Revisão de Texto como Processo Recursivo

Trago várias reflexões em meu site que desconstroem o senso comum sobre Revisão de Texto no Brasil. Quando afirmo que o texto é um processo, sempre, inacabado, isso tem grande impacto para a prática de Revisão de Textos, mas poucos conseguem refletir sobre esses dizeres, infelizmente, até mesmo alguns revisores.

As pessoas têm, muitas vezes, a visão delas, seja em relação ao conhecimento, à própria vida ou a qualquer outra questão, muito polarizada (ou se espera x ou se espera y). Em relação à Revisão de Texto, para o senso comum, esse ofício constitui uma etapa de um processo cujo objetivo é “salvar o texto de todos os erros” e eu até diria “ressuscitá-lo”, quando este está fadado a outro plano (há casos em que somente o “renascer”, a reescrita, pode dar vida a um novo texto).

A Revisão constitui, em si, uma tarefa dita tão absoluta que o próprio autor atribui ao Revisor as suas obrigações, como se este fosse um messias, salvador. É preciso, no entanto, desconstruir essas concepções equivocadas, para que haja maior eficácia e qualidade em relação ao dito texto final para publicação.

Nesse sentido, gosto de trazer a concepção de Revisão como um processo recursivo, que pode, e deve, ser realizado em qualquer momento. Isso desconstrói a ideia de que o Revisor é o juiz absoluto do texto, aquele que “dá a última sentença” ou mesmo mal entendidos que, erronea e perversamente, atribuem ao Revisor a responsabilidade do autor.

A imagem que trouxe no início deste artigo é bastante esclarecedora sobre o que é recursividade nesse contexto. E isso se deve ao fato de o texto ser produto do pensamento e, portanto, estar, em processo de (des)construção. Mesmo que ocorra publicação (o que esclarece edições posteriores à publicação, em que existe, também, processo de Revisão de Texto), ou que haja uma “dita” Revisão final, ou Revisão para publicação, todo texto, sempre, poderá ser reformulado.

Não quero dizer com isso que as inadequações ortográficas e gramaticais de um texto devem ser naturalizadas, mas que, mesmo que um texto não tenha problemas ortográficos e gramaticais, por exemplo, este, ainda sim, poderá ser reformulado, melhor adequado a determinado gênero textual. E que não é incomum que, ora ou outra, haja alguma inadequação em um texto.

Esses dizeres trazem como implicação (ou deveriam trazer) a compreensão de que é necessário, às vezes, dependendo da qualidade do texto de autores, segunda ou terceira Revisão de Texto e eu até diria processos de edição ou reescrita do texto por parte do autor, especialmente nos casos em que este desenvolve um texto qualquer, sem pensá-lo e o “larga” nas mãos do Revisor.

Recentemente, li um artigo que traz algumas concepções sobre recursividade para o ofício de Revisão de Textos. Achei extremamente pertinente o texto e compartilho parte deles com vocês, para complementar as leituras que trago em meu site.

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Revendo os dizeres sobre Revisão

