Sobre Anderson Hander Brito Xavier

Somos uma empresa especializada em revisão, padronização e diagramação de textos. Atuamos no mercado há seis anos, possuímos registro no CNPQ e 11 atestes de capacidade técnica. A nossa equipe é composta por mestres, especialistas e graduados pela Universidade de Brasília (UnB).

Londrina Revisão de Texto

Cascavel Revisão de Texto

Você está escrevendo o seu trabalho de conclusão de curso, dissertação de mestrado, tese de doutorado ou precisa revisar um livro antes de publicá-lo? Necessita de revisão para empresa/ONG por preços acessíveis e trabalho de qualidade? Entre em contato conosco. Somos um grupo de revisores da UnB (Universidade de Brasília), da graduação e da pós-graduação. Trabalhamos com revisão de texto há cinco anos. Revisamos monografias, teses, dissertações, livros, anúncios publicitários, redações de vestibulares (atuamos em 2013 no processo de correção de redações do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM)) e também prestamos serviços de revisão para órgãos públicos.

Obs: possuímos CNPJ, atestado de capacitação técnica, emitimos nota fiscal e, também, temos registro no CNPq (clique na imagem à direita para visualizar).

Atenção: nós não elaboramos trabalhos acadêmicos. Isso é uma atividade ILEGAL.

Valores e serviços 

1 – Formatação (conforme a ABNT, APA, Vancouver ou manual desejado): 4,00 reais a lauda. Inclui formatação conforme as Normas da ABNT ou manual desejado;

2 – Revisão Ortográfica e Gramatical: 5,00 reais a lauda. Inclui revisão ortográfica conforme o Novo Acordo Ortográfico, observação de aspectos de concordância/regência nominal e verbal, crase, pontuação e outros aspectos gramaticais relativos à linguagem do gênero textual proposto;

3 –  Revisão Ortográfica e Gramatical  + formatação (ABNT ou manual desejado): 7,00 reais a lauda.  Inclui revisão 2 + formatação (ABNT/outros);

4 – Revisão Crítica: 10,00 reais a lauda. Inclui revisão 2 (Revisão Ortográfica e Gramatical), além de sugestões estilísticas, *reescrita/sugestão de reescrita de parágrafos mal elaborados, adequação vocabular, progressão textual e aspectos de coesão e coerência. Essa revisão também inclui sugestões e dicas em relação ao gênero textual proposto.

5 – revisão crítica + formatação (conforme ABNT ou manual desejado): 12,00 reais a lauda.  Inclui revisão 4 e contempla algumas questões relativas à padronização de seu texto que não são estabelecidas, por exemplo, pelas normas da ABNT (ou pela maioria dos manuais universitários) e por manuais gramaticais ou ortográficos, como é o caso de uniformização de siglas, uniformização de pontuação ao final de enumeração, uniformização de iniciais minúsculas ou maiúsculas, uniformização de extensão de parágrafos, enfim, questões relacionadas à lógica organizacional do próprio texto e de seus elementos.

6 – revisão de redação: 40 reais por página. Corrigimos a sua redação conforme padrão de correção do ENEM, UnB ou universidade desejada. O serviço inclui revisão ortográfica e gramatical, contemplando os seguintes aspectos: novo acordo ortográfico, observação de adequação vocabular, comandos da proposta de redação, adequação vocabular, coesão e coerência, observação a respeito de regras de pontuação, uso de crase, regência verbal e nominal, e concordância verbal e nominal. O serviço também inclui crítica em relação ao conteúdo do texto (feitas por meio de caixas de comentários), bem como adequação da linguagem ao gênero textual proposto. Para cada redação revisada, poderá ser encaminhada, gratuitamente, uma nova versão reescrita desse texto com base nas considerações propostas pelo revisor.

7 – revisão de anúncios publicitários: 100,00 reais por anúncio. O serviço inclui avaliação crítica a respeito da lógica organizacional do anúncio: estética, significação de cores, coesão e coerência, articulação entre linguagem verbal e não verbal, adequação de linguagem verbal e não verbal ao público-alvo. Também serão analisados os sentidos revelados pelo anúncio. Além das indicações de correção no próprio anúncio, o cliente receberá um relatório crítico contemplando todos os aspectos de análise.

Obs: 1 lauda = 1.300 caracteres

* Em virtude do conteúdo do texto, alguns períodos terão de ser reescritos pelo próprio autor.

