos de concordância/regência nominal e verbal, crase, pontuação e outros aspectos gramaticais relativos à linguagem do gênero textual proposto;

3 –  Revisão Ortográfica e Gramatical  + formatação (ABNT ou manual desejado): 7,00 reais a lauda.  Inclui revisão 2 + formatação (ABNT/outros);

4 – Revisão Crítica: 10,00 reais a lauda. Inclui revisão 2 (Revisão Ortográfica e Gramatical), além de sugestões estilísticas, *reescrita/sugestão de reescrita de parágrafos mal elaborados, adequação vocabular, progressão textual e aspectos de coesão e coerência. Essa revisão também inclui sugestões e dicas em relação ao gênero textual proposto.

5 – revisão crítica + formatação (conforme ABNT ou manual desejado): 12,00 reais a lauda.  Inclui revisão 4 e contempla algumas questões relativas à padronização de seu texto que não são estabelecidas, por exemplo, pelas normas da ABNT (ou pela maioria dos manuais universitários) e por manuais gramaticais ou ortográficos, como é o caso de uniformização de siglas, uniformização de pontuação ao final de enumeração, uniformização de iniciais minúsculas ou maiúsculas, uniformização de extensão de parágrafos, enfim, questões relacionadas à lógica organizacional do próprio texto e de seus elementos.

6 – revisão de redação: 40 reais por página. Corrigimos a sua redação conforme padrão de correção do ENEM, UnB ou universidade desejada. O serviço inclui revisão ortográfica e gramatical, contemplando os seguintes aspectos: novo acordo ortográfico, observação de adequação vocabular, comandos da proposta de redação, adequação vocabular, coesão e coerência, observação a respeito de regras de pontuação, uso de crase, regência verbal e nominal, e concordância verbal e nominal. O serviço também inclui crítica em relação ao conteúdo do texto (feitas por meio de caixas de comentários), bem como adequação da linguagem ao gênero textual proposto. Para cada redação revisada, poderá ser encaminhada, gratuitamente, uma nova versão reescrita desse texto com base nas considerações propostas pelo revisor.

7 – revisão de anúncios publicitários: 100,00 reais por anúncio. O serviço inclui avaliação crítica a respeito da lógica organizacional do anúncio: estética, significação de cores, coesão e coerência, articulação entre linguagem verbal e não verbal, adequação de linguagem verbal e não verbal ao público-alvo. Também serão analisados os sentidos revelados pelo anúncio. Além das indicações de correção no próprio anúncio, o cliente receberá um relatório crítico contemplando todos os aspectos de análise.

Obs: 1 lauda = 1.300 caracteres

* Em virtude do conteúdo do texto, alguns períodos terão de ser reescritos pelo próprio autor.

* Eu não padronizo o trabalho para o aluno, o trabalho precisa ser enviado organizado.

Em arquivo Word, as alterações serão marcadas por meio da ferramenta REVISÃO. Em alguns casos, haverá sugestões em caixas de comentários do documento, que precisam de mediadas pelo escritor. Após a finalização de nosso serviço, basta ACEITAR ou RECUSAR as alterações realizadas(em caso de dúvidas, nós iremos auxiliá-lo(a), nesse processo).

Esse processo é importante para que você visualize as alterações feitas em seu texto para compará-las, se desejar, com o seu texto original.

Em arquivo Pdf, há apenas sugestões de reescrita em caixas de comentário.

Se você desejar personalizar essa etapa, envie-nos a sua sugestão e as marcações da revisão serão adequadas às suas necessidades. Caso seja solicitado, também oferecemos pacotes de revisão personalizados. Envie-nos um e-mail para solicitar um orçamento.

O seu texto será lido por dois revisores, o que garante maior eficácia à revisão.

ATENÇÃO: NÃO oferecemos “revisões infinitas”. Cada revisão custa um valor. Consideramos revisão de texto como um processo e não como um resultado absoluto, quantitativo e positivista. Não compartilho do pensamento de alguns que consideram-me como um MESSIAS de seus textos mal escritos, um Zaratustra vernáculo cimarrón que faz “milagres textuais”. O texto, antes de qualquer revisão, é produto da subjetividade humana e a linguagem de cada texto depende do gênero textual proposto.

Orçamento

Após abrir o seu documento, clique na última página, pois, às vezes, o word não faz a contagem corretamente dos caracteres.

Para conferir a quantidade de caracteres de seu documento, clique, na barra de documento do Word, em “palavras” (Em caso de documento PDF/outros, envie-nos um e-mail: andersonhander@gmail.com).

Sem título

Em seguida, será aberta a seguinte caixa de diálogo:

Sem título

Divida a quantidade de caracteres com espaços por 1.300 (1 lauda = 1.300 caracteres) e multiplique o valor obtido pelo valor da revisão desejada: esse será o valor final.

Se desejar, envie-nos o seu documento e faremos o seu orçamento.

Formas de pagamento

À vista ou em até 12 vezes no cartão de crédito (visa/mastercard).

Prazos de entrega 

Os nossos prazos são variáveis, mas, em média, para cada 100 laudas, solicitamos prazo mínimo de 4 dias.

ATENÇÃO, se você necessita de prazos inferiores aos que informamos, cobramos adicional de 1,50 por lauda sobre o serviço, se pudermos atendê-lo(a).

Contatos

Facebook: https://web.facebook.com/criteriorevisao/ (curta a nossa página no Facebook!)

Telefone: (61) 99801-6596 (Whatsapp)

Skype: criteriorevisaotextual

E-mail: andersonhander@gmail.com ou servicos@criteriorevisao.com.br

Instagram: @criteriorevisao (siga-nos!)

Aguardamos o seu contato.

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Revisão Ortográfica e Gramatical, e Revisão Crítica

Macapá Revisão de Texto

Memórias de um Revisor de Texto: Revisão Ortográfica e Gramatical, e Revisão Crítica

Em relação aos serviços que ofereço, relativos ao ofício de Revisão de Texto, destaco: Revisão Ortográfica e Gramatical, e Revisão Crítica. Seguem alguns esclarecimentos a uma cliente a respeito de cada um desses serviços.

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Bom dia!