Em uma perspectiva tradicional, a revisão é vista como uma etapa subsequente à produção escrita, principalmente de alunos, com o objetivo de corrigir o texto e detectar transgressões nas convenções da norma culta. Tal concepção é pautada no senso comum de que revisar resume-se a corrigir ortografia, pontuação, concordância verbal e nominal, de acordo com as normas apontadas em gramáticas, dicionários e manuais, sendo a revisão tratada como uma das etapas de reescritura em que se focalizam os aspectos estruturais do texto.
Porém, há estudos que apontam a revisão como uma atividade recursiva, a qual pode ocorrer em qualquer etapa do processo, deixando de lado a concepção de etapas lineares, conforme mostra Gehrke (1993, p. 121), recorrendo a outros autores, que concebem a revisão como Revisão de textos: da prática à teoria “uma atividade reflexiva e expressiva” (BOIARSKY, 1982); “exercício do pensamento crítico que conduz à descoberta e à redução de entropia” (MARDER et al., 1982); “conjunto de
processos iguais: o processo releitura/revisão” (HALL, 1982); “a revisão na escrita e a leitura crítica são ‘dois processos espelhando-se um no outro’” (FITZGERALD, 1989); “tarefa de ajustar intenções e convenções” (NOLD, 1982); “pragmática da autoavaliação” (BEACH, 1982); “a empatia ou a adoção da perspectiva do outro como o aspecto fundamental da revisão” (SPEAR, 1982); “uma sequência de mudanças na composição” (SOMMERS, 1982); “dissonância entre os planos e os objetivos
estabelecidos para um determinado texto e os planos e objetivos do escritor para a escrita em geral” (HAYES et al., 1985). Essas abordagens reforçam que a revisão consiste em uma atividade de rever e retrabalhar um texto, diferentemente da ideia de linearidade, na qual cada etapa sucede a outra predeterminada. A revisão também é tratada como processo recursivo, no modelo de escritura de Hayes e Flower (1981), sendo constituída por dois outros subprocessos, quais sejam: a leitura e a editoração, podendo a revisão interromper o processo de escritura em qualquer ponto, daí ser associada a um texto em progressão.
Seguindo a mesma abordagem cognitivista desse modelo de escritura, em estudo posterior, Hayes et al. (1987) propõem três subprocessos centrais na atividade de revisão – a definição da tarefa, a avaliação e a estratégia de seleção – os quais influenciam e são influenciados pelos conhecimentos do revisor acerca dos objetivos, critérios e restrições para os textos.
Em relação à definição da tarefa a ser executada, o revisor deve inicialmente especificar se vai revisar pela clareza ou pela elegância, segundo os objetivos do escritor; quais traços do texto vai examinar, se os globais ou os locais; como vai proceder a tarefa de revisar, se em um passo ou em vários. Para os autores, esse subprocesso se constitui na base de todas as outras tarefas de revisão, uma vez que reflete as concepções subjacentes do que Risoleide Rosa Freire de Oliveira significa revisar, quais atividades particulares estão envolvidas nesse processo, além do modo como devem ser gerenciadas.
Na avaliação, subprocesso seguinte, o revisor aplica os objetivos e critérios determinados na definição da tarefa, tendo a leitura um papel fundamental, uma vez que nessa etapa o texto é lido com o objetivo de serem compreendidos, avaliados e definidos problemas. Essa detecção e esse diagnóstico de problemas gerados pela avaliação possibilitam que o revisor selecione estratégias tanto para ignorar esses problemas ou buscar mais informações para esclarecê-los, quanto para modificar o texto, reescrevendo-o.
Segundo os autores, a análise de protocolos verbais de sujeitos engajados no processo de revisão lhes permitiu relacionar habilidades presentes na leitura para avaliar/revisar. Eles observaram que as habilidades de leitura implicadas na revisão são as mesmas de ler para compreender, porém com as exigências adicionais de avaliar e definir problemas. Quanto aos problemas de ortografia e gramática, ambiguidades e referência, lógica e inconsistências factuais e transgressão de esquemas, de estrutura textual, incoerências, desorganização, tom inapropriado, complexidade, Hayes et al. (1987) propõem como soluções nova grafia, construções e interpretações alternativas, novos exemplos e evidências, analogias e elaborações, reorganização, planos alternativos, novo conteúdo e novo tom.
De acordo com esse modelo, o revisor, ao engajar-se na construção da representação interna do texto e da resposta do leitor virtual, pode empregar os três subprocessos propostos, fazendo-os interagir, ou seja, concomitantemente à compreensão do texto ocorrem a avaliação e a definição de problemas, daí por que o comportamento do revisor é diferente daquele do leitor comum, uma vez que o revisor detecta e diagnostica eventuais problemas do texto e procura dar-lhes soluções.
Revisão de textos: da prática à teoria Dahlet (1994) enfoca a revisão de texto como a terceira das operações que compõem a produção escrita, subsequente à planificação e à textualização. Subdivide, por sua vez, as operações de revisão em outras duas: as de “operações de retorno crítico ao texto”, por meio das quais são detectadas as possíveis
incorreções ou violações da norma culta e diagnosticados os fatores geradores de incompreensão, e as de “operações de adequação definitiva”, destinadas a elidir as falhas encontradas. A revisão, como processo de alteração de um texto com o objetivo de melhorá-lo como um todo, detecta dois obstáculos por parte do aluno, de acordo com Dahlet (1994, p. 90): “uma dificuldade cognitiva, a da autoavaliação, e uma dificuldade metodológica, a de considerar tal alteração, seja global seja local”. Para solucionar tais problemas, o autor sugere a redação coletiva e o “conserto” de textos como acompanhamento do retorno crítico do aluno ao seu texto.
Dolz e Pasquier (1995) recomendam uma pausa para revisão-reescrita, decorrido um tempo da escrita da primeira versão, na fase de aprendizagem da escrita de um gênero. Para eles, esse tempo facilita o distanciamento que o aluno necessita para refletir sobre sua própria produção. Além disso, os professores podem desenvolver atividades de ensino e aprendizagem sobre as diferentes dimensões textuais consideradas difíceis naprimeira versão, como pontuação, tempos verbais, organização
do conteúdo temático, entre outras, assim como as técnicas próprias da revisão, discutindo as diferentes possibilidades de apagamento, substituição, deslocamento, em função de critérios de legitimidade e eficácia comunicativa.
Em trabalho posterior, Dolz e Pasquier (1996), ao defenderem métodos indutivos de aprendizagem, em substituição aos tradicionais métodos transmissores frontais, consideram as atividades de revisão e reescrita mais formativas que a simples correção normativa, levando o aluno a adotar uma posturacrítica em relação ao seu próprio texto.
Risoleide Rosa Freire de Oliveira Dentre os poucos estudos desenvolvidos no Brasil referentes à atividade de revisão, embora sem tê-la como foco central, encontram-se os de Serafini (1992), Dellagnelo (1998) e Garcez (1998).

Olveira, Risoleide Rosa Freire de. Revisão de Textos: da prática à teoria. EDUFRN. Natal. 2016.

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Revisão de Texto

Revisão de Texto consiste, grosso modo, no processo de conferência e ajuste de normas  de textos, mas não se limita, apenas, a esse processo. É comum que Revisores busquem, por exemplo, uniformizar a linguagem de textos de autores (+ ou – formal) levando em consideração o gênero textual, o público-alvo ao qual o texto se destina e contexto de circulação deste. O processo é variável, mas pode ocorrer em nível lexical, morfológico, sintático, pragmático e estilístico. Isso significa que o Revisor pode alterar uma palavra, uma sentença, uma oração, um parágrafo, uniformizar o estilo do texto do autor e até desconstruí-lo por meio de crítica.

São poucos os revisores que trabalham com essa concepção mais crítica. A grande maioria deles pensa, portanto, o ofício de revisão de maneira limitada, realizando, apenas, alterações gramaticais e ortográficas. Outros, inclusive, não fazem distinção, por exemplo, entre Revisão de Texto, formatação e diagramação. Há  outro grupo que se julga bom leitor e conhecedor de normas relativas à gramática normativa, e acredita ser competente para, sem formação, ou formação em qualquer área do conhecimento, revisar textos.

