Revisão de teses e dissertações para pesquisadores brasileiros no exterior

Apresentação

Querido pesquisador, seja bem-vindo ao meu site. Meu nome é Anderson Hander. Eu sou Mestre em Linguística e graduado em Letras pela Universidade de Brasília (UnB), bem como Especialista em Revisão de Textos pelo Centro Universitário de Brasília (CESAPE-UNICEUB). E revisei, nos últimos anos, o equivalente a mais de 300 mil laudas.

Ao longo de minha carreira, tenho observado a dificuldade de brasileiros que cursam mestrado ou doutorado no exterior e me procuram para Revisão ou Coorientação. Cada orientador concebe o conhecimento e desenvolve pesquisa segundo uma determinada trajetória, e isso dificulta ainda mais a tradução desse processo. Se, no Brasil, diante de nossa própria língua e cultura, esse percurso é extremamente desconfortável; no exterior, é ainda maior.

Solicitar ajuda nesse processo (que é bastante doloroso, eu mesmo sofri bastante na Pós-graduação) é importante, especialmente quando não há orientação ou no caso de mal entendidos com o orientador. Ás vezes o próprio pesquisador não tem subsídio em relação, por exemplo, a uma questões específica do contexto de Pós-graduação, como metodologia científica, e, assim, prolongam-se os conflitos.

Ressalto, ainda, que a elaboração de Dissertações e teses requer atenção às sutilezas de variação linguística, ao vocabulário próprio de cada área da ciência e a manuais de formatação.

Portanto, seja para submeter a versão final da sua dissertação ou tese em Língua Portuguesa ou em Língua Inglesa, esteja você em Paris, Lisboa ou Buenos Aires, eu ofereço, na Critério Revisão Textual, o suporte especializado necessário para garantir a excelência em sua trajetória acadêmica.

Experiência internacional

Em 20 anos de trabalho como Revisor e mais de 300 mil laudas revisadas, prestei assessoria linguística e coorientação para vários pesquisadores brasileiros em universidades no exterior.

Atuei, principalmente, nos seguintes países, e respectivas áreas:

  • Portugal: Universidade de Coimbra, Universidade do Porto e Universidade de Lisboa, nas áreas de psicologia, letras e direito.
  • Argentina: Universidade de Buenos Aires (UBA) e outras instituições de destaque, na área do Direito e saúde (medicina), por exemplo.
  • Paraguai: Diversos programas de Pós-graduação que recebem pesquisadores do Brasil, na área de Letras e saúde.

Conheço na prática o nível de exigência das bancas avaliadoras, além das particularidades metodológicas e formais cobradas em instituições internacionais.

A modalidade Português do Brasil versus Português de Portugal

Uma das dificuldades mais frequentes para pesquisadores brasileiros em universidades de Portugal refere-se às diferenças entre Português do Brasil e Português de Portugal. Embora haja muita semelhança, em nível de escrita formal e de contexto de uso acadêmico, há, sim, diferenças e, inclusive, muitos linguistas consideram estas línguas tipologicamente distintas.

Mesmo com a vigência do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, observo, diariamente, que a aplicação prática no meio acadêmico europeu não segue à risca o padrão acordado, diferentemente do Brasil (que ironia!). Ao longo de mais de duas décadas revisando, deparo-me com cenários muito específicos:

  • programas que aceitam o padrão vigente no Brasil: vários Programas de Pós-graduação em Portugal autorizam que o pesquisador brasileiro utilize a modalidade formal do Português do Brasil para a redação da dissertação ou tese, inclusive em relação à formatação (ABNT);
  • exigência da norma portuguesa pelo orientador: há casos em que o orientador ou a instituição exige a adequação integral à modalidade do Português de Portugal, inclusive em relação à formatação (conforme manual próprio da instituição, NP (Norma Portuguesa) 405 ou mesmo o padrão APA (American Psychological Association)*.

Curiosidade

Termos consagrados no meio acadêmico brasileiro, como “coleta/geração de dados”, são comumente substituídos em Portugal por “recolha de dados”.

Formatação conforme APA, Vancouver, ABNT, NP 405 e manuais locais

A apresentação visual e a estrutura das citações e referências constituem critérios diretos de avaliação. E inconsistências nas referências podem comprometer a credibilidade do trabalho perante a banca. APA, Vancouver e Chicago, embora sejam normas de países de base anglo saxã, são frequentemente utilizadas internacionalmente, especialmente em Portugal e Argentina.

A grande questão, e como digo para todos os meus clientes, é que as instituições e orientadores costumam misturar o padrão dessas normas com exigências locais, especialmente porque cada cultura tem sua organização textual própria que influencia a organização dos gêneros acadêmicos. E algumas dessas normas não condizem com a realidade de uso e organização do texto em um país. Por exemplo, o manual da sétima edição da APA não menciona o termo quadro, mas tabela. Inclusive, no próprio Látex (plataforma de escrita de textos acadêmicos no Brasil e no exterior), não há essa distinção.