Em arquivo Word, as alterações serão marcadas por meio da ferramenta REVISÃO. Em alguns casos, haverá sugestões em caixas de comentários do documento, que precisam de mediadas pelo escritor. Após a finalização de nosso serviço, basta ACEITAR ou RECUSAR as alterações realizadas(em caso de dúvidas, nós iremos auxiliá-lo(a), nesse processo).

Esse processo é importante para que você visualize as alterações feitas em seu texto para compará-las, se desejar, com o seu texto original.

Em arquivo Pdf, há apenas sugestões de reescrita em caixas de comentário.

Se você desejar personalizar essa etapa, envie-nos a sua sugestão e as marcações da revisão serão adequadas às suas necessidades. Caso seja solicitado, também oferecemos pacotes de revisão personalizados. Envie-nos um e-mail para solicitar um orçamento.

O seu texto será lido por dois revisores, o que garante maior eficácia à revisão.

ATENÇÃO: NÃO oferecemos “revisões infinitas”. Cada revisão custa um valor. Consideramos revisão de texto como um processo e não como um resultado absoluto, quantitativo e positivista. Não compartilho do pensamento de alguns que consideram-me como um MESSIAS de seus textos mal escritos, um Zaratustra vernáculo cimarrón que faz “milagres textuais”. O texto, antes de qualquer revisão, é produto da subjetividade humana e a linguagem de cada texto depende do gênero textual proposto.

Orçamento

Após abrir o seu documento, clique na última página, pois, às vezes, o word não faz a contagem corretamente dos caracteres.

Para conferir a quantidade de caracteres de seu documento, clique, na barra de documento do Word, em “palavras” (Em caso de documento PDF/outros, envie-nos um e-mail: andersonhander@gmail.com).

Sem título

Em seguida, será aberta a seguinte caixa de diálogo:

Sem título

Divida a quantidade de caracteres com espaços por 1.300 (1 lauda = 1.300 caracteres) e multiplique o valor obtido pelo valor da revisão desejada: esse será o valor final.

Se desejar, envie-nos o seu documento e faremos o seu orçamento.

Formas de pagamento

À vista ou em até 12 vezes no cartão de crédito (visa/mastercard).

Prazos de entrega 

Os nossos prazos são variáveis, mas, em média, para cada 100 laudas, solicitamos prazo mínimo de 4 dias.

ATENÇÃO, se você necessita de prazos inferiores aos que informamos, cobramos adicional de 1,50 por lauda sobre o serviço, se pudermos atendê-lo(a).

Os salários são variáveis, mas isso depende da atuação do Revisor. Se o Revisor atuar como freelancer ou com carteira assinada, os salários são muito diferentes. O salário de um servidor público revisor também é muito além do salário de um contratado.

Contatos

Facebook: https://web.facebook.com/criteriorevisao/ (curta a nossa página no Facebook!)

Telefone: (61) 99801-6596 (Whatsapp)

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Realismo brasileiro

  • MEMÓRIAS DE UM LETRISTA: REALISMO BRASILEIRO
    Considerando a dialética entre forma literária e processo social, discuta a seguinte questão formada por Roberto Schwarz: ” e por que não pode ser brasileira a forma do realismo europeu”?
    Essa reflexão já aparece em algumas obras de Machado de Assis, como a dificuldade de identificação do tema, por exemplo, em Esaú e Jacó. Essa problemática surge em oposição ao movimento realista europeu, em que as temáticas eram mais transparentes. De acordo com Schwarz, há uma ambiguidade para com o “modelo realista” machadiano. Nos primeiros romances, Machado trata do patriarcalismo conservador, que, embora ilustre uma característica da sociedade brasileira, parece ser muito específico diante das transformações que o Brasil passava no século XIX e do sistema econômico vigente.
    Esse patriarcalismo, inclusive, pode ser observado no próprio narrador; “um defunto
    narrador”; o narrador de Machado nesse aspecto é arbitrário. Esse retrato parece destoar e estar atrasado em relação à realidade brasileira da época. É mais condizente com nossas relações sociais ainda muito ditadas pelo peso do trabalho escravo. Esse afastamento tem como intuito a aproximação de sua literatura à tradição europeia do romance. “Havia uma intenção realista neste antirrealismo conservador “. Para Machado, não faz sentido falar da estrutura econômica atual, das desigualdades e da miséria como temas centrais de uma sociedade ainda presa à estrutura patriarcalista da escravidão. Embora essa forma do realismo de Machado não tenha sido “original”, embora sua inspiração também seja europeia para com esse “modelo de realismo brasileiro”, cabe uma reflexão aqui entre o universal e o particular. É na base da forma europeia anterior ao realismo europeu vigente que Machado conduz o realismo brasileiro.
    A forma do realismo europeu não pode ser brasileira na medida em que, embora não seja sincrônica ao realismo europeu, retoma uma forma europeia do século XVIII e baseia-se na forma de autores europeus como Machado baseou-se em Diderot. É brasileira, no entanto, quando Machado busca no texto europeu construir o nosso sistema social, e não europeu. Embora o contexto seja diverso para o atual realismo europeu, ele encontra a forma do realismo brasileiro, o que lhe é particular. Estamos diante dos elementos universais europeus, particulares à realidade brasileira. Em “Memórias Póstumas de Brás Cubas” fica claro que a descontinuidade cronológica, ali presente, reflete o nosso processo social. Essa falta de lógica na continuidade cronológica do romance é, na verdade, lógica; representa muito de nossa literatura, de nossa história e de nosso processo de formação social em contraposição ao que ocorria na Europa, onde a história pode ser melhor divida e o nacionalismo é mais carregado, onde a identidade nacional não é tão recente e não traz questões duvidosas.
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Memórias de um revisor: capítulo de introdução