Fico feliz que tenha interesse em saber mais informações sobre o meu serviço. 
Seguem explicações.
A Revisão Ortográfica e Gramatical inclui alterações relativas à pontuação, crase, regência verbal, regência nominal, tempo verbal, concordância nominal, concordância verbal, colocação pronominal etc.
A respeito de “trocar palavras por sinônimos”, eu acredito que você se refere ao serviço de copidesque, que intitulo de Revisão Crítica (também inclui a Revisão Ortográfica e Gramatical), cujo custo é de 10,00 reais por lauda. 
A Revisão Ortográfica e Gramatical é uma revisão mais simples. Eu a recomendo para o caso de textos que não estejam tão mal redigidos. Por meio desse serviço, realizo intervenções, apenas, ortográficas e gramaticais. Se houver algum período muito informal, mas que não tenha problema ortográfico e gramatical, eu não faço intervenção alguma, mas deixo um comentário ao cliente para que ele mesmo o altere, assim como os casos de períodos mal pensados ou com problema de conteúdo. 
Um período pode estar adequado em termos ortográficos e gramaticais, mas pode ser inadequado para determinado gênero em nível de formalidade (mas isso não implica “erro”). Os ditos “erros”, cometidos pelo cliente, se referem a inadequações relativas às normas de uso formal para a Língua Portuguesa do Brasil. No entanto, cada autor tem um estilo de escrita. Há oscilação para o nível de formalidade da escrita de muitos autores em relação à formalidade ou à informalidade. É possível encontrar ocorrências formais ou informais em um texto, mas isso não implica erro ortográfico e gramatical, embora haja necessidade, acredito de melhora do texto, para que este esteja mais elegante e coerente com o gênero textual.
Exemplo:
1. Erro ortográfico e gramatical (em amarelo)
Exceder o limiti * de velocidade nas rodovias federais implicará em* multas pesadas para o condutor do veículo.
limiti = limite
implicará em = (a regência adequada, nessa oração, para o caso desse verbo, é “implicar multas”. O verbo, nesse caso, é transitivo direto).
* No caso dessas ocorrências, eu realizo as devidas alterações para o cliente.
2. Ocorrência informal em texto acadêmico, que não implica erro ortográfico e gramatical (em vermelho)
Durante a coleta de dados, o paciente quase morreu de rir… (registro informal, relativo à linguagem falada, inadequado para um texto acadêmico*). Não há erro ortográfico e gramatical para esse registro.
* No caso de ocorrências como esta no texto, eu as sinalizo ao cliente, mas não as altero para o serviço de Revisão Ortográfica e Gramatical, somente para o caso da Revisão Crítica, em que trago soluções estilísticas, por exemplo.
Sugiro que leia o meu artigo, explicando como funciona a ferramenta que utilizo para Revisão de Texto no Word:
A respeito de solicitação de segunda ou de terceira Revisão de Texto, você pode solicitar que o seu texto seja revisado, novamente, quantas vezes você quiser. Há um custo adicional para esse serviço. O custo é de 20% em relação ao último valor acordado para cada vez que o texto for encaminhado. 
Em relação à qualidade do serviço, eu sugiro que você leia os seguintes artigos para compreender como funciona o meu serviço, como eu trabalho, bem como verifique a minha qualificação (também esclareço que não trabalho com a noção de entrega de um texto absoluto, dito pleno e perfeito. É preciso que o cliente compreenda que, anterior à minha Revisão de Texto, o texto foi redigido pelo cliente e contém problemas. Ás vezes, o serviço de Revisão Ortográfica e Gramatical não é suficiente, somente, para trazer certa qualidade ao texto do cliente, inclusive, porque, sempre, após a entrega do texto revisado ao cliente, eu deixo comentários a este em relação a vários períodos que precisam ser reformulados ou repensados. Após a entrega, para que eu verifique o texto novamente, há um custo adicional, para cada vez que o texto for encaminhado. Alguns clientes encaminham o texto novamente para segunda ou terceira Revisão de Texto (o que é um consenso em minha área), outros não. Você pode pensar no termo QUALIDADE em relação à somatória de todos esses fatores supracitados. 
Currículo
Portfólio
“Erro” de Revisão de Texto
Algumas considerações sobre Revisão de Texto
Estou à disposição.
Saudações.
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Contato
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Revisão Ortográfica e Gramatical, e Revisão Crítica

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A importância do planejamento textual

A importância do planejamento textual

Antes de iniciar a redação de um texto, seja ele qual for, é importante pensar sobre o planejamento deste. Refiro-me ao processo de reflexão anterior à escrita, e devemos dar-lhe a importância que tem: antes de começar a escrever, temos de pensar nas características relacionadas a um texto, em seu contexto de circulação, na imagem que pretendemos passar com o texto, bem como no público-alvo deste. Durante esse processo, os seguintes questionamentos são fundamentais:

1. O que, exatamente, o texto deve dizer e como as informações deste devem ser organizadas?
2. Para que gênero é tipologicamente atribuído o texto?
3. Quais sequências textuais (argumentação, exposição, descrição, narração) são usadas ou serão usadas no texto?

Como etapa preliminar, no processo de planejamento, é necessária uma seleção adequada do público-alvo: o conhecimento do leitor ajuda a criar um texto o mais apropriado possível. Antes de escrever um texto, é conveniente coletar todos os dados disponíveis sobre o público ao qual este se destina (conhecimento, idade, interesses, ideologia, extração sociocultural etc.). O escritor deve escrever textos feitos sob medida para o leitor que ele selecionou, e, sem dúvida, a forma e o estilo exigem um esforço considerável.

Nesse sentido, em relação às informações que o leitor deve saber, devemos fazer algumas considerações: um texto que contenha informações óbvias será tão entediante quanto incompreensível, uma vez que incorporará conhecimento desproporcional para o leitor.

Tão importante ou mais do que a seleção do público-alvo é a imagem do autor: assim, para que o texto atinja seus objetivos, é conveniente que o autor:

1. manifeste conhecimento sobre o assunto;
2. manifeste interesse intrínseco acerca do assunto sobre o qual ele escreve.

Outro aspecto essencial em relação ao planejamento textual consiste na produção e organização de ideias. O texto deve conter ideias estritamente relevantes. O primeiro passo, então, é obter as informações necessárias relacionadas a tais ideias. Primeiramente, é importante selecionar várias informações. Todas as informações possíveis devem ser coletadas, mas isso não é suficiente. Portanto, as informações devem estar relacionadas umas com as outras. Finalmente, o trabalho original do autor será (ou deveria ser) avaliá-los aplicando seu senso crítico.

Para este fim, o autor deve realizar uma tarefa de seleção: a tarefa da suprema seleção é, precisamente, a capacidade de submeter um texto inteiro a uma ideia central, isto é, dar um título ao texto que o resume completamente. Esse processo permite um recorte sobre o tema a respeito do qual o autor escreverá, para que este não se perca diante de tantas informações e ideias.

Progressivamente, o autor deve reordenar as informações e organizá-las em subtemas, para os quais será especialmente apropriado colocá-las no contexto de um esboço claro, em partes bem definidas. Se o texto for muito extenso, deve-se pensar sobre a necessidade de dividi-lo em seções. Nesse sentido, seria interessante iniciar, no processo de planejamento do texto, o desenvolvimento de um esquema ou de um pequeno sumário com cada um dos títulos e subtítulos do texto. Estes devem ser pensados com base no recorte temático do texto, para que não haja divagação.

Por exemplo, planejamento de um texto sobre cidadania. Após coletar várias informações e estudar sobre o assunto (vamos pensar no caso de um texto acadêmico), devemos estudar o tema. Após esse levantamento de informações, pensemos que chegamos a cinco diferentes definições sobre cidadania: a, b, c, d, e, f, além de sua relação com: o estado e os cidadãos. Nesse sentido, poderíamos topicalizar o texto, grosso modo, da seguinte maneira:

1. O que é cidadania?

Parágrafo(s) de apresentação.

Parágrafo(s) de desenvolvimento.

Conclusão(ões) da seção ou inserir a conclusão ao final do item 1.5, que seria o final da seção 1.

1.1 Cidadania a

Parágrafo(s) de apresentação.

Parágrafo(s) de desenvolvimento.

Conclusão(ões) da seção.

1.2 Cidadania b

Parágrafo(s) de apresentação.

Parágrafo(s) de desenvolvimento.

Conclusão(ões) da seção.

1.3 Cidadania c

Parágrafo(s) de apresentação.

Parágrafo(s) de desenvolvimento.

Conclusão(ões) da seção.

1.4 Cidadania e

Parágrafo(s) de apresentação.

Parágrafo(s) de desenvolvimento.

Conclusão(ões) da seção.

1.5 Cidadania f

Parágrafo(s) de apresentação.

Parágrafo(s) de desenvolvimento.

Conclusão(ões) da seção.

Poderíamos, por exemplo, na seção 1, afirmar que o termo cidadania tem vários significados e que se articula à concepção das práticas do cidadão (bem como à concepção de Estado), por meio de seus deveres e direitos.

Pensar a extensão do texto nesse caso é um processo que exige olhar para o texto como um todo. É preciso seguir um padrão. Ou seja, se autor costuma seguir um parão de parágrafos que variam entre 5 a 9 linhas, não faz sentido deixar no texto um parágrafo solto com 15 linhas.

Como o próprio termo diz, por ser um processo, a escrita se estrutura em ETAPAS. Redigir um texto é um processo feito dia a dia.

A respeito da forma do texto, o planejamento textual deve trazer:

reflexão acerca dos itens lexicais do textos (que termos utilizar no texto), linguagem utilizada (mais ou menos formal?), nível sintático (que estruturas utilizar em relação à linguagem? *Concordância, regência).