No Brasil, em Portugal, e na Argentina, é bastante comum, quando as instituições afirmam que seguem à APA, utilizarem-na, apenas, para as referências e misturar outras regras locais para o corpo do texto.

Obs: eu não elaboro trabalhos acadêmicos. A encomenda ou venda de teses e dissertações é fraude e crime (Arts. 171 e 299 do Código Penal; Lei de Direitos Autorais n.o 9.610/98). Minha atuação restringe-se, exclusivamente, à Revisão e formatação do texto produzido pelo próprio pesquisador.

Revisão em Língua Inglesa e em Língua Espanhola

Se você precisa de um outro olhar para a sua tese ou dissertação em Língua Inglesa ou Espanhola, ofereço revisão Ortográfica e Gramatical. Além disso, também gero relatório de plágio e identifico padrão de uso de Inteligência Artificial (IA) para deixar o texto mais fluido e humano.

Por que deixar o seu Trabalho aos meus cuidados?

  • Especialização e mestrado: sou Especialista em Revisão de Texto Pelo CESAPE-UniCEUB e Mestre em Linguística pela UnB. Desenvolvi pesquisa na Pós-graduação e trago o meu olhar como pesquisador para as minhas revisões. Destaco três grandes áreas da Linguística nesse caso: a sociolinguística interacional, a análise crítica de discurso e a semiótica social, bases de meus interesses de pesquisa em nível de Pós-graduação.
  • Atendimento individual e humanizado: análise personalizada do manual da sua instituição e das recomendações do orientador em relação a questões linguísticas.
  • Confidencialidade e segurança: Sigilo absoluto sobre o conteúdo da sua pesquisa e seus dados pessoais.
  • Cumprimento de prazos: planejamento alinhado ao cronograma da sua entrega ou defesa.

Qual é o custo?

O custo é variável e calculado conforme a modalidade de Revisão, e com base nos caracteres com espaços do texto. Em geral, cobro entre 1500,00 e 3000,00 reais para a Revisão de uma Dissertação ou Tese de cerca de 100 laudas. Em caso de trabalhos maiores ou com maior complexidade, o custo é superior.

Entre em contato comigo hoje mesmo e solicite um orçamento personalizado para o seu trabalho.

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Revisão de Dissertações, Teses e Artigos (2026)

Frederico Ayres de Oliveira Neto. Processo Avaliativo em Mecânica Clássica: aplicação de uma avaliação progressiva. Revisão Ortográfica e Gramatical, Revisão Crítica, e Formatação (Conferência de Normas conforme ABNT) de Artigo Científico (Revista Actio Docência em Ciência). Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa – IDP.

Luciana Carvalho dos Reis. Universidad de la Integración de las Américas – UNIDA. Programa de Doutorado em Ciências da Educação. A Recontextualização da Literatura Clássica na Cultura Digital: Caminhos para a Formação de Leitores Críticos na Perspectiva da Educação 5.0. Revisão Ortográfica e Gramatical, Revisão Crítica, e Formatação (Conferência de Normas conforme ABNT e manual da instituição) de Tese de Doutorado. Doutorado em Ciências da Educação. Ciudad del Este – Paraguai, 2026.

Daniela Cristina Monfredini. Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Faculdade de Ciências Médicas. Cuidado à Pessoa com Deficiência na Atenção Primária à Saúde: Desafios e Possibilidades em um Município de Médio Porte. Revisão Ortográfica e Gramatical, Revisão Crítica, e Formatação (Conferência de Normas conforme ABNT) de Dissertação de Mestrado. Mestrado em Saúde Coletiva. Campinas – São Paulo, 2026.

Roselane de Oliveira Porto Tavares. Universidade Salgado de Oliveira – UNIVERSO. Pró-Reitoria Acadêmica. Curso de Mestrado em Psicologia. Restrição do Uso de Celulares nas Escolas: Habilidades Sociais, Dependência Tecnológica e Autoeficácia em Adolescentes. Revisão Ortográfica e Gramatical, Revisão Crítica, e Formatação (Conferência de Normas conforme ABNT) de Projeto de Pesquisa. Mestrado em Psicologia. Niterói – Rio de Janeiro, 2025. Revisão de Dissertações, Teses e Artigos (2026)

Enio Felipe da Rocha. Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Direito. 2026. Mestrado em Direito Constitucional. Individualização da Pena e Execução Penal contra Pessoas Jurídicas. Revisão Ortográfica e Gramatical, Revisão Crítica, e Formatação (Conferência de Normas conforme ABNT) de Dissertação de Mestrado. Mestrado em Direito Constitucional. Brasília – Distrito Federal, 2026.

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#Revisão de Texto

A arte de ver o invisível

Assim como o artista vê beleza, significado ou crítica onde outros veem apenas o banal, o filantropo vê necessidades humanas, poten­ciais subutilizados ou injustiças estruturais que passam despercebi­das pelo mercado, pelo Estado ou até pela sociedade em geral. Essa visão muitas vezes vem de uma combinação de intuição aguçada, profunda empatia e experiência pessoal – semelhante à sensibilidade que move o artista. É a capacidade de se conectar com a dor, a aspi­ração ou o talento oculto dos outros. Enxergar um problema social não mapeado, uma população negligenciada, uma causa emergente.