Critério Revisão Textual

Compartilho este e-mail trocado com um cliente com os meus leitores. Ele pode ser útil para solucionar dúvidas de futuros pesquisadores/estudantes em relação à organização de capítulos de trabalhos acadêmicos.

Anderson tudo bem, 

Seguinte, estou tendo alguns problemas aqui no meu capitulo de introdução, poderia me dar uma luz a respeito? coisa simples. 
Estruturei meu capitulo de introdução da seguinte forma: 
1. INTRODUÇÃO – onde fiz uma apresentação do trabalho de maneira geral
1.1 CONTEXTUALIZAÇÃO DA PESQUISA E OBJETIVOS – fiz uma abordagem à pesquisa de maneira geral, a problemática e os obetivos
1.2 METODOLOGIA – desenvolvi o raciocínio metodológico onde usarei a ADC como estratégia analítica, as categorias que vou utilizar e tal. 
Seria isso mesmo que se espera de um capítulo introdutório? existe alguma norma da ABNT ou da própria UNB para isso? 
Estou te perguntanto pq minha orientação nunca trabalhou com ABNT e preciso de uma ajudinha. 
Obrigado, 
RESPOSTA:

Oi , boa noite!

Posso ajudá-lo sim, claro. Vamos lá:
1. Abnt não versa sobre essas questão de maneira tão específica. A ABNT traz, por meio das NBR’s, reflexões sobre referências, uma ou outra reflexão sobre resumo, abstract (mas de maneira muito geral, ela não é um manual de elaboração de trabalhos acadêmicos, é mais um manual de padronização). Muitas dessas reflexões são genéricas, ficando, muitas questões, para nós mesmos resolvermos, algumas, inclusive, de padronização. ABNT não versa estritamente sobre como elaborar uma introdução de um trabalho acadêmico. Pela minha experiência, isso é muito variável, alguns trabalhos topicalizam a introdução em seções, em outros, a introdução constitui uma seção apenas de 5 páginas (e nem é divida em capítulo), fazendo uma breve introdução do trabalho, expondo aspectos relativos ao recorte temático, à divisão das seções, algumas breves questões metodológicas, mas evidencia, especialmente o recorte a ser pesquisado. 
O que você mencionou sobre a introdução faz sentido, assim como as especificações sobre metodologia, contextualização da pesquisa, ok. Mas não acho que eles deveriam ser enumerados como subseções (1.1 ou 1.2, mas sim como novas seções: Contextualização da pesquisa (2), Metodologia (3).
Penso na seguinte lógica:
1. Introdução
2. Contextualização da pesquisa e objetivos
Referencial teórico (dividir em subseções e, de preferência, não utilizar o nome “referencial teórico”, mas utilizar o nome que trata o recorte de sua pesquisa).
3. Metodologia
4. Análise (se houver).
5. Considerações finais.
6. Referências
7. Anexos e outros
 
Mas isso não segue um padrão dessa maneira, isso varia de faculdade para faculdade e de pensamento para pensamento. Na própria UnB, há muita variação sobre essa organização. A minha dissertação de mestrado, por exemplo, está dividida de outra maneira. Você pode consultar dissertações de seu departamento e que a sua orientadora tenha orientado (veja os 5 ultimos trabalhos e comece a refletir sobre qual seria a maneira mais lógica de formular a divisão do seu trabalho).
Saudações.
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Quanto ganha um revisor de textos?