Muitos textos escritos compartilham características de estilo, a começar pelo fato de que, na maioria das vezes, eles são construídos de acordo com as mesmas sequências textuais: descrição, narração, exposição, argumentação e diálogo. Cada tipo de sequência textual tem uma maneira diferente de organizar uma estrutura específica e suas próprias convenções.

Não podemos nos esquecer de que, independentemente do gênero textual, TODO texto é produto de uma tríade que se estrutura com base em: 1. sociedade 2. Sujeito(s) e 3. Discurso(s). O texto é a materialização de discursos na sociedade. Esses discursos são proferidos por grupos sociais, articulam-se às suas práticas bem como as suas ideologias. Nesse sentido, é um pouco complicado dizer que um texto é neutro ou que haja discurso neutro, mesmo que autores não tenham consciência disso.

Essa discussão acerca da neutralidade se articula à questão da objetividade textual. É preciso de cuidado para tratar da questão da objetividade em relação ao planejamento e à escrita do texto. Não se deve pensar que todo texto busca pela objetividade. Acredito que esta é concebida hoje, especialmente na escola, por alguns Professores de Língua Portuguesa e até de Redação, como uma maneira equivocada de pensar o planejamento texto.

O próprio uso da terceira pessoa não distanciará autor algum de seu texto. Esse processo é natural à escrita, ou seja, autores precisam ter consciência de que todo texto é produto da subjetividade. Talvez seja interessante refletir que ALGUNS textos têm um caráter mais objetivo do que outros, mas que, mesmo em casos de textos mais objetivos e formais, a subjetividade de seu autor estará presente neste por meio da argumentação, seleção lexical, uso de estruturas sintáticas, enfim, do texto em si. Na verdade, a subjetividade é inerente à existência de qualquer um.

Afinal, quem redige o texto? Uma máquina ou um ser humano? Alguns gêneros como o diário, o memorial são mais “subjetivos” do que um artigo científico. E, mesmo dentro de um gênero, a questão da formalidade pode oscilar. No caso de teses, dissertações e trabalhos de conclusão de curso, há uma seção, intitulada agradecimentos, que é bastante subjetiva. Além disso, há algumas áreas na ciência que aceitam redação de textos acadêmicos em primeira pessoa do singular, e isso não as torna mais ou menos científicas.

Embora seja importante desconstruir o caráter objetivo do texto, para pensar o processo de planejamento deste, não podemos negar que este constitui um processo mais formalizado e elaborado do que a fala, que é um pouco mais desorganizada do que a escrita. Refiro-me ao fato de a escrita ser segmentada e a fala não. Não me refiro a questão de regras, tanto fala quanto escrita têm regras, há pesquisas científicas que revelam esse fato. A diferença é que estamos acostumados a pensar que as regras que norteiam a escrita são, por excelência, as regras da gramática normativa, e isso não é, necessariamente, verdade.

Há textos que exigem regras mais informais, que não são versadas pela Gramática Normativa. Na verdade, a Linguística, ciência que estuda a Língua, comprova que a regra é inerente à língua. Existem, nesse sentido, regras na fala (muitos podem se perguntar, então: “se a regra é inerente à língua, porque não tenho domínio das regras da gramática normativa?” Não me refiro a regras da gramática normativa que, de certa forma, não são as mesmas regras linguísticas internalizadas que temos acesso a nossa Língua*). As regras da gramática normativa são convencionadas por questões que estão em outro nível de discussão em relação às regras gramaticais da fala.

*Essa discussão é muito complexa e constitui tema de outro artigo. Refere-se à Gramática Universal, Parâmetros e Princípios Linguísticos e a uma série de outros aspectos do falante e do processo de aquisição de língua.

A língua permite a organização de nosso pensamento. E ela facilita esse processo, o que nos diferencia, por exemplo, dos animais irracionais, especialmente em virtude de sua reflexividade, ou seja, capacidade do falante de pensar sobre ele mesmo e sobre o que diz, o que escreve, como diz e como escreve. Não quero dizer, por outro lado, que o falante escreverá, naturalmente, ótimos textos ou proferirá discursos elogiados por todos quando afirmo que a língua permite a organização do pensamento. Eu compartilho, em relação a essa questão, do seguinte pensamento de Marshall (1967):

“O direito à liberdade de palavra possui pouca substância se, devido à falta de educação, não se tem nada a dizer que vale a pena ser dito, e nenhum meio de se fazer ouvir se há algo a dizer”.

Muito pelo contrário, nós somos extremamente incoerentes como seres humanos, poucos têm habilidade com a escrita, especialmente com a escrita mais formal, e poucos conseguem dizer algo que, de fato, valha a pena ser ouvido ou mesmo faça sentido, se formos bastante criteriosos e críticos a respeito de nossos discursos. Em relação ao processo de redação, este deve ser concebido como um processo reflexivo. É preciso que o autor se distancie e se aproxime de seu próprio texto escrito. Além disso, todo texto deve ser dado ao olhar de outrem, especialmente ao olhar de um Revisor de Textos, seja o texto formal, informal, escrito por uma pessoa escolarizada ou não. Os filósofos já diziam: “o outro vê melhor”.

A questão do “abominável erro” e de falta de organização ou de regras estaria relacionada, por exemplo, em nível de fala, a um estrangeiro em processo primário de aprendizagem de uma segunda ou terceira língua. Nesse sentido, o nativo de uma língua não cometeria “erro”, em nível de fala (inclusive, pois quem validade a fala de determinado grupo social é o próprio grupo, seja ele escolarizado ou não, estigmatizado ou não). Sobre essa questão, eu penso que, estrangeiro ou não, ambos os falantes podem se colocar em alguns contextos de fala ou de escrita completamente inadequados, sejam eles fluentes em um idioma ou não, o que justifica, portanto, a necessidade de reflexão acerca do que falamos, como falamos, bem como do que escrevemos, como escrevemos e por que e para quem escrevemos.

A língua não se refere, apenas, à comunicação. Pensar em língua é pensar em interações sociais, em contexto social e, portanto, em adequação de linguagem ao contexto de interação social, seja ela falada ou escrita, seja proferida por um nativo ou um estrangeiro.

É de extrema importância pensar também o texto e sua organização em relação aos aspectos não verbais deste, ou seja, espaçamentos, parágrafos, destaques, itálicos, negrito, uso de siglas, letras maiúsculas. Todo esse processo, seja relativo à linguagem verbal ou não verbal, bem como à forma e à escrita deve ser organizado anteriormente à escrita, ou seja, o autor deve ter em mente esse padrão lógico. Deve-se evitar redigir textos “improvisados”, sem muita reflexão, escrever aleatoriamente e buscar corrigir os problemas do texto posteriormente. Escrever constitui um processo de organização do pensamento e o planejamento desse processo constitui o primeiro grande passo para o sucesso na escrita.

Referência

MARSHALL, Thomas Humphrey. Cidadania, classe social e status. Tradução de Meton Porto Gadelha. Rio de Janeiro: Zahar, 1967. 220p.

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Ferramenta para Revisão de Texto no Word

Ferramenta para Revisão de Texto no Word

Trabalho há muitos anos com Revisão de Texto e utilizo uma ferramenta no Word que é bastante eficiente para destacar ao cliente os ajustes que são realizados no texto. Revisores, hoje, não utilizam mais aquelas simbologias para marcar inadequações ou erros no texto, bem como outras especificidades como espaçamentos inadequados ou, por exemplo, as chamadas “linhas órfãs”*. Inclusive, porque, geralmente, os clientes, que receberão o texto revisado, autores e responsáveis pelo texto, não têm conhecimento algum a respeito delas. Portanto, pensando em uma exposição clara a respeito do serviço de Revisão de Texto, muitos Revisores preferem o recurso do Word  (um dos softwares para edição textual mais utilizados hoje) chamado Revisão de Texto.