Até chegar a sua versão final, o texto deve ser submetido a diversas fases de revisão. Após a primeira revisão, que deveria ser realizada pelo autor, o Revisor revisa o trabalho para que os eventuais problemas e/ou inadequações sejam reduzidos. A “última fase” do processo de Revisão de Texto consiste na conferência por parte do autor das interferências do Revisor, para verificar se suas intenções e ideias foram corretamente interpretadas.

O processo de Revisão de Textos pode ser dividido nas seguintes etapas, aplicáveis segundo o tipo de texto em questão:

Revisão primária

A primeira revisão aponta incoerências, repetições, uso inadequado da língua e falta de normalização. Vale-se, normalmente, de mecanismos eletrônicos de verificação da ortografia e sintaxe. Nesse etapa, também, pode ocorrer o processo de Formatação e organização básica do texto, para que, futuramente, se for o caso, seja diagramado para publicação.

Revisão secundária

Verifica a uniformidade e constância temporal e pessoal das formas verbais, vícios de eufonia, linguagem oral ou desconhecimento etimológico, clareza, ordenação sintática e hierarquização das idéias. Verificação dos aspectos linguísticos, conferindo os diferentes aspectos:

– erros de digitação, ortografia, pontuação e concordância não detectáveis pelos revisores eletrônicos;

– uniformidade e constância temporal e pessoal;

– vícios decorrentes da linguagem oral ou desconhecimento etimológico;

– vícios de eufonia (cacófatos e outros);

– ordenação sintática e hierarquização das ideias;

– Revisão de provas gráficas;

– Revisão do texto já diagramado em formato de página, checando não só erros de português como inconsistências de tipologia, espaços a mais ou a menos, numerações e problemas de paginação.

Vale ressaltar que todos esses processos podem ser personalizados. O procedimento explicado neste post se refere, basicamente, ao processo que ocorre em editoras. Na verdade, o tipo de Revisão e a maneira que esta ocorrerá dependerá das estratégias de Revisão de Texto do Revisor, de sua oferta de serviço (eu, por exemplo, ofereço um serviço intitulado Revisão Crítica) e do próprio autor. Assim, 

Revisão acadêmica

Busca, grosso modo, uniformização de normas gramaticais de textos acadêmicos de maneira a trazer linguagem formal ( há certa oscilação de uma área para outra. No caso da área do Direito, os pesquisadores têm  linguagem mais específica, que, inclusive, é somente utilizada por (a) eles. Algumas áreas, especialmente áreas de humanas, aceitam uma linguagem menos “carregada” e eu diria “acessível”, em que é permitido, inclusive, o uso de primeira pessoa do singular (eu). Assim, 

Revisão técnica

Requer a interferência crítica de um especialista em relação ao conteúdo do texto, buscando desconstruí-lo e invalidá-lo, para que ele tenha (ou não) validade, representando um importante recurso para os autores.

Revisão final

Refere-se à última leitura do texto antes da entrega. Verifica erros e imprecisões remanescentes.

A fim de organizar a rotina de trabalho, favorecendo o treinamento dos profissionais em formação e garantindo a padronização em equipes de trabalho, sugere-se a utilização de uma lista de checagem. Nenhuma lista de checagem é completa ou perfeita, elas se sobrepõem e se complementam. Portanto,

Checagem objetiva

Primeira etapa: corrigir os erros de textos em versão eletrônica, eliminando as inadequações recorrentes deste tipo de redação e edição pelo autor.

Segunda etapa: objetiva sanar as inadequações mais comuns, que ocorrem em abundância em quase todos os textos, devem ser procurados de forma sistemática ao longo do trabalho. Como o abuso de pronomes e artigos indefinidos, uso inadequado de comparativos, entre outros.

Checagem subjetiva

Compreende aspectos que somente a leitura atenta do texto inteiro pode proporcionar.

Há vários outros tipos e técnicas de Revisão de Texto. Cada Revisor trabalho de uma maneira.

A seguir, algumas reflexões que podem ser utilizadas como guia de checagem.

– O texto é amigável, incluindo apenas o que o leitor precisa saber?

– O texto apresenta uma tese ou um propósito?

– Os parágrafos se relacionam com a tese ou propósito?

– Os detalhes de cada parágrafo se relacionam com a ideia central?

– Alguns detalhes devem ser movidos para outro parágrafo?

– Há uma frase de conclusão para o parágrafo?

– Há transição entre os parágrafos?

– O verbo concorda sempre com o sujeito?

– A escolha e posição dos pronomes está correta?

– As estruturas de coordenação e subordinação sintática estão corretas?

– Há orações muito longas que devem ser separadas?

– Há sequências de frases muito curtas?

– Há palavras faltando?

– Há palavras repetidas?

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Revisão Ortográfica e Gramatical, e Revisão Crítica

Macapá Revisão de Texto

Memórias de um Revisor de Texto: Revisão Ortográfica e Gramatical, e Revisão Crítica

Em relação aos serviços que ofereço, relativos ao ofício de Revisão de Texto, destaco: Revisão Ortográfica e Gramatical, e Revisão Crítica. Seguem alguns esclarecimentos a uma cliente a respeito de cada um desses serviços.

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Bom dia!

Fico feliz que tenha interesse em saber mais informações sobre o meu serviço. 
Seguem explicações.

A Revisão Ortográfica e Gramatical inclui alterações relativas à pontuação, crase, regência verbal, regência nominal, tempo verbal, concordância nominal, concordância verbal, colocação pronominal etc.