Quanto ganha um revisor de textos?

Os salários são variáveis, mas isso depende da atuação do Revisor. Se o Revisor atuar como freelancer ou com carteira assinada, os salários são muito diferentes. O salário de um servidor público revisor também é muito além do salário de um contratado.

Revisor contratado

Atua em editoras, empresas, revisa documentos, livros, cartilhas etc. Recebe entre 2 a 3.500,00 reais. Não acredito que o salário de um revisor contratado passe de 4 mil reais, mas posso estar enganado. Na verdade, a maioria dos profissionais, formados ou não, no caso de contratados, recebem, salvo exceções raras, esse valor médio de salário mais benefícios.

Revisor servidor público

Um Revisor de texto concursado pode ganhar, inicialmente, entre 4 a 10 mil reais, isso depende do órgão de atuação deste. Quando eu estagiei no Supremo Tribunal Federal, o salário inicial de um Revisor concursado era de cerca de 9 a 10 mil reais inicialmente. Esse valor poderia aumentar com curso de mestrado e doutorado na área. No caso do concurso de Revisor do Senado Federal, os salários são maiores.

Revisor freelancer

Revisores freelancer, geralmente, ganham mais do que um contratado e podem ganhar até mais do que um servidor público, mas isso é muito relativo. Revisores freelancer, embora ganhem mais do que um contratado, trabalham, geralmente, para empresas que repassam, apenas, uma pequena quantia do que cobram pelo serviço de Revisão de Texto (há várias modalidades de serviço e, portanto, vários preços). Alguns revisores freelancer têm clientes próprios e conseguem ter uma demanda grande de clientes. O custo médio de uma Revisão ortográfica e gramatical hoje é entre 5,00 e 6,00 reais por lauda. Dependendo da clientela do revisor, os ganhos mensais podem passar os 10 mil reais, uma vez que, no caso de revisão de um trabalho de 100 laudas, este chega a ganhar 600 reais. Mas há de levar em consideração os períodos em que a procura por esse serviço é baixa e que o Revisor recebe pouco.

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Frase, oração e período

Frase, oração e período

Frase, oração e período

Toda oração é uma frase, mas nem toda frase é uma oração. Orações têm verbo, frases não necessariamente.

FRASE

Frases podem ser constituídas de duas ou, apenas, de uma palavra, desde que faça sentido e seja contextualizada.

Exemplos de frase:

Fogo!

Alguns anos vivi em Itabira.

Que alegria!

Segundo Cunha e Cintra (2007), a frase pode conter uma ou mais orações. No caso de conter, apenas, um verbo, constitui uma oração; no caso de duas ou mais formas verbais integrantes de uma locução verbal, constitui mais de uma oração.

Ex:

1 oração

O dia decorreu sem sobressalto

2 orações

Fechei os olhos, meu coração doía.

 

 

ORAÇÃO

Enunciado que se estrutura com base em verbo ou locução.

 

PERÍODO

Período refere-se à organização da frase em uma ou mais orações. Estrutura-se em período simples ou período composto:

Período simples(contém, apenas, uma oração):

Cai o crepúsculo.

Período composto (contém duas ou mais orações):

Comprou chocolates e seguiu para a rua saltitante.

Para mais informações, sugiro o site:

http://www.educacao.cc/lingua-portuguesa/diferencas-entre-periodo-frase-e-oracao-na-gramatica/

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Hipertexto e gêneros digitais: algumas reflexões