Não gosto de entregar a Cliente algum um “produto” absoluto, finalizado. Acredito que o texto constitui um processo de construção, sempre, inacabado e que a minha intervenção como Revisor é, de certa maneira, limitada. Quero dizer que, como Revisor, não sou autor e, mesmo as alterações que julgo essenciais ao texto, ortográficas e gramaticais, devem ser observadas pelo cliente, que deve acatá-las (ou não) por meio da ferramenta Revisão de Texto do Word. Eu sugiro que as alterações ortográficas e gramaticais que realizo sejam aceitas, no caso de ajustes relativos a inadequações ou, como muitos prefiram dizer: erros. Diferentemente de alterações estilísticas, em que trago sugestões aos autores e estas são opcionais.

* Grosso modo, “uma linha órfã” corresponde a uma linha separada de um parágrafo, por exemplo, “solta” ao final da sequência textual de uma página. Hipoteticamente, é possível pensar na primeira linha que inicia um parágrafo, em que, apenas, esta aparece ao final da página e as linhas restantes do parágrafo encontram-se na página seguinte. Nesse sentido, a linha é considerada “órfã”, pois constitui, apenas, a única linha de um parágrafo que se encontra em uma página separadamente das outras.

 As alterações são realizadas de modo que o cliente possa verificar o que foi excluído do texto e o que foi acrescentado. Se algum vocábulo foi retirado, este aparece riscado em cor diferente da cor original do texto. O recurso, também, permite que sejam indicados comentários a orações ou a palavras no corpo do texto, para que haja explicações relativas, por exemplo, a períodos mal elaborados ou sugestões com indicações vocabulares ou reestruturação de períodos ma elaborados.

Após o término do serviço, encaminho um pequeno tutorial, explicando aos clientes como aceitar, rejeitar, excluir os comentários que deixo no texto, bem como parar o controle de alterações do recurso Revisão de Texto no Word.

Para retirar os comentários deixados no Word por meio da Ferramenta Revisão de Texto, basta clicar, na aba superior do Word, no botão, mais à direita, REVISÃO. Haverá um outro botão, mais à direita, escrito ACEITAR (por meio do qual será possível aceitar ou rejeitar as alterações*). Basta clicar na seta para baixo do botão ACEITAR e, em seguida, escolher a opção desejada (aceitar ou rejeitar alterações e parar o controle).

 É possível, também, controlar as alterações por meio do botão direito do mouse sobre o vocábulo ou período destacado. Então, aparecerá a opção aceitar ou rejeitar alteração. Basta selecionar uma dessas opções para controlar as alterações feitas.  Revisão de Texto

Para retirar os comentários, na mesma aba desse botão, há uma opção chamada comentários (mais à direita). Para isso, basta clicar na seta abaixo de comentário e, em seguida, escolher a opção: excluir todos os comentários.
Na imagem supracitada, o comentário deixado se refere ao período destacado em cor rosa. Além disso, os problemas do texto aparecem riscados em vermelho. As inserções aparecem destacadas, também, em vermelho, mas estão sublinhadas.

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Santos Revisão de Texto

Santos Revisão de Texto

Você está escrevendo o seu trabalho de conclusão de curso, dissertação de mestrado, tese de doutorado ou precisa revisar um livro antes de publicá-lo? Necessita de revisão para empresa/ONG por preços acessíveis e trabalho de qualidade? Entre em contato conosco. Somos um grupo de revisores da UnB (Universidade de Brasília), da graduação e da pós-graduação. Trabalhamos com revisão de texto há cinco anos. Revisamos monografias, teses, dissertações, livros, anúncios publicitários, redações de vestibulares (atuamos em 2013 no processo de correção de redações do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM)) e também prestamos serviços de revisão para órgãos públicos.

Obs: possuímos CNPJ, atestado de capacitação técnica, emitimos nota fiscal e, também, temos registro no CNPq (clique na imagem à direita para visualizar).

Atenção: nós não elaboramos trabalhos acadêmicos. Isso é uma atividade ILEGAL.

Valores e serviços 

1 – Formatação (conforme a ABNT, APA, Vancouver ou manual desejado): 4,00 reais a lauda. Inclui checagem a respeito de formatação das Normas da ABNT ou manual desejado*;

2 – Revisão Ortográfica e Gramatical: 5,00 reais a lauda. Inclui revisão ortográfica conforme o Novo Acordo Ortográfico, observação de aspectos de concordância/regência nominal e verbal, crase, pontuação e outros aspectos gramaticais relativos à linguagem do gênero textual proposto;

3 –  Revisão Ortográfica e Gramatical  + formatação (ABNT ou manual desejado): 7,00 reais a lauda.  Inclui revisão 2 + formatação (ABNT/outros);

4 – Revisão Crítica: 10,00 reais a lauda. Inclui revisão 2 (Revisão Ortográfica e Gramatical), além de sugestões estilísticas, *reescrita/sugestão de reescrita de parágrafos mal elaborados, adequação vocabular, progressão textual e aspectos de coesão e coerência. Essa revisão também inclui sugestões e dicas em relação ao gênero textual proposto.

5 – revisão crítica + formatação (conforme ABNT ou manual desejado): 12,00 reais a lauda.  Inclui revisão 4 e contempla algumas questões relativas à padronização de seu texto que não são estabelecidas, por exemplo, pelas normas da ABNT (ou pela maioria dos manuais universitários) e por manuais gramaticais ou ortográficos, como é o caso de uniformização de siglas, uniformização de pontuação ao final de enumeração, uniformização de iniciais minúsculas ou maiúsculas, uniformização de extensão de parágrafos, enfim, questões relacionadas à lógica organizacional do próprio texto e de seus elementos.

6 – revisão de redação: 40 reais por página. Corrigimos a sua redação conforme padrão de correção do ENEM, UnB ou universidade desejada. O serviço inclui revisão ortográfica e gramatical, contemplando os seguintes aspectos: novo acordo ortográfico, observação de adequação vocabular, comandos da proposta de redação, adequação vocabular, coesão e coerência, observação a respeito de regras de pontuação, uso de crase, regência verbal e nominal, e concordância verbal e nominal. O serviço também inclui crítica em relação ao conteúdo do texto (feitas por meio de caixas de comentários), bem como adequação da linguagem ao gênero textual proposto. Para cada redação revisada, poderá ser encaminhada, gratuitamente, uma nova versão reescrita desse texto com base nas considerações propostas pelo revisor.

7 – revisão de anúncios publicitários: 100,00 reais por anúncio. O serviço inclui avaliação crítica a respeito da lógica organizacional do anúncio: estética, significação de cores, coesão e coerência, articulação entre linguagem verbal e não verbal, adequação de linguagem verbal e não verbal ao público-alvo. Também serão analisados os sentidos revelados pelo anúncio. Além das indicações de correção no próprio anúncio, o cliente receberá um relatório crítico contemplando todos os aspectos de análise.

Obs: 1 lauda = 1.300 caracteres

* Em virtude do conteúdo do texto, alguns períodos terão de ser reescritos pelo próprio autor.

* Eu não padronizo o trabalho para o aluno, o trabalho precisa ser enviado organizado.

Em arquivo Word, as alterações serão marcadas por meio da ferramenta REVISÃO. Em alguns casos, haverá sugestões em caixas de comentários do documento, que precisam de mediadas pelo escritor. Após a finalização de nosso serviço, basta ACEITAR ou RECUSAR as alterações realizadas(em caso de dúvidas, nós iremos auxiliá-lo(a), nesse processo).

Esse processo é importante para que você visualize as alterações feitas em seu texto para compará-las, se desejar, com o seu texto original.

Em arquivo Pdf, há apenas sugestões de reescrita em caixas de comentário.