Ou uma brecha no sistema de apoio existente é como o artista que identifica um tema ou uma técnica nova a ser explorada.Não basta ver o problema invisível; a verdadeira arte está em visualizar uma solução possível, mesmo que pareça utópica inicial­mente. É imaginar um futuro diferente, um caminho novo, uma abordagem inovadora para um problema crônico. Assim como o artista experimenta materiais, formas e cores, o filantropo (ou a or­ganização que ele apoia/inspira) precisa ser criativo na concepção de projetos, modelos de intervenção, parcerias e estratégias de impacto. A solução raramente é óbvia ou linear. Visualizar como uma doação, um programa ou uma iniciativa pode catalisar mudanças sistêmicas, empoderar indivíduos ou transformar comunidades requer uma vi­são quase escultórica – moldar a realidade social a partir de uma ideia abstrata.

A ideia brilhante, a solução imaginada, precisa ser transforma­da em realidade. Isso envolve habilidades práticas (gestão, financia­mento, mobilização de recursos e pessoas, avaliação) que, embora diferentes das técnicas artísticas tradicionais, são o equivalente ao domínio do pincel, do cinzel ou da câmera pelo artista. É a arte da implementação.Muitas vezes, a “obra-prima” filantrópica não é executada por um único “artista”, mas por uma orquestra de atores (ONGs, comunida­des, governos, beneficiários). O filantropo pode ser o maestro que viabiliza e harmoniza essa colaboração, ou o curador que identifica e apoia os “artistas” (implementadores) certos.Como na arte, o plano inicial pode precisar ser ajustado. A arte filantrópica está também na capacidade de responder ao contexto, aprender com os erros e refinar a abordagem – uma espécie de per­formance em constante evolução.

Considerar a inspiração e legitimação do filantropo como um artista eleva a filantropia de um mero ato de caridade ou dever social para um ato criativo, visionário e transformador. Isso pode atrair pessoas com mentalidade inovadora e artística para o mundo filan­trópico. Dá dignidade e profundidade à intuição e à visão pessoal do filantropo, legitimando abordagens não convencionais na visualiza­ção dos problemas sociais e na busca de soluções verdadeiramente novas e ousadas, não apenas atuar na replicação do que se sabe e do que já existe. A arte de ver o invisível

A pergunta passa a ser: “Qual é a solução ‘invisível’ que ninguém está vendo ainda?”. Valoriza também a experimentação e a aceitação do risco cal­culado, entendendo que nem toda “obra” será um sucesso imediato, mas todo esforço criativo gera aprendizado. De certo modo, é colo­car a empatia e a compreensão profunda do ser humano no centro da filantropia, assim como está no centro da grande arte. É sobre conectar-se com a experiência humana invisibilizada. A arte de ver o invisível

A filantropia enquanto arte ajuda a comunicar o propósito e o impacto da filantropia de forma mais narrativa e emocional, tocando o coração das pessoas como uma boa obra de arte faz. Assim, equili­bra a tendência atual de supervalorizar métricas cientificistas como o ROI (Retorno sobre Investimento) social. Enquanto a avaliação é crucial, a analogia artística lembra que o valor intrínseco, o impacto qualitativo e a transformação inspiradora também são fundamentais e nem sempre totalmente quantificáveis. É sobre mudar narrativas e perspectivas, não apenas números.Assim como a arte pode ser poderosa e influente (para o bem ou para o mal), a filantropia vista como arte carrega uma grande responsabilidade. Enxergar o “invisível” e moldar soluções exige humildade, diálogo com as comunidades afetadas e consciência do poder que se detém. É uma arte que deve servir ao bem comum, não ao ego do “artista”.

Um dos aspectos centrais do trabalho artístico é a capacidade de enxergar o invisível: nuances, detalhes e significados que escapam ao olhar desatento. Na filantropia, essa aptidão equivale à sensibilidade para identificar necessidades sociais não capturadas por estatísticas ou relatórios oficiais. Imagine um filantropo que, no final dos anos 1980 e início dos anos 1990, percebesse a crescente “invisibilidade digital” (falta de acesso a computadores e internet) em comunidades carentes, muito antes de ser um problema amplamente reconhecido. Ele não só viu essa necessidade futura (o invisível social) mas visualizou uma solução: criar centros comunitários de tecnologia com treinamento adaptado. A “obra de arte” foi a concepção, o financiamento e a implementação dessa rede, transformando potencial excluído em oportunidade. […]

KISIL, Marcos. Filantropia: ciência, prática ou arte? São Paulo: Instituto de Estudos Avançados, Universidade de São Paulo, 2026. DOI: 10.11606/9786587773889. Disponível em: Portal de Livros Abertos da USP. Acesso em: 11 jul. 2026.