Hipertexto e gêneros digitais
Gostaria de compartilhá-lo com os meus leitores. Apresento, por meio dele, algumas reflexões sobre a obra de MARCUSCHI, L. A. & XAVIER, A. C. (Orgs.) Hipertexto e gêneros digitais. Rio de Janeiro: Editora Lucerna, 2004.
  • Gêneros emergentes no contexto da tecnologia digital
    O Conceito de gênero textual diz respeito às novas práticas sociais diante das diversas práticas discursivas existentes hoje. Pode-se, grosso modo, pensar em um gênero, como um “texto em um contexto”. Segundo Miller, os gêneros seriam ações retóricas tipificadas produzidas em resposta às situações sociais recorrentes. Assim, os gêneros seriam instrumentos aptos para desenvolver ações sociais em situações específicas, que se definem por objetivos comunicativos, audiência, regularidades formais de conteúdos. Com as novas tecnologias digitais e as novas práticas sociais que são iniciadas com essas tecnologias, surgem novos gêneros, são os gêneros emergentes, inserindo-se em um novo contexto de comportamento comunicativo. Para Bolter, esse novo processo conduz uma cultura eletrônica com economia na escrita. Para David Crystal, esse processo assemelha-se a uma “festa linguística” onde levamos a nossa língua ao invés de nossa bebida. Yates afirma que esse processo ocorre porque está acontecendo uma radicalização do uso da escrita. Nessa perspectiva o gênero textual deve ser encarado como fenômeno social e histórico. Entre os gêneros mais conhecidos podemos citar: email, chat, entrevista com convidado, e-mail educacional, aula chat, vídeo conferência, lista de discussão, endereço eletrônico e outros.
    É evidente, no atual momento que nos encontramos, o fato de o gênero refletir estruturas de autoridade e relações de poder claras. Ou seja, por meio do estudo dos gêneros é possível refletirmos sobre as nossas práticas sociais. De acordo com Thomas Erickson, a interação on-line tem a característica de acelerar a evolução dos gêneros. Esse novo processo de interação altera o gênero. Uma característica fundamental da maioria desses gêneros emergentes é a inserção de elementos semióticos no texto. Para crystal, no entanto, o discurso eletrônico ainda encontra-se em estado selvagem e indomado sob o ponto de vista linguístico e organizacional. O que não quer dizer que não deve ser analisado e esquecido, o seu uso é fundamental à inserção no processo de interação social.
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Falar e escrever “errado”

Revisão de Texto

As pessoas que se dizem detentoras de um Português absoluto, praticamente inatingível, tanto em nível de fala quanto de escrita, estão completamente equivocadas com esse posicionamento. A ciência que estuda a Língua, a Linguística, comprova que o nativo de uma Língua “não comete erro”, especialmente em nível de fala. O que isso significa, Anderson Hander? Significa que a noção de “erro” estaria relacioanda, talvez, a um estrangeiro, àquele que não é membro da comunidade que fala a Língua. Ou seja, em nível de fala, quem faz a Língua de quem fala é quem fala e não a gramática normativa, a gramática normativa é parte da língua sim, mas é, apenas, um aspecto da Língua Portuguesa, obviamente, a mais prestigiada, a que permite que o falante ascenda socialmente, que deve ser utilizada em caso de linguagem formal (e mais relacionada à escrita do que à fala, porque, em nível de fala, praticamente NINGUÉM segue, à risca, normas gramaticais, nem mesmo os Ministros do STF, ao proferirem sentenças judiciais. E por que isso ocorre, Anderson Hander? Porque há aspectos na língua que revelam a subjetividade humana. Ninguém é uma máquina e completamente formal, objetivo. Além disso, os linguistas têm comprovado que, na fala, dependendo do contexto (+ formal ou + informal), existem níveis de formalidade, mas seria, praticamente, impossível atingir, plenamente, a formalidade na fala. Isso ocorre porque a fala está relacionada com o nosso pensamento que é, em virtude de sermos seres humanos, muitas vezes, desorganizado, mal formulado, nós não pensamos ou formulamos o pensamento, gramaticalmente falando, de uma maneira absolutamente lógica (o conhecimento permite melhor organizar esse processo mental, acredito). O pensamento pode até ser bem formulado, mas a essência de o que nos define nos leva a “erros”, especialmente em nível de ortografia (não se espera de um falante escolarizado que este escreva casa com “z”, mas, dependendo do contexto de produção textual, podemos perceber que esse mesmo falante não cometeu um erro, quando, por exemplo, há outra ocorrência no texto em que este escreve casa com “s”*. Acontece que, às vezes, os nossos olhares sobre o texto estão viciados (um filósofo grego, acho que Platão, dizia que o outro vê melhor, ou seja, fica difícil ter consciência sobre nós mesmos, sobre o nosso próprio texto, sobre os nossos próprios “erros”) e isso pode passar despercebido pelos nossos olhos, por isso TODO TEXTO PRECISA SER REVISADO, ATÉ TEXTOS DE REVISORES. E isso não significa um olhar absoluto sobre o texto, certo? Por isso existem várias edições, por exemplo, de um livro.

*Em nível ortográfico, acredito que, na dúvida, as pessoas devem consultar dicionários e devem prezar por uma escrita comprometida com a ortografia adequada (uma ou outra inadequações ortográficas até são compreensíveis, mas um texto cheio de problemas não dá, seja ele produzido por quem for e seja ele redigido conforme qualquer linguagem, seja ela formal ou informal (o que talvez seja aceito, no campo da literatura ou em relação à transcrição de entrevistas, são registros que, por uma questão de ênfase, tentam representar regionalismos, por exemplo).