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ATENÇÃO: NÃO oferecemos “revisões infinitas”. Cada revisão custa um valor. Consideramos revisão de texto como um processo e não como um resultado absoluto, quantitativo e positivista. Não compartilho do pensamento de alguns que consideram-me como um MESSIAS de seus textos mal escritos, um Zaratustra vernáculo cimarrón que faz “milagres textuais”. O texto, antes de qualquer revisão, é produto da subjetividade humana e a linguagem de cada texto depende do gênero textual proposto.

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Formas de pagamento

À vista ou em até 12 vezes no cartão de crédito (visa/mastercard).

Prazos de entrega 

Os nossos prazos são variáveis, mas, em média, para cada 100 laudas, solicitamos prazo mínimo de 4 dias.

ATENÇÃO, se você necessita de prazos inferiores aos que informamos, cobramos adicional de 1,50 por lauda sobre o serviço, se pudermos atendê-lo(a).

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Águas de São Pedro ‒ Revisão de Texto

Águas de São Pedro ‒ Revisão de Texto

Você está escrevendo o seu trabalho de conclusão de curso, dissertação de mestrado, tese de doutorado ou precisa revisar um livro antes de publicá-lo? Necessita de revisão para empresa/ONG por preços acessíveis e trabalho de qualidade? Entre em contato conosco. Somos um grupo de revisores da UnB (Universidade de Brasília), da graduação e da pós-graduação. Trabalhamos com revisão de texto há cinco anos. Revisamos monografias, teses, dissertações, livros, anúncios publicitários, redações de vestibulares (atuamos em 2013 no processo de correção de redações do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM)) e também prestamos serviços de revisão para órgãos públicos.

Obs: possuímos CNPJ, atestado de capacitação técnica, emitimos nota fiscal e, também, temos registro no CNPq (clique na imagem à direita para visualizar).

Atenção: nós não elaboramos trabalhos acadêmicos. Isso é uma atividade ILEGAL.

Valores e serviços 

1 – Formatação (conforme a ABNT, APA, Vancouver ou manual desejado): 4,00 reais a lauda. Inclui checagem a respeito de formatação das Normas da ABNT ou manual desejado*;

2 – Revisão Ortográfica e Gramatical: 5,00 reais a lauda. Inclui revisão ortográfica conforme o Novo Acordo Ortográfico, observação de aspectos de concordância/regência nominal e verbal, crase, pontuação e outros aspectos gramaticais relativos à linguagem do gênero textual proposto;

3 –  Revisão Ortográfica e Gramatical  + formatação (ABNT ou manual desejado): 7,00 reais a lauda.  Inclui revisão 2 + formatação (ABNT/outros);

4 – Revisão Crítica: 10,00 reais a lauda. Inclui revisão 2 (Revisão Ortográfica e Gramatical), além de sugestões estilísticas, *reescrita/sugestão de reescrita de parágrafos mal elaborados, adequação vocabular, progressão textual e aspectos de coesão e coerência. Essa revisão também inclui sugestões e dicas em relação ao gênero textual proposto.

5 – revisão crítica + formatação (conforme ABNT ou manual desejado): 12,00 reais a lauda.  Inclui revisão 4 e contempla algumas questões relativas à padronização de seu texto que não são estabelecidas, por exemplo, pelas normas da ABNT (ou pela maioria dos manuais universitários) e por manuais gramaticais ou ortográficos, como é o caso de uniformização de siglas, uniformização de pontuação ao final de enumeração, uniformização de iniciais minúsculas ou maiúsculas, uniformização de extensão de parágrafos, enfim, questões relacionadas à lógica organizacional do próprio texto e de seus elementos.

6 – revisão de redação: 40 reais por página. Corrigimos a sua redação conforme padrão de correção do ENEM, UnB ou universidade desejada. O serviço inclui revisão ortográfica e gramatical, contemplando os seguintes aspectos: novo acordo ortográfico, observação de adequação vocabular, comandos da proposta de redação, adequação vocabular, coesão e coerência, observação a respeito de regras de pontuação, uso de crase, regência verbal e nominal, e concordância verbal e nominal. O serviço também inclui crítica em relação ao conteúdo do texto (feitas por meio de caixas de comentários), bem como adequação da linguagem ao gênero textual proposto. Para cada redação revisada, poderá ser encaminhada, gratuitamente, uma nova versão reescrita desse texto com base nas considerações propostas pelo revisor.

7 – revisão de anúncios publicitários: 100,00 reais por anúncio. O serviço inclui avaliação crítica a respeito da lógica organizacional do anúncio: estética, significação de cores, coesão e coerência, articulação entre linguagem verbal e não verbal, adequação de linguagem verbal e não verbal ao público-alvo. Também serão analisados os sentidos revelados pelo anúncio. Além das indicações de correção no próprio anúncio, o cliente receberá um relatório crítico contemplando todos os aspectos de análise.

Obs: 1 lauda = 1.300 caracteres

* Em virtude do conteúdo do texto, alguns períodos terão de ser reescritos pelo próprio autor.

* Eu não padronizo o trabalho para o aluno, o trabalho precisa ser enviado organizado.

Em arquivo Word, as alterações serão marcadas por meio da ferramenta REVISÃO. Em alguns casos, haverá sugestões em caixas de comentários do documento, que precisam de mediadas pelo escritor. Após a finalização de nosso serviço, basta ACEITAR ou RECUSAR as alterações realizadas(em caso de dúvidas, nós iremos auxiliá-lo(a), nesse processo).

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Viagem a Omis

Viagem a Omis (Croácia)

Tenho grande paixão pela Croácia, é o meu país preferido no mundo. Gosto bastante da cultura e das pessoas desse país. Fui muito bem acolhido quando residi e visitei (várias vezes) esse lindo país. Seja qual for a estação, inverno, versão, o país não deixa a desejar. Já passei até o Natal e Ano Novo na Croácia e, sempre, tive experiências maravilhosas.

Na última vez, que estive na Croácia, em Split, fiquei bastante surpreso. Era outono, quase inverno. Era período próximo ao Natal. fui presenteado com muitas bebidas. Não sou o tipo que consome muito álcool, mas, no inverno, até concordo que seja bom para manter o corpo aquecido (sem o exagero dos ingleses rsrs).

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Recebi, também, um outro grande presente, a visita de um amigo da Eslováquia, que dirigiu mais de 6 horas, em estrada praticamente congelada, para passar o final de semana comigo 😀 na Croácia. Ele trouxe uma bebida típica de seu país para me presentear: TRATRATEA. Como ele sabe que sou um pouco “fraco” com bebidas, trouxe a versão mais leve rsrs (32% de álcool. Parece que há outra versão com o dobro O.o). A bebida desce queimando, igual fogo, confesso que ajuda a aquecer. É uma espécie de chá verde com álcool. Tem um gosto bom.

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Reunimo-nos com outros amigos, comemos comida local, levei-os para conhecer os pontos turísticos da cidade onde eu estava, Split, e seguimos em direção a uma cidade chamada Omis, para ver o pôr do sol ^^. Bons momentos!

Omis é um destino turístico muito popular para os croatas e europeus. Mais de 15.000 triplos na temporada principal, a maioria dos turistas fica em acomodações privadas e pensões familiares, já que o número de hotéis na área é limitado. Enquanto isso, o turismo é a principal fonte de renda para a cidade, mas também a agricultura, a pesca, as indústrias têxtil e de processamento de alimentos podem ser encontradas na cidade.

No inverno a cidade fica bastante calma, mas eu discordo que não haja o que fazer ^^ por lá nesse período. Na verdade, os preços estão mais atrativos, nessa época, e é possível apreciar o pôr do sol e uma temperatura agradável (não para nadar rsrs). Em abril/maio, quando o mar está quente o suficiente para a maioria dos nadadores, a vida em Omis começa a ficar mais agitada. Muitas pessoas de Split e as cidades vizinhas são arrastadas para o agradável praias arenosas em Omis. Também, nessa época do ano, quase todos os dias você pode ver montanhistas de diferentes países tentando subir os penhascos por trás da cidade velha. E as atividades esportivas no rio, como rafting, canyoning etc., começam a fazer parte do programa diário.