A respeito de “trocar palavras por sinônimos”, eu acredito que você se refere ao serviço de copidesque, que intitulo de Revisão Crítica (também inclui a Revisão Ortográfica e Gramatical), cujo custo é de 10,00 reais por lauda. 
A Revisão Ortográfica e Gramatical é uma revisão mais simples. Eu a recomendo para o caso de textos que não estejam tão mal redigidos. Por meio desse serviço, realizo intervenções, apenas, ortográficas e gramaticais. Se houver algum período muito informal, mas que não tenha problema ortográfico e gramatical, eu não faço intervenção alguma, mas deixo um comentário ao cliente para que ele mesmo o altere, assim como os casos de períodos mal pensados ou com problema de conteúdo. 
Um período pode estar adequado em termos ortográficos e gramaticais, mas pode ser inadequado para determinado gênero em nível de formalidade (mas isso não implica “erro”). Os ditos “erros”, cometidos pelo cliente, se referem a inadequações relativas às normas de uso formal para a Língua Portuguesa do Brasil. No entanto, cada autor tem um estilo de escrita. Há oscilação para o nível de formalidade da escrita de muitos autores em relação à formalidade ou à informalidade. É possível encontrar ocorrências formais ou informais em um texto, mas isso não implica erro ortográfico e gramatical, embora haja necessidade, acredito de melhora do texto, para que este esteja mais elegante e coerente com o gênero textual.
Exemplo:

1. Erro ortográfico e gramatical (em amarelo)

Exceder o limiti * de velocidade nas rodovias federais implicará em* multas pesadas para o condutor do veículo.
limiti = limite
implicará em = (a regência adequada, nessa oração, para o caso desse verbo, é “implicar multas”. O verbo, nesse caso, é transitivo direto).
* No caso dessas ocorrências, eu realizo as devidas alterações para o cliente.

2. Ocorrência informal em texto acadêmico, que não implica erro ortográfico e gramatical (em vermelho)

Durante a coleta de dados, o paciente quase morreu de rir… (registro informal, relativo à linguagem falada, inadequado para um texto acadêmico*). Não há erro ortográfico e gramatical para esse registro.
* No caso de ocorrências como esta no texto, eu as sinalizo ao cliente, mas não as altero para o serviço de Revisão Ortográfica e Gramatical, somente para o caso da Revisão Crítica, em que trago soluções estilísticas, por exemplo.
Sugiro que leia o meu artigo, explicando como funciona a ferramenta que utilizo para Revisão de Texto no Word:

https://criteriorevisao.com.br/ferramenta-para-revisao-de-texto-no-word/

A respeito de solicitação de segunda ou de terceira Revisão de Texto, você pode solicitar que o seu texto seja revisado, novamente, quantas vezes você quiser. Há um custo adicional para esse serviço. O custo é de 20% em relação ao último valor acordado para cada vez que o texto for encaminhado. 
Em relação à qualidade do serviço, eu sugiro que você leia os seguintes artigos para compreender como funciona o meu serviço, como eu trabalho, bem como verifique a minha qualificação (também esclareço que não trabalho com a noção de entrega de um texto absoluto, dito pleno e perfeito. É preciso que o cliente compreenda que, anterior à minha Revisão de Texto, o texto foi redigido pelo cliente e contém problemas. Ás vezes, o serviço de Revisão Ortográfica e Gramatical não é suficiente, somente, para trazer certa qualidade ao texto do cliente, inclusive, porque, sempre, após a entrega do texto revisado ao cliente, eu deixo comentários a este em relação a vários períodos que precisam ser reformulados ou repensados. Após a entrega, para que eu verifique o texto novamente, há um custo adicional, para cada vez que o texto for encaminhado. Alguns clientes encaminham o texto novamente para segunda ou terceira Revisão de Texto (o que é um consenso em minha área), outros não. Você pode pensar no termo QUALIDADE em relação à somatória de todos esses fatores supracitados. 
Currículo
Portfólio
“Erro” de Revisão de Texto
Algumas considerações sobre Revisão de Texto
Estou à disposição.
Saudações.
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Contato
Facebook: https://web.facebook.com/criteriorevisao/ (curta a nossa página no Facebook!)

Telefone: (61) 99801-6596 (Whatsapp)

Skype: criteriorevisaotextual

E-mail: andersonhander@gmail.com ou servicos@criteriorevisao.com.br

Instagram: @criteriorevisao (siga-nos!)

Aguardamos o seu contato.

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Revisão Ortográfica e Gramatical, e Revisão Crítica

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Ferramenta para Revisão de Texto no Word

Ferramenta para Revisão de Texto no Word

Trabalho há muitos anos com Revisão de Texto e utilizo uma ferramenta no Word que é bastante eficiente para destacar ao cliente os ajustes que são realizados no texto. Revisores, hoje, não utilizam mais aquelas simbologias para marcar inadequações ou erros no texto, bem como outras especificidades como espaçamentos inadequados ou, por exemplo, as chamadas “linhas órfãs”*. Inclusive, porque, geralmente, os clientes, que receberão o texto revisado, autores e responsáveis pelo texto, não têm conhecimento algum a respeito delas. Portanto, pensando em uma exposição clara a respeito do serviço de Revisão de Texto, muitos Revisores preferem o recurso do Word (um dos softwares para edição textual mais utilizados hoje) chamado Revisão de Texto.

Não gosto de entregar a Cliente algum um “produto” absoluto, finalizado. Acredito que o texto constitui um processo de construção, sempre, inacabado e que a minha intervenção como Revisor é, de certa maneira, limitada. Quero dizer que, como Revisor, não sou autor e, mesmo as alterações que julgo essenciais ao texto, ortográficas e gramaticais, devem ser observadas pelo cliente, que deve acatá-las (ou não) por meio da ferramenta Revisão de Texto do Word. Eu sugiro que as alterações ortográficas e gramaticais que realizo sejam aceitas, no caso de ajustes relativos a inadequações ou, como muitos prefiram dizer: erros. Diferentemente de alterações estilísticas, em que trago sugestões aos autores e estas são opcionais.