Muitas inadequações estão relacionadas a essas questões. Vale ressaltar que algumas formulações são estigmatizadas na Língua Portuguesa não porque estão mais certas ou menos erradas, não faz sentido em língua falar em “mais certo” ou “errado”, inclusive porque língua é, também, cultura e, se aceitarmos essa afirmação, poderemos cometer os mesmos erros dos colonizadores do passado, afirmando que existe cultura (e língua ou fala) superior e cultura (e língua ou fala) inferior. O que existe, na verdade, é o estigma social e, no Brasil, a classe média ou alta parece fazer de tudo para manter o abismo entre a classe mais baixa e alta. Por isso existem essas manifestações absurdas sobre a maneira de um grupo que não é escolarizado falar e até mesmo escrever. É o mesmo caso em que uma pessoa elitizada ridiculariza uma outra pessoa pela internet que posta uma foto tomando banho em uma bacia nas redes sociais, em um dia de sol, com uma perede de fundo de reboco. Nesse caso, a pessoa é estigmatizada, e, por isso, é ridicularizada, mas ela faz a mesma coisa que o membro da sociedade que mora em uma área elitizada com piscina, em um dia ensolarado, faz. A diferença é que o rico ganhará curtidas e o pobre, nesse caso, não (ou ganhará somente do grupo ao qual pertence).

A questão é que aquela maneira que o “favelado”, “o pobre”, “o caipira” falam é característica de um grupo que fala daquele jeito. E, às vezes, aquele grupo não teve acesso a um processo formal de escolarizada. Mas a questão é mais contextual do que social. Não se espera que, em um contexto formal, se fale de determinada maneira, então, aquele que não teve acesso à educação, por exemplo, terá mais dificuldade para interagir nesses contextos mais formais. Por outro lado, não faz sentido a pessoa escolarizada exigir que aquele sujeito que não teve acesso à escola fale como um Mestre no contexto de fala e até de escrita que diz respeito ao meio dele, como um Doutor (e nem doutores e mestres falam com todo esse rigor não, viu?). As pessoas escolarizadas precisam “baixar um pouco a crista” para lidar com aqueles que não são como elas, ainda mais em um país como o nosso, o que é, no mínimo, uma questão de bom senso para quem conhece os nosso problemas sociais. Mais uma vez afirmo: quem faz a língua de quem fala é a comunidade que fala e não a gramática.

Vale lembgrar, também, que as ditas normas gramaticais estão presas a um rigor dos séculos passados, a um português muito próximo do português de Portugal, que nós, definitivamente, não falamos hoje. Alguns Linguistas chegam a afirmar que nós falamos outra língua diferente do Português de Portugal, com sintaxe, regência, semântica e outros aspectos que nos diferenciam.

Em nível de escrita, para compreender essa discussão, é importante conhecer o conceito dos chamados gêneros textuais (o gênero é como se fosse, grosso modo, um “texto em um contexto”). Cada gênero exige uma linguagem de acordo com o seu contexto de circulação e público-alvo. Alguns gêneros são mais formais e outros menos formais. Por exemplo, textos de blogue ou conversas de Whatsapp são característicos de linguagem dos gêneros digitais, são mais informais, diferentemente, por exemplo, de gêneros textuais jurídicos ou de gêneros acadêmicos, que exigem, geralmente, linguagem mais formal. O problema é que as pessoas não conseguem diferenciar língua falada de língua escrita formal, especialmente porque na escola não são ensinadas a fazer essa diferenciação.

Eu lecionei durante 10 anos e sempre trouxe essas reflexões para as minhas aulas, mas me foram impostas barreiras por parte da coordenação e do pensamento escolar que não tinha formação e maturidade para compreender essas questões e exigia aulas monótonas, descontextualizadas, de maneira a ensinar, aleatoriamente, regras gramaticais, apenas (e as próprias diretrizes educacionais referente ao ensino de Língua Portuguesa, os chamados Parâmetros Curriculares Nacionais corroboram o meu pensamento, mas a escola brasileira e muitos professores continuam presos a um paradigma “decoreba”, os próprios professores são analfabetos funcionais (é duro dizer isso) e isso reproduz-se em um ciclo sem fim…).