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Eu super recomendo Omis, seja no inverno ou no verão. Para quem pretende conhecer a cidade, saindo de Split, o caminho é espetacular. No outono, as estradas ficam lindas, carregadas de árvores com folhas amareladas, a temperatura é bastante agradável. 25299561_980168792136033_3189071959446594582_o

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Presidente recebe ABNT e ISO em Brasília

Compartilho esta matéria da Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT com vocês. Boa leitura!

A Diretoria Executiva da ABNT, representada por Ricardo Fragoso, diretor-geral e Carlos Santos Amorim Jr., diretor de Relações Externas, além do Sr. Mário William Esper, vice-presidente e representante do Conselho Deliberativo; estiveram em Brasília, juntamente com os Srs. John Walter e Sergio Mujica, presidente e secretário-geral, respectivamente, da International Organization for Standardization (ISO), para um encontro com o presidente da República, Michel Temer.

Como a reunião do Conselho da ISO aconteceu na ABNT, em São Paulo, a oportunidade do encontro foi ímpar para fechar a semana. Durante a conversa, eles puderam explanar como as normas internacionais trazem benefícios significantes para o país, pois produtos e serviços baseados em normas ISO possuem maior qualidade. Também foi discutida a importância da mobilização do governo brasileiro para o apoio da participação do Brasil nas reuniões internacionais, defendendo assim os interesses da sociedade e contribuindo para o aumento da competitividade no mercado global.

Na ocasião, o deputado federal, Sr. Júlio Lopes apresentou um projeto de lei que visa facilitar o licenciamento de atividades do pré-sal com a previsão de utilizar Normas Técnicas Brasileiras baseadas em normas ISO, garantindo assim credibilidade internacional aos processos de licenciamento ambiental. A ideia é que o reitor eleito da Universidade Federal Fluminense, Sr. Antonio Claudio L. Nóbrega, que também estava presente, acredite um laboratório para que sejam feitos os ensaios necessários.

O ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes também participou do encontro, acompanhado por consultores legislativos da Câmara dos Deputados.

Da esquerda para a direita: Júlio Lopes, deputado federal; Aloysio Nunes, ministro das Relações Exteriores; Mário William Esper, vice-presidente do Conselho Deliberativo da ABNT; Michel Temer, presidente da República; Ricardo Fragoso, diretor-geral da ABNT e Carlos Santos Amorim Jr., diretor de Relações Externas da ABNT.

 

Da esquerda para a direita: Carlos Santos Amorim Jr., diretor de Relações Externas da ABNT; Ricardo Fragoso, diretor-geral da ABNT; Mário William Esper, vice-presidente Do Conselho Deliberativo da ABNT; Sergio Mujica, secretário-geral da ISO; John Walter, presidente da ISO e o deputado federal Júlio Lopes.



Da esquerda para a direita: Brendan McManus, assessor do presidente da ISO; Aloysio Nunes, ministro das Relações Exteriores; Mário William Esper, vice-presidente do Conselho Deliberativo da ABNT; Ricardo Fragoso, diretor-geral da ABNT, Sergio Mujica, secretário-geral da ISO; Michel Temer, presidente da República; John Walter, presidente da ISO; Júlio Lopes, deputador federal; Antonio Clauido L. Nóbrega, reitor eleito da Universidade Federal Fluminense e seu Assessor; Carlos Santos Amorim Jr., diretor de Relações Externas da ABNT e consultores legislativos da Câmara dos Deputados.


Encontro com o presidente Michel Temer, ministro, deputado federal e consultores legislativos da Câmara dos Deputados.

Fonte: http://www.abnt.org.br/noticias/5970-presidente-michel-temer-recebe-abnt-e-iso-em-brasilia?utm_campaign=Presidente+Temer&utm_content=ABNT+-+Presidente+recebe+ABNT+e+ISO+em+Bras%C3%ADlia+%281%29&utm_medium=email&utm_source=EmailMarketing&utm_term=Presidente+da+Rep%C3%BAblica+recebe+ABNT+e+ISO+em+Bras%C3%ADlia

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Modalidades de pesquisas científicas

MODALIDADES DE PESQUISAS CIENTÍFICAS

Compartilho com vocês este texto da UFRG (Universidade Federal do Rio Grande do Sul). É um material bastante esclarecedor a respeito das modalidades existentes para desenvolvimento de pesquisas científicas hoje. Aproveitem!

Para Gil (2007), com base nos objetivos, é possível classificar as pesquisas em três grupos:

PESQUISA EXPLORATÓRIA

Este tipo de pesquisa tem como objetivo proporcionar maior familiaridade com o problema, com vistas a torná-lo mais explícito ou a construir hipóteses. A grande maioria dessas pesquisas envolve: (a) levantamento bibliográfico; (b) entrevistas com pessoas que tiveram experiências práticas com o problema pesquisado; e (c) análise de exemplos que estimulem a compreensão (GIL, 2007). Essas pesquisas podem ser classificadas como: pesquisa bibliográfica e estudo de caso (GIL, 2007).

PESQUISA DESCRITIVA

A pesquisa descritiva exige do investigador uma série de informações sobre o que deseja pesquisar. Esse tipo de estudo pretende descrever os fatos e fenômenos de determinada realidade (TRIVIÑOS, 1987). São exemplos de pesquisa descritiva: estudos de caso, análise documental, pesquisa ex-post-facto. Para Triviños (1987, p. 112), os estudos descritivos podem ser criticados porque pode existir uma descrição exata dos fenômenos e dos fatos. Estes fogem da possibilidade de verificação através da observação. Ainda para o autor, às vezes não existe por parte do investigador um exame crítico das informações, e os resultados podem ser equivocados; e as técnicas de coleta de dados, como questionários, escalas e entrevistas, podem ser subjetivas, apenas quantificáveis, gerando imprecisão.

PESQUISA EXPLICATIVA

Este tipo de pesquisa preocupa-se em identificar os fatores que determinam ou que contribuem para a ocorrência dos fenômenos (GIL, 2007). Ou seja, este tipo de pesquisa explica o porquê das coisas através dos resultados oferecidos. Segundo Gil (2007, p. 43), uma pesquisa explicativa pode ser a continuação de outra descritiva, posto que a identificação de fatores que determinam um fenômeno exige que este esteja suficientemente descrito e detalhado. Pesquisas desse tipo podem ser classificadas como experimentais e ex-postfacto (GIL, 2007).

Quanto aos procedimentos

De acordo com Fonseca (2002), a pesquisa possibilita uma aproximação e um entendimento da realidade a investigar, como um processo permanentemente inacabado. Ela se processa através de aproximações sucessivas da realidade, fornecendo subsídios para uma intervenção no real. Segundo este autor, a pesquisa científica é o resultado de um inquérito ou exame minucioso, realizado com o objetivo de resolver um problema, recorrendo a procedimentos científicos. Investiga-se uma pessoa ou grupo capacitado (sujeito da investigação), abordando um aspecto da realidade (objeto da investigação), no sentido de comprovar experimentalmente hipóteses (investigação experimental), ou para descrevê-la (investigação descritiva), ou para explorá-la (investigação exploratória). Para se desenvolver uma pesquisa, é indispensável selecionar o método de pesquisa a utilizar.

De acordo com as características da pesquisa, poderão ser escolhidas diferentes modalidades de pesquisa, sendo possível aliar o qualitativo ao quantitativo.