* Grosso modo, “uma linha órfã” corresponde a uma linha separada de um parágrafo, por exemplo, “solta” ao final da sequência textual de uma página.

Hipoteticamente, é possível pensar na primeira linha que inicia um parágrafo, em que, apenas, esta aparece ao final da página e as linhas restantes do parágrafo encontram-se na página seguinte. Nesse sentido, a linha é considerada “órfã”, pois constitui, apenas, a única linha de um parágrafo que se encontra em uma página separadamente das outras.

As alterações são realizadas de modo que o cliente possa verificar o que foi excluído do texto e o que foi acrescentado. Se algum vocábulo foi retirado, este aparece riscado em cor diferente da cor original do texto. O recurso, também, permite que sejam indicados comentários a orações ou a palavras no corpo do texto, para que haja explicações relativas, por exemplo, a períodos mal elaborados ou sugestões com indicações vocabulares ou reestruturação de períodos ma elaborados.

Após o término do serviço, encaminho um pequeno tutorial, explicando aos clientes como aceitar, rejeitar, excluir os comentários que deixo no texto, bem como parar o controle de alterações do recurso Revisão de Texto no Word.

Para retirar os comentários deixados no Word por meio da Ferramenta Revisão de Texto, basta clicar, na aba superior do Word, no botão, mais à direita, REVISÃO.

Haverá um outro botão, mais à direita, escrito ACEITAR (por meio do qual será possível aceitar ou rejeitar as alterações*). Basta clicar na seta para baixo do botão ACEITAR e, em seguida, escolher a opção desejada (aceitar ou rejeitar alterações e parar o controle).

É possível, também, controlar as alterações por meio do botão direito do mouse sobre o vocábulo ou período destacado. Então, aparecerá a opção aceitar ou rejeitar alteração. Basta selecionar uma dessas opções para controlar as alterações feitas.

Para retirar os comentários, na mesma aba desse botão, há uma opção chamada comentários (mais à direita). Para isso, basta clicar na seta abaixo de comentário e, em seguida, escolher a opção: excluir todos os comentários.
Na imagem supracitada, o comentário deixado se refere ao período destacado em cor rosa. Além disso, os problemas do texto aparecem riscados em vermelho. As inserções aparecem destacadas, também, em vermelho, mas estão sublinhadas.

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Revisão de textos acadêmicos

Compartilho, neste post a respeito de Revisão de Textos acadêmicos, cinco razões pelas quais acredito que o seu texto deva ser revisado por um profissional especializado em Linguística, com formatação em Letras, curso de Mestrado/Doutorado, também, nessa área. Não entregue o seu texto nas mãos de profissionais de outras áreas, ou, simplesmente, nas mãos de professores de Língua Portuguesa que não tenham experiência, especificamente, no ramo de Revisão de Texto.

5 razões pelas quais você deve revisar o seu texto com profissional especializado

  1. A dissertação de Mestrado e Tese de Doutorado, diferentemente de outros gêneros textuais, que são mais popularmente conhecidos, contêm especificidades que devem ser levadas em consideração durante a Revisão de Texto. A atenção a essas especificidades, que dizem respeito à maneira pela qual o texto é desenvolvido, bem como envolve questões relativas ao desenvolvimento de pesquisa em si, não é, comumente, dada por aqueles que não têm experiência na pós-graduação, especialmente, em nível de Mestrado. A graduação não prepara estudantes, especialmente oriundos do curso de Letras, para desenvolverem pesquisa. Muitas vezes, o mestrado é o primeiro contato eficaz de formação de um pesquisador. Sem essa base consolidada, o olhar do Revisor de Texto torna-se limitado. Além disso, é importante, também, que o Revisor tenha experiência com revisão de dissertações de várias áreas, pois cada ciência tem os seus próprios paradigmas científicos, bem como segue orientações específicas para o desenvolvimento de textos acadêmicos.
  2. Evite encaminhar o seu texto para ser revisado por alunos de graduação ou por pessoas que não tenham formação, específica, na área de Letras. Desconfiem daqueles que propõem, apenas, algumas poucas alterações em seu texto ou que não trazem comentários relativos a estruturas que precisam ser reformuladas. Jornalistas dizem-se, muitas vezes, Revisores, Professores de história, mas não têm formação para isso. Da mesma maneira que um profissional na área de Letras não tem formação para atuar em áreas como jornalismo, o profissional de jornalismo não tem formação para atuar na área de Letras, como é o caso do ofício de Revisão. Ocorre que, em virtude de o curso de jornalismo ter maior prestígio social, os estudantes dessa área se empoderam desse fato para oferecer, indevidamente, esse serviço. Revisores de texto precisam de formação em linguística. Estudantes de Letras estudam semântica, sintaxe, morfologia, morfossintaxe, latim e várias outras disciplinas que são essenciais ao olhar do Revisor de Texto, estudantes/profissionais de jornalismo, ao contrário, não têm essa formação. Se eu acredito que nem o curso de Letras é suficiente para formar um Revisor, imagine em relação à formação de estudantes de jornalismo e história… cuidado!
  3. Muitos estudantes intitulam-se bons leitores e conhecedores da Língua Portuguesa. Ser um bom leitor não necessariamente torna alguém um bom Revisor de Texto. Um bom Revisor de Texto, além de ter formação específica na área de Letras e, também, na própria área de Revisão de Texto, precisa de ter anos de experiência nessa área, revisando diversos gêneros textuais. Os olhos de quem, simplesmente, lê não são os mesmos de quem Revisa e trabalha com Revisão de Texto. Inclusive, posso dizer por experiência própria, o meu olhar sobre qualquer texto, mesmo quando lanço um olhar curioso como “leitor”, não é o mesmo desde quando comecei a trabalhar na área de Revisão. Quando Reviso um texto, estou próximo do meu consciente.
  4. Muitos professores de escolas, além de conciliarem o ofício de Revisão com suas atividades em sala de aula, o que diminui, acredito, a qualidade do serviço, em virtude de estes, apenas, compreenderem este ofício como “um bico” e de não se dedicarem o tempo que deveriam para o ofício, não têm conhecimento suficiente sobre o texto acadêmico, especialmente em nível de mestrado. Não desmereço o trabalho de meus colegas, mas acredito que o fato de um Professor revisar textos de escola (muitas vezes sem nem serem pagos para tal, trabalhando sobre pressão) não constitui uma boa justificativa para que estes revisem textos acadêmicos, que necessitam de extrema atenção e cuidado.
  5. Desconfiem de profissionais que oferecem resultados absolutos, daqueles que não deixam claro a importância de o texto chegar às mãos do Revisor com certa qualidade, para que o serviço, de fato, seja eficaz e a publicação do material seja satisfatória. Se você, pesquisador/estudante, não desenvolveu uma boa dissertação/tese, não acredito que um terceiro, um Revisor de Texto, fará “milagres” em seu texto. O fato de o texto ter sido mal formulado por você limita bastante as contribuições que um revisor pode lançar ao seu trabalho acadêmico. Isso parece irracional, certo? Mas não. Não espere e não pense que o Revisor de Texto fará o seu trabalho, desconfie daqueles que afirmam ser possível trazer contribuições em nível de conteúdo. O papel do Revisor não é este. Ele pode até trazer um olhar mais acadêmico ao seu trabalho, em relação á organização do gênero textual em si, mas não deve, jamais, por exemplo, redigir por você. Revisores não são autores, eles trazem contribuições ao seu trabalho e estas dependem, obviamente, da qualidade em que o seu texto chega às mãos desses profissionais.