Como Revisor de Texto, posso dizer que as pessoas esperam de mim uma postura, em relação à Lingua Portuguesa, muito messiânica, como se eu fosse salvar os textos delas de todos os “erros”. Elas não aprenderam a escrever formalmente na escola e chegam a atribuir a mim a responsabilidade para com o texto delas, o que é muito perverso. Sempre esclareço para os meus clientes que, como revisor, ofereço contribuições aos textos deles, ou seja, eu não sou um ser absoluto, supremo que tudo sabe, que tudo vê, eu trago olhares a um texto que se revelam no período de tempo que o cliente solicita o serviço. Mas há tantos mal entendidos sobre o que é língua no Brasil… o pior de tudo é que professores insistem em manutencionar esse discurso, continuam insistindo em ensino decoreba de normas gramaticais, não tratam o assunto de uma maneira crítica, reproduzem os mesmos discursos e perpetuam a ignorância desta nação.

Difícil…

Eu tenho muitos posts escritos sobre essas questões, vejam o meu outro site:  andersonhander.wordpress.com

 

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Cascavel Revisão de Texto

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Cascavel Revisão de Texto

Somos um grupo de revisores e padronizadores formados pela Universidade de Brasília (UnB). Temos doze atestes de capacitação técnica na área de Revisão, padronização e diagramação de textos emitidos por órgãos públicos, ongs e instituições privadas, entre elas ONU, Fundação Cultural Palmares… Também temos registro no CNPQ. Revisamos, nos últimos anos, mais de 70 mil laudas, incluindo livros, dissertações de mestrado, teses de doutorado, artigos, revistas, cardápios, sites, blogs.

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 Obs: encaminhe o texto em formato Word. O trabalho será realizado por meio da Ferramenta Revisão do Word. Os textos serão entregues revisados em duas versões: uma versão com todas as alterações a serem visualizadas e a outra com as alterações aceitas.

Em virtude do ofício de Revisão de Texto consistir em um processo de construção textual, se houver necessidade de mais uma Revisão após a entrega do texto, será cobrado 25% sobre o último valor acordado para cada novo olhar lançado ao texto.

Valores e serviços

1 – formatação (conforme a ABNT, APA, Vancouver ou manual desejado): 3,00 reais a lauda. Inclui formatação conforme as Normas da ABNT ou manual desejado;

2 – revisão ortográfica e gramatical: 5,00 reais a lauda. Inclui revisão ortográfica conforme o Novo Acordo Ortográfico, observação de aspectos de concordância/regência nominal e verbal, crase, pontuação e outros aspectos gramaticais relativos à linguagem do gênero textual proposto;

3 – revisão ortográfica e gramatical + formatação (ABNT ou manual desejado): 7,00 reais a lauda. Inclui revisão 2 + formatação (ABNT/outros);

4 – revisão crítica: 10,00 reais a lauda. Inclui revisão 1, além de sugestões estilísticas, *reescrita/sugestão de reescrita de parágrafos mal elaborados, adequação vocabular, progressão textual e aspectos de coesão e coerência. Essa revisão também inclui sugestões e dicas em relação ao gênero textual proposto;

5 – revisão crítica + formatação (conforme ABNT ou manual desejado): 12,00 reais a lauda. Inclui revisão 4 e contempla algumas questões relativas à padronização de seu texto que não são estabelecidas, por exemplo, pelas normas da ABNT (ou pela maioria dos manuais universitários) e por manuais gramaticais ou ortográficos, como é o caso de uniformização de siglas, uniformização de pontuação ao final de enumeração, uniformização de iniciais minúsculas ou maiúsculas, uniformização de extensão de parágrafos, enfim, questões relacionadas à lógica organizacional do próprio texto e de seus elementos;

6 – revisão de redação: 40,00 reais por página. Corrigimos a sua redação conforme padrão de correção do ENEM, UnB ou universidade desejada. O serviço inclui revisão ortográfica e gramatical, contemplando os seguintes aspectos: novo acordo ortográfico, observação de adequação vocabular, comandos da proposta de redação, adequação vocabular, coesão e coerência, observação a respeito de regras de pontuação, uso de crase, regência verbal e nominal, e concordância verbal e nominal. O serviço também inclui crítica em relação ao conteúdo do texto (feitas por meio de caixas de comentários), bem como adequação da linguagem ao gênero textual proposto. Para cada redação revisada, poderá ser encaminhada, gratuitamente, uma nova versão reescrita desse texto com base nas considerações propostas pelo revisor;

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Maringá Revisão de Texto

 

Maringá Revisão de Texto

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 Obs: encaminhe o texto em formato Word. O trabalho será realizado por meio da Ferramenta Revisão do Word. Os textos serão entregues revisados em duas versões: uma versão com todas as alterações a serem visualizadas e a outra com as alterações aceitas.