PESQUISA EXPERIMENTAL

O estudo experimental segue um planejamento rigoroso. As etapas de pesquisa iniciam pela formulação exata do problema e das hipóteses, que delimitam as vari- áveis precisas e controladas que atuam no fenômeno estudado (TRIVIÑOS, 1987). Para Gil (2007), a pesquisa experimental consiste em determinar um objeto de estudo, selecionar as variáveis que seriam capazes de influenciá-lo, definir as formas de controle e de observação dos efeitos que a variável produz no objeto. Já segundo Fonseca (2002, p. 38): A pesquisa experimental seleciona grupos de assuntos coincidentes, submete-os a tratamentos diferentes, verificando as variáveis estranhas e checando se as diferenças observadas nas respostas são estatisticamente significantes. […] Os efeitos observados são relacionados com as variações nos estímulos, pois o propósito da pesquisa experimental é apreender as relações de causa e efeito ao eliminar explicações conflitantes das descobertas realizadas. Sendo assim, a elaboração de instrumentos para a coleta de dados deve ser submetida a testes para assegurar sua eficácia em medir aquilo que a pesquisa se propõe a medir. A pesquisa experimental pode ser desenvolvida em laboratório (onde o meio ambiente criado é artificial) ou no campo (onde são criadas as condições de manipulação dos sujeitos nas próprias organizações, comunidades ou grupos). Para Fonseca (2002), as duas modalidades de pesquisa mais comuns são: X pesquisas experimentais apenas com dois grupos homogêneos, denominados experimental e de controle. Aplicado um estímulo ao grupo experimental, no final comparam-se os dois grupos para avaliar as alterações. X pesquisas experimentais antes-depois com um único grupo, definido previamente em função de suas características e geralmente reduzido.

PESQUISA BIBLIOGRÁFICA

A pesquisa bibliográfica é feita a partir do levantamento de referências teóricas já analisadas, e publicadas por meios escritos e eletrônicos, como livros, artigos científicos, páginas de web sites. Qualquer trabalho científico inicia-se com uma pesquisa bibliográfica, que permite ao pesquisador conhecer o que já se estudou sobre o assunto. Existem porém pesquisas científicas que se baseiam unicamente na pesquisa bibliográfica, procurando referências teóricas publicadas com o objetivo de recolher informações ou conhecimentos prévios sobre o problema a respeito do qual se procura a resposta (FONSECA, 2002, p. 32). Para Gil (2007, p. 44), os exemplos mais característicos desse tipo de pesquisa são sobre investigações sobre ideologias ou aquelas que se propõem à análise das diversas posições acerca de um problema.

PESQUISA DOCUMENTAL

A pesquisa documental trilha os mesmos caminhos da pesquisa bibliográfica, não sendo fácil por vezes distingui-las. A pesquisa bibliográ- fica utiliza fontes constituídas por material já elaborado, constituído basicamente por livros e artigos científicos localizados em bibliotecas. A pesquisa documental recorre a fontes mais diversificadas e dispersas, sem tratamento analítico, tais como: tabelas estatísticas, jornais, revistas, relatórios, documentos oficiais, cartas, filmes, fotografias, pinturas, tapeçarias, relatórios de empresas, vídeos de programas de televisão, etc. (FONSECA, 2002, p. 32).

PESQUISA DE CAMPO A pesquisa de campo caracteriza-se pelas investigações em que, além da pesquisa bibliográfica e/ou documental, se realiza coleta de dados junto a pessoas, com o recurso de diferentes tipos de pesquisa (pesquisa ex-post-facto, pesquisa-ação, pesquisa participante, etc.) (FONSECA, 2002). 

PESQUISA EX-POST-FACTO

A pesquisa ex-post-facto tem por objetivo investigar possíveis relações de causa e efeito entre um determinado fato identificado pelo pesquisador e um fenômeno que ocorre posteriormente. A principal característica deste tipo de pesquisa é o fato de os dados serem coletados após a ocorrência dos eventos. A pesquisa ex-post-facto é utilizada quando há impossibilidade de aplicação da pesquisa experimental, pelo fato de nem sempre ser possível manipular as variáveis necessárias para o estudo da causa e do seu efeito (FONSECA, 2002, p. 32). Como exemplo desse tipo de pesquisa, pode-se citar um estudo sobre a evasão escolar, quando se tenta analisar suas causas. Num estudo experimental, seria o inverso, tomando-se primeiramente um grupo de alunos a quem seria dado um determinado tratamento, e observando-se depois o índice de evasão.

PESQUISA DE LEVANTAMENTO

Fonseca (2002) aponta que este tipo de pesquisa é utilizado em estudos exploratórios e descritivos, o levantamento pode ser de dois tipos: levantamento de uma amostra ou levantamento de uma população (também designado censo). Esclarece o autor (2002, p. 33): O Censo populacional constituía única fonte de informação sobre a situação de vida da população nos municípios e localidades. Os censos produzem informações imprescindíveis para a definição de políticas públicas estaduais e municipais e para a tomada de decisões de investimentos, sejam eles provenientes da iniciativa privada ou de qualquer nível de governo. Foram recenseados todos os moradores em domicílios particulares (permanentes e improvisados) e coletivos, na data de referência. Através de pesquisas mensais do comércio, da indústria e da agricultura, é possível recolher informações sobre o seu desempenho. A coleta de dados realiza-se em ambos os casos através de questionários ou entrevistas. Entre as vantagens dos levantamentos, temos o conhecimento direto da realidade, economia e rapidez, e obtenção de dados agrupados em tabelas que possibilitam uma riqueza na análise estatística. Os estudos descritivos são os que mais se adéquam aos levantamentos. Exemplos são os estudos de opiniões e atitudes (GIL, 2007, p. 52). 

PESQUISA COM SURVEY

É a pesquisa que busca informação diretamente com um grupo de interesse a respeito dos dados que se deseja obter. Trata-se de um procedimento útil, especialmente em pesquisas exploratórias e descritivas (SANTOS, 1999). A pesquisa com survey pode ser referida como sendo a obtenção de dados ou informações sobre as características ou as opiniões de determinado grupo de pessoas, indicado como representante de uma população-alvo, utilizando um questionário como instrumento de pesquisa (FONSECA, 2002, p. 33). Nesse tipo de pesquisa, o respondente não é identificável, portanto o sigilo é garantido. São exemplos desse tipo de estudo as pesquisas de opinião sobre determinado atributo, a realização de um mapeamento geológico ou botânico.

ESTUDO DE CASO

Esta modalidade de pesquisa é amplamente usada nas ciências biomédicas e sociais (GIL, 2007, p. 54). Um estudo de caso pode ser caracterizado como um estudo de uma entidade bem definida como um programa, uma instituição, um sistema educativo, uma pessoa, ou uma unidade social. Visa conhecer em profundidade o como e o porquê de uma determinada situação que se supõe ser única em muitos aspectos, procurando descobrir o que há nela de mais essencial e característico. O pesquisador não pretende intervir sobre o objeto a ser estudado, mas revelá-lo tal como ele o percebe. O estudo de caso pode decorrer de acordo com uma perspectiva interpretativa, que procura compreender como é o mundo do ponto de vista dos participantes, ou uma perspectiva pragmática, que visa simplesmente apresentar uma perspectiva global, tanto quanto possível completa e coerente, do objeto de estudo do ponto de vista do investigador (FONSECA, 2002, p. 33). Para Alves-Mazzotti (2006, p. 640), os exemplos mais comuns para esse tipo de estudo são os que focalizam apenas uma unidade: um indivíduo (como os casos clínicos descritos por Freud), um pequeno grupo (como o estudo de Paul Willis sobre um grupo de rapazes da classe trabalhadora inglesa), uma instituição (como uma escola, um hospital), um programa (como o Bolsa Família), ou um evento (a eleição do diretor de uma escola). Ainda segundo a autora, podemos ter também estudos de casos múltiplos, nos quais vários estudos são conduzidos simultaneamente: vários indivíduos (como, por exemplo, professores alfabetizadores bem-sucedidos), várias instituições (como, por exemplo, diferentes escolas que estão desenvolvendo um mesmo projeto). 