 

 

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Alguns trabalhos revisados

Alguns trabalhos revisados (Revisão de Texto 2017)

Seguem informações a respeito de alguns trabalhos que revisei em 2017, relativos a várias áreas do conhecimento e oriundos de diversas instituições de todo o Brasil.

Faculdade Ahanguera. Kássia Christina de Souza Barbosa. Helmintose Zoonótica transmitida por pescado: Diphyllobothrium latum. Trabalho de Conclusão de Curso. Revisão Crítica e Formatação conforme ABNT/manual próprio. Brasília, Taguatinga, 2017. Curso: Biologia.

Cibele Pavanatto Mereth. O dever de fundamentação das decisões judiciais no novo código de processo civil. Faculdade Dom Bosto. Artigo científico. Revisão Ortográfica e Gramatical e Formatação. Curitiba, 2017. Curso: Direito.

Antônio Alencar Filho. Projeto de mestrado. Universidade Federal do Pará. Programa de Pós-Graduação em Estudos Antrópicos na Amazônia (PPGEAA). Tucuruí, Pará. 2017. Projeto de mestrado. Revisão Crítica.

Universidade de Brasília (UnB). Camila Oliveira Macêdo. (Re)Planejamento de cursos de Português como Segunda Língua: um caminho para política institucional. Dissertação de Mestrado. 2017. Departamento de Línguas Estrangeiras e Tradução: Programa de Pós-graduação em Linguística Aplicada. Brasília, 2017.

Maria Elisa Granchi e Kátia Mara Turíbio. Processamento sensorial: sua alteração prejudica o brincar ativo e funcional da criança autista. Revisão Ortográfica e Gramatical. Artigo científico. 2017.

——————————————————————————————————————–Valores e serviços 

1 – Formatação (conforme a ABNT, APA, Vancouver ou manual desejado): 4,00 reais a lauda. Inclui checagem a respeito de formatação das Normas da ABNT ou manual desejado*;

2 – Revisão Ortográfica e Gramatical: 5,00 reais a lauda. Inclui revisão ortográfica conforme o Novo Acordo Ortográfico, observação de aspectos de concordância/regência nominal e verbal, crase, pontuação e outros aspectos gramaticais relativos à linguagem do gênero textual proposto;

3 –  Revisão Ortográfica e Gramatical  + formatação (ABNT ou manual desejado): 7,00 reais a lauda.  Inclui revisão 2 + formatação (ABNT/outros);

4 – Revisão Crítica: 10,00 reais a lauda. Inclui revisão 2 (Revisão Ortográfica e Gramatical), além de sugestões estilísticas, *reescrita/sugestão de reescrita de parágrafos mal elaborados, adequação vocabular, progressão textual e aspectos de coesão e coerência. Essa revisão também inclui sugestões e dicas em relação ao gênero textual proposto.

5 – revisão crítica + formatação (conforme ABNT ou manual desejado): 12,00 reais a lauda.  Inclui revisão 4 e contempla algumas questões relativas à padronização de seu texto que não são estabelecidas, por exemplo, pelas normas da ABNT (ou pela maioria dos manuais universitários) e por manuais gramaticais ou ortográficos, como é o caso de uniformização de siglas, uniformização de pontuação ao final de enumeração, uniformização de iniciais minúsculas ou maiúsculas, uniformização de extensão de parágrafos, enfim, questões relacionadas à lógica organizacional do próprio texto e de seus elementos.

6 – revisão de redação: 40 reais por página. Corrigimos a sua redação conforme padrão de correção do ENEM, UnB ou universidade desejada. O serviço inclui revisão ortográfica e gramatical, contemplando os seguintes aspectos: novo acordo ortográfico, observação de adequação vocabular, comandos da proposta de redação, adequação vocabular, coesão e coerência, observação a respeito de regras de pontuação, uso de crase, regência verbal e nominal, e concordância verbal e nominal. O serviço também inclui crítica em relação ao conteúdo do texto (feitas por meio de caixas de comentários), bem como adequação da linguagem ao gênero textual proposto. Para cada redação revisada, poderá ser encaminhada, gratuitamente, uma nova versão reescrita desse texto com base nas considerações propostas pelo revisor.