Em virtude do ofício de Revisão de Texto consistir em um processo de construção textual, se houver necessidade de mais uma Revisão após a entrega do texto, será cobrado 25% sobre o último valor acordado para cada novo olhar lançado ao texto.

Valores e serviços

1 – formatação (conforme a ABNT, APA, Vancouver ou manual desejado): 3,00 reais a lauda. Inclui formatação conforme as Normas da ABNT ou manual desejado;

2 – revisão ortográfica e gramatical: 5,00 reais a lauda. Inclui revisão ortográfica conforme o Novo Acordo Ortográfico, observação de aspectos de concordância/regência nominal e verbal, crase, pontuação e outros aspectos gramaticais relativos à linguagem do gênero textual proposto;

3 – revisão ortográfica e gramatical + formatação (ABNT ou manual desejado): 7,00 reais a lauda. Inclui revisão 2 + formatação (ABNT/outros);

4 – revisão crítica: 10,00 reais a lauda. Inclui revisão 1, além de sugestões estilísticas, *reescrita/sugestão de reescrita de parágrafos mal elaborados, adequação vocabular, progressão textual e aspectos de coesão e coerência. Essa revisão também inclui sugestões e dicas em relação ao gênero textual proposto;

5 – revisão crítica + formatação (conforme ABNT ou manual desejado): 12,00 reais a lauda. Inclui revisão 4 e contempla algumas questões relativas à padronização de seu texto que não são estabelecidas, por exemplo, pelas normas da ABNT (ou pela maioria dos manuais universitários) e por manuais gramaticais ou ortográficos, como é o caso de uniformização de siglas, uniformização de pontuação ao final de enumeração, uniformização de iniciais minúsculas ou maiúsculas, uniformização de extensão de parágrafos, enfim, questões relacionadas à lógica organizacional do próprio texto e de seus elementos;

6 – revisão de redação: 40,00 reais por página. Corrigimos a sua redação conforme padrão de correção do ENEM, UnB ou universidade desejada. O serviço inclui revisão ortográfica e gramatical, contemplando os seguintes aspectos: novo acordo ortográfico, observação de adequação vocabular, comandos da proposta de redação, adequação vocabular, coesão e coerência, observação a respeito de regras de pontuação, uso de crase, regência verbal e nominal, e concordância verbal e nominal. O serviço também inclui crítica em relação ao conteúdo do texto (feitas por meio de caixas de comentários), bem como adequação da linguagem ao gênero textual proposto. Para cada redação revisada, poderá ser encaminhada, gratuitamente, uma nova versão reescrita desse texto com base nas considerações propostas pelo revisor;

7 – revisão de anúncios publicitários: 50,00 reais por anúncio. O serviço inclui avaliação crítica a respeito da lógica organizacional do anúncio: estética, significação de cores, coesão e coerência, articulação entre linguagem verbal e não verbal, adequação de linguagem verbal e não verbal ao público-alvo. Também serão analisados os sentidos revelados pelo anúncio. Além das indicações de correção no próprio anúncio, o cliente receberá um relatório crítico contemplando todos os aspectos de análise.

Obs: 1 lauda = 1.300 caracteres

Encaminhe o seu trabalho/texto para orçamento ou inform-me nos a quantidade de lauda.

mantemos sigilo de todas os textos que revisamos.

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Uso de letra maiúscula

Uso de letra maiúscula

Uso de letra maiúscula

Quando usar

  1. Para destacar algum vocábulo ( o destaque precisa ser coerente com a proposta do trabalho. Por exemplo, no caso de trabalho da área de direito, faz sentido utilizar letra maiúscula para se referir a advogado ou ao ramo do direito).
  2. Nomes de teorias, de períodos históricos ou de guerras.
  3. Nomes de países, cidades, estados e continentes.
  4. Nomes próprios ou de livros, músicas.

Quando não usar

  1. Evite utilizar maiúsculas para títulos de seções de trabalhos (tenho notado que esse uso não é significativo).
  2. Após dois pontos, salvo exceções, não se utiliza inicial maiúscula, mesmo em enumeração ou em citações.
  3. Não utilize inicial maiúscula aleatoriamente. O uso de inicial maiúscula precisa ser justificado, sempre. Em determinados casos, faz mais sentido utilizar algum outro destaque como caixa alta, itálico, negrito…
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