PESQUISA PARTICIPANTE

Este tipo de pesquisa caracteriza-se pelo envolvimento e identificação do pesquisador com as pessoas investigadas. A pesquisa participante foi criada por Bronislaw Malinowski: para conhecer os nativos das ilhas Trobriand, ele foi se tornar um deles. Rompendo com a sociedade ocidental, montava sua tenda nas aldeias que desejava estudar, aprendia suas línguas e observava sua vida quotidiana (FONSECA, 2002). Exemplos de aplicação da pesquisa participante são o estabelecimento de programas públicos ou plataformas políticas e a determinação de ações básicas de grupos de trabalho.

PESQUISA-AÇÃO

Define Thiollent (1988): A pesquisa ação é um tipo de investigação social com base empírica que é concebida e realizada em estreita associação com uma ação ou com a resolução de um problema coletivo no qual os pesquisadores e os participantes representativos da situação ou do problema estão envolvidos de modo cooperativo ou participativo. Por sua vez, Fonseca (2002) precisa: A pesquisa-ação pressupõe uma participação planejada do pesquisador na situação problemática a ser investigada. O processo de pesquisa recorre a uma metodologia sistemática, no sentido de transformar as realidades observadas, a partir da sua compreensão, conhecimento e compromisso para a ação dos elementos envolvidos na pesquisa (p. 34). O objeto da pesquisa-ação é uma situação social situada em conjunto e não um conjunto de variáveis isoladas que se poderiam analisar independentemente do resto. Os dados recolhidos no decurso do trabalho não têm valor significativo em si, interessando enquanto elementos de um processo de mudança social. O investigador abandona o papel de observador em proveito de uma atitude participativa e de uma rela- ção sujeito a sujeito com os outros parceiros. O pesquisador quando participa na ação traz consigo uma série de conhecimentos que serão o substrato para a realização da sua análise reflexiva sobre a realidade e os elementos que a integram. A reflexão sobre a prática implica em modificações no conhecimento do pesquisador (p. 35). Para Gil (2007, p. 55), a pesquisa-ação tem sido alvo de controvérsia devido ao envolvimento ativo do pesquisador e à ação por parte das pessoas ou grupos envolvidos no problema. Apesar das críticas, essa modalidade de pesquisa tem sido usada por pesquisadores identificados pelas ideologias reformistas e participativas. 

PESQUISA ETNOGRÁFICA

A pesquisa etnográfica pode ser entendida como o estudo de um grupo ou povo. As características específicas da pesquisa etnográfica são: X o uso da observação participante, da entrevista intensiva e da análise de documentos; X a interação entre pesquisador e objeto pesquisado; X a flexibilidade para modificar os rumos da pesquisa; X a ênfase no processo, e não nos resultados finais; X a visão dos sujeitos pesquisados sobre suas experiências; X a não intervenção do pesquisador sobre o ambiente pesquisado; X a variação do período, que pode ser de semanas, de meses e até de anos; X a coleta dos dados descritivos, transcritos literalmente para a utilização no relatório. Exemplos desse tipo são as pesquisas realizadas sobre os processos educativos, que analisam as relações entre escola, professor, aluno e sociedade, com o intuito de conhecer profundamente os diferentes problemas que sua interação desperta.

PESQUISA ETNOMETODOLÓGICA

O termo etnometodologia designa uma corrente da Sociologia americana, que surgiu na Califórnia no final da década de 1960, tendo como principal marco fundador a publicação do livro de Harold Garfinkel Studies in Ethnomethodology (Estudos sobre Etnometodologia), em 1967 (COULON, 1995, p. 7). O termo etnometodologia se refere nas suas raízes gregas às estratégias que as pessoas utilizam cotidianamente para viver. Tendo essa referência por norte, a pesquisa etnometodológica visa compreender como as pessoas constroem ou reconstroem a sua realidade social. Para a pesquisa etnometodológica, fenômenos sociais não determinam de fora a conduta humana. A conduta humana é o resultado da interação social que se produz continuamente através da sua prática quotidiana. Os seres humanos são capazes de ativamente definir e articular procedimentos, de acordo com as circunstâncias e as situações sociais em que estão implicados. A pesquisa etnometodológica analisa deste modo os procedimentos a que os indivíduos recorrem para concretizar as suas ações diárias (FONSECA, 2002, p. 36). Para estudar as ações dos sujeitos na vida quotidiana, a pesquisa etnometodoló- gica baseia-se em uma multiplicidade de instrumentos, entre os quais podemos citar: a observação direta, a observação participante, entrevistas, estudos de relatórios e documentos administrativos, gravações em vídeo e áudio. 42 ……EAD Assim, a análise etnometodológica esclarece de que maneira as coisas vêm a ser como são nos grupos sociais, de que maneira cada grupo e cada membro apreende e dá sentido à realidade e por quais processos intersubjetivos a mediação da linguagem entre os grupos e seus lugares constrói a realidade social que afirmam (COULON, 1995, p. 90).

REFERÊNCIAS

ALVES-MAZZOTTI, A. J.; GEWANDSZNAJDER, F. O método nas ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. São Paulo: Pioneira, 1998. ______. Usos e abusos dos estudos de caso. Cadernos de Pesquisa (online), v. 36, n. 129, p. 637-51, 2006.

COULON, Alan. Etnometodologia. Trad. de Ephraim Ferreira Alves. Petrópolis: Vozes, 1995. FONSECA, J. J. S. Metodologia da pesquisa científica. Fortaleza: UEC, 2002. Apostila. GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2007.

GOLDENBERG, M. A arte de pesquisar. Rio de Janeiro: Record, 1997.

PIETROBON, S. R. G. A prática pedagógica e a construção do conhecimento científico. Práxis Educativa, Ponta Grossa, v. 1, n. 2, p. 77-86, jul.-dez. 2006. POLIT, D. F.; BECK, C. T.;

HUNGLER, B. P. Fundamentos de pesquisa em enfermagem: métodos, avaliação e utilização. Trad. de Ana Thorell. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2004.

SANTOS, A. R. Metodologia científica: a construção do conhecimento. Rio de Janeiro: DP&A, 1999.

THIOLLENT, M. Metodologia da pesquisa-ação. São Paulo: Cortez & Autores Associados, 1988. TRIVIÑOS, A. N. S. Introdução à pesquisa.

Fonte do material: http://www.ufrgs.br/cursopgdr/downloadsSerie/derad005.pdf

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Edital de seleção para bolsista PNPD/Capes

Edital de seleção para bolsista PNPD/Capes
Desde o dia 10/05/2018 está divulgado no site do PPGL o edital de seleção para bolsista PNPD/Capes no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Linguística.
4. Das inscrições 4.1 O período de inscrições será do dia 10 de maio a 11 de junho de 2018, até as 23h59min, horário de Brasília. 4.2 As inscrições devem ser feitas por mensagem enviada para o e-mail ppgl@unb.br, contendo a seguinte documentação: I – Requerimento de inscrição; II – Currículo Lattes devidamente documentado, acompanhado do formulário de avaliação do currículo devidamente preenchido (Anexo 1), com a informação da produção científica do candidato nos últimos quatro anos; III – Cópia do diploma ou certificado de conclusão do doutorado; IV – Cópia do documento de identidade e CPF (para brasileiros) ou do passaporte (para estrangeiros); V – Comprovante de residência no exterior, apenas para candidatos estrangeiros não residentes no Brasil; VI – VII – Projeto de pesquisa; Plano de trabalho; UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA – UnB INSTITUTO DE LETRAS – IL DEPTO. DE LINGUÍSTICA, PORTUGUÊS E LÍNGUAS CLÁSSICAS-LIP PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LINGUÍSTICA – PPGL. ICC Ala Sul, Mezanino, Bloco B, Brasília – DF – CEP 70910-900 TEL: 3107-7049/7050 Correio Eletrônico: ppgl@unb.br VIII- Carta de intenções. 4.3 A homologação das candidaturas será divulgada em 13 de junho de 2018, até as 18:00, horário de Brasília, no mural do PPGL-UnB.
Para mais informações acesso o edital por meio do link:
#Edital de seleção para bolsista PNPD/Capes
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