7 – revisão de anúncios publicitários: 100,00 reais por anúncio. O serviço inclui avaliação crítica a respeito da lógica organizacional do anúncio: estética, significação de cores, coesão e coerência, articulação entre linguagem verbal e não verbal, adequação de linguagem verbal e não verbal ao público-alvo. Também serão analisados os sentidos revelados pelo anúncio. Além das indicações de correção no próprio anúncio, o cliente receberá um relatório crítico contemplando todos os aspectos de análise.

Obs: 1 lauda = 1.300 caracteres

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Alguns trabalhos revisados em 2016

Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS). Escola de Educação Física. Programa de Pós-graduação em Ciências do Movimento Humano. Mosiah Brentano Rodrigues. Programa Bolsa atleta e sua configuração no cenário esportivo brasileiro. Porto Alegre. 2016. Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento Humano da Escola de Educação Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Dissertação de Mestrado. (Revisão Ortográfica e Gramatical e Formatação conforme normas da ABNT).

Universidade de Brasília (UnB). Instituto de Letras. Departamento de Línguas Estrangeiras e Tradução. Programa de Pós-graduação em Linguística Aplicada. Camila Oliveira Macêdo. (RE)Planejamento de cursos de Português como Segunda Língua: uma perspectiva de política institucional. Brasília. 2016. Dissertação de Mestrado. Revisão Ortográfica e Gramatical.

Universidade Federal Fluminense. Wagner de Araujo Rezende. Laboratório de Tecnologia, Gestão de Negócios e Meio Ambiente. Mestrado em Sistemas de Gestão. Identificando padrões de comprometimento do Profissional em situação de crise econômica do mercado brasileiro: estudo de caso de uma empresa de varejo no estado do Rio de Janeiro. 2016. Revisão Ortográfica e Gramatical.

Universidade de Pernambuco. Leitura da farsa da boa preguiça como motivação ao letramento literário na EJA. Luzia Cristina Magalhães Medeiros. Dissertação de mestrado. 2016. (Revisão Crítica e Formatação conforme normas da ABNT).

Facultad Interamericana de Ciencias Sociales (FICS). Mestrado em Ciências da Educação. Luciana Carvalho dos Reis. A formação do leitor no Ensino Médio: competências e habilidades no Ensino de Literatura Machadiana. Asunción, Paraguay. 2016. (Revisão Ortográfica e Gramatical).

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, Bento Gonçalves. Rafael de Souza. Um olhar para a temática energia ao longo da história à luz da perspectiva ciência, tecnologia e sociedade. Trabalho de Conclusão de Curso. 2016. (Revisão Ortográfica e Gramatical).

O processo de avaliação escolar: intervenção na EJA da E. M. Eurica Alves Moreira de MG. Nayara Cavalcanti Padro e Magna Campos. Trabalho de Conclusão de Curso. Artigo científico. Minas Gerais. 2016. (Revisão Ortográfica e Gramatical e Formatação conforme normas da ABNT).

Universidade Federal de Ouro Preto. A instituição da prática pedagógica como principal eixo de reflexão da avaliação e aprendizagem da escola. Elis Regina Maia do Nascimento. Luciana Gomes Castanheira. Artigo científico. 2016. (Revisão Ortográfica e Gramatical).

Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO). Deleze e Guattari: sobre a conjugação dos fluxos descodificados e a subjetividade capitalística. Artigo científico. Jonivan de Lima Santos. 2016. (Revisão Ortográfica e Gramatical).

Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPTSP). Eduardo Briguenti Vieira. Análise Arquitetural de Sistemas de Localização para Ambientes Fechados. Dissertação de mestrado. Mestrado em Engenharia da Computação. São Paulo. 2016. (Revisão Ortográfica e Gramatical).

Instituto de Ensino e Pesquisa (INPER). Programa de Mestrado Profissional em Economia. Karine Córdoba Thurler Farias. Abertura e Inflação. São Paulo. Dissertação de Mestrado. 2016. (Revisão Crítica e Formatação).

Fundação Dom Cabral (FDC). Paulo Henrique Souza. Análise Financeira do Projeto de Investimento de Capital na Unidade CIPATEX Adesivos. Nova Lima. 2016. (Revisão Ortográfica e Gramatical e Formatação).

O Céu não é o limite: vá mais além. Vilson Guedes. Livro. 2016. (Revisão Crítica).

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Etapas para publicação de livro

Etapas para publicação de livro

Etapas para publicação de livro

Um livro, assim como todo texto, constitui um processo árduo que envolve várias etapas.

  1. Redação (escrever o livro)

Esta é a etapa inicial em que o autor refletirá sobre a história, organização dos capítulos, narrativa, tempo da narrativa, entre outros aspectos. Poderá ser elaborado pelo próprio autor ou por um Ghost Writter (em casos que o autor não se sinta à vontade para escrever e precise de um intermediário).

É importante ter em mente que essa etapa nunca é definitiva. Escrever é um processo que envolve forma e conteúdo. Em um primeiro momento, conciliar esses dois mecanismos para redigir o texto é muito complexo. Alguns autores deixam fluir as ideias e depois preocupam-se com forma. As ideias precisam ser bem pensadas, organizadas e articuladas à proposta do livro. Além disso, o autor precisa ter em mente qual será o público-alvo do livro e adequar a linguagem do livro a este.

2. Editoração

Ainda seria possível encaminhar, na etapa de redação da história, o material para análise de um Revisor. Ele pode conferir capítulos, analisar títulos, conferir o tempo verbal utilizado na narrativa e fazer apontamentos/sugestões. Intitulo essa etapa, em relação à oferta de meu serviço, de Revisão Crítica (conheça mais: https://criteriorevisao.com.br/revisao-de-texto/).

3. Revisão de Texto

Nessa etapa, o texto precisa ser revisado por alguém que não o tenha escrito, um terceiro, um novo olhar à obra. Esse olhar poderá ser tanto em relação à forma (questões ortográficas e gramaticais) quanto ao conteúdo, se o autor desejar opiniões, impressões de terceiros. O material será preparado para que seja adequada conforme a linguagem que o livro demanda, bem como deverão ser observadas: estruturação de parágrafos, pontuação, uso de crase, ortografia e questões gramaticais. Também poderão ser observadas questões relacionadas à coesão e à coerência do texto e o autor poderá solicitar, ainda, uma leitura mais crítica e detalhada da obra para refinamento, caso o livro não tenha passado pela etapa anterior que mencionei.

4. Uniformização de caracteres/padronização

Essa etapa não é muito observada por autores e editoras, mas é de fundamental importância que haja um olhar direcionado a padronização de caracteres no livro, o que não constitui o serviço de Revisão de Texto, tampouco de diagramação. Esse serviço é muito específico e exige olhar de profissional especializado. É preciso observar o uso de itálico na obra em determinados vocábulos, uniformizar o uso de siglas, iniciais minúsculas e maiúsculas, travessão, meia-risca, hífen… há uma série de caracteres que precisam ser observados e padronizados conforme o uso destes no material a ser publicado (não intitulo esse serviço de padronização em meu site, mas de Revisão Crítica). A padronização à qual me refiro em meu site (2,00 reais por lauda) refere-se a manuais de trabalhos acadêmicos. Uniformização de caracteres e padronização de livros são serviços oferecidos no caso de Revisão Crítica.

5. Diagramação

Nessa etapa, serão discutidas questões relativas à organização visual do livro e como esta se articula a questões gramaticais (é o chamado Projeto Gráfico). Discutem-se cores, fontes, destaques, marcadores para organizar o livro, layout de página, formato de página, ilustrações, capa e orelha.

Essa etapa também constitui um processo que, geralmente, pode passar de 30 dias, considerando-se, por exemplo, um livro de 200 páginas. Após a finalização dessa etapa, é preciso verificar como o texto ficou e discutir ajustes e detalhes finais.

Após essa etapa, iniciam-se os diálogos com as gráficas e editoras.

6. Definição sobre publicação com editora e direitos autorais

É importante estabelecer se a obra será publicada de maneira independente ou se será financiada, por exemplo, por alguma editora. A diferença é que obras independentes custam mais e, geralmente, não precisam de registro de ISBN, o processo é menos burocrático. Mas muitos clientes preferem, mesmo que a obra seja publicada de maneira independente, que o livro esteja ligado a uma editora, bem como tenha ISBN, parece que isso traz toda a magia da publicação em si.

Se a obra for publicada por uma editora, eles geralmente ficam com uma parcela das vendas da obra e têm determinados direitos, é preciso consultar um advogado a respeito dessa etapa.

Nesse momento, também é importante verificar questões relacionadas a direitos autorais sobre a venda e divulgação da obra para evitar surpresas. É preciso verificar essas etapas para que o livro não contenha trechos plagiados, imagens de terceiros, ou conteúdo de diagramador que não foi mencionado na folha de rosto do livro, foto da capa realizada por fotógrafo…

Sugiro que sejam consultados advogados especializados nessa área para evitar problemas no futuro. Por exemplo, inserir uma imagem qualquer na obra, sem verificar essas questões pode trazer sérios problemas no futuro. A própria questão da arte de diagramação deve ser discutida, pois diagramadores exigem, às vezes, direitos sobre elas.

7. Ficha catalográfica

Se o seu livro for publicado por uma editora, dependendo, eles podem ter algum profissional capacitado para elaborar a Ficha Catalográfica. No caso de publicações independentes, é importante procurar um profissional. Autores até podem conseguir fazer uma ficha catalográfica, mas o processo é muito complexo e exige conhecimentos de um especialista. Além disso, é importante cadastrar o livro no sistema de biblioteca nacional, que inclui o ISBN (editoras podem dar consultoria sobre essas etapas ou profissionais de biblioteconomia ou arquivologia). A Ficha catalográfica seve para que este seja catalogado na Biblioteca Nacional. Além disso, há uma outra etapa importante na publicação, que está relacionada aos direitos sobre o livro, que consiste em enviar uma cópia deste à Biblioteca Nacional e abrir um registro nesta com as publicações do autor.

8. Prova de material impresso

Após todas essas etapas (que podem durar meses e até anos), o livro será encaminhado para uma gráfica. Geralmente, nesse processo, é importante a intervenção do diagramador, que oferece serviço de consultoria gráfica para que o material seja impresso com qualidade e para verificar o processo e qualidade de impressão. Nesse momento, a gráfica envia uma boneca de todo o material impresso para que seja verificado como ficou (o envio da “boneca”, que constitui um exemplar impresso da obra, mas não completamente estrutura, geralmente, é gratuito).

Após essa etapa, é importante conferir o material impresso, divulgá-lo, se for o caso, distribui-lo e aguardar as críticas. Se houver algum problema percebido após a impressão ou inadequação, elas só poderão ser ajustadas em uma outra edição, o que geralmente acontece, especialmente em relação a questões gramaticais. Isso revela o texto como um processo sempre inacabado, construído e não absoluto e definitivo como muitos interpretam.

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