Formulação de problema de pesquisa

O problema é formulado, geralmente, em formato de questionamento. Algumas áreas, inclusive, utilizam o termo “questionamento(s)” de pesquisa e isso já seria o seu “problema”.

Conceba o problema como uma questão científica não resolvida e que pode ser levada para discussão. O problema de pesquisa não necessariamente precisa ser um “problema” a ser “resolvido”.

Às vezes, você, como pesquisador(a), também não conseguirá trazer uma solução para o “problema”, mas o seu trabalho, já apontando o “problema”, pode ser bastante significativo para uma solução futura por parte da comunidade científica de sua área.

Para Kerlinger (1980, p.35) o problema consiste em “uma questão que mostra uma situação necessitada de discussão, investigação, decisão ou solução”.

Para formular o seu problema, você deve pensar o seguinte em relação ao seu objeto de estudo/recorte temático:

• Qual é o meu objeto de estudo? Quais as características deste?

• Quais suas causas? Quais suas consequências (se houver?)?
Pense, também, o seguinte para formular o seu problema:

• O problema é relevante em termos sociais e científicos?

• Mesmo que seja relevante, o problema é viável de ser investigado em termos financeiros e em relação ao período de pesquisa durante o mestrado?

Lembre-se de que você deve formular “problemas” específicos, para que consiga realizar a sua pesquisa. Você, como pesquisador, não dará conta de toda a realidade a sua volta, então, é preciso recortar o seu tema e, mesmo após o recorte, formular o problema, o que seria o enfoque mais aprofundado da sua pesquisa.

Lembre-se, também, de que o recorte temático deve estar relacionado, necessariamente, aos objetivos gerais e específicos, bem como à justificativa e a metodologia do trabalho.

Continua a leitura desse texto, caso tenha gostado. Adquira o meu e-book neste link: GUIA PRÁTICO PARA ELABORAÇÃO DE PRÉ-PROJETO DE MESTRADO.

Pré-projeto de mestrado

# Problema de pesquisa

 

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Problemas formais de textos acadêmicos

Estou desenvolvendo  e-book sobre linguagem de textos acadêmicos. Por acaso, fazendo algumas pesquisas, encontrei o texto a seguir na internet, que compartilho com vocês neste post.

O material foi encontrado por meio de consulta ao banco de dados do site da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Vale a pena a leitura!


ALGUNS PROBLEMAS FORMAIS NA REDAÇÃO DE TEXTOS ACADÊMICOS

Para redigir é preciso: 1) ter algo a dizer; 2) ao escrever, submeter os pensamentos a ordem que faça sentido. Em termos gerais, os aspectos a considerar seriam:

1. há certas ideias ou fatos que se quer comunicar;

2. tais ideias deverão ser plasmadas em palavras e expressões;

3. as palavras e expressões deverão ser englobadas em frases e parágrafos gramaticalmente adequados e claros;

4. palavras, frases e parágrafos devem fluir de um/a para o/a outro/a, espelhando, em sua ordem de aparecimento no texto, um pensamento ordenado […]

Os defeitos de redação podem aparecer em qualquer dos pontos acima. O redator pode não ter claro o que pretende comunicar  ou, ainda, pode não ter nada a dizer. Nesse último caso, naturalmente, não deveria redigir coisa alguma […]. 

A transição de um parágrafo ao seguinte talvez seja abrupta ou pouco lógica, ou a ordem de apresentação dos dados e argumentos quiçá não seja a melhor.

As frases e parágrafos podem violar as regras gramaticais estabelecidas − que não cabe a ninguém inventar enquanto escreve − ou ser pouco claras, seja por essa mesma, seja por outra razão.

A transição de um parágrafo ao seguinte talvez seja abrupta ou pouco lógica, ou a ordem de apresentação dos dados e argumentos quiçá não seja a melhor.

O ordenamento desejável pode ser obtido mediante a confecção de um plano antes de começar a redigir: um plano assim segue algumas regras gerais que não são de aprendizagem muito difícil. Por fim, a redação possivelmente não se adéque ao tipo de público a que se destina, por estar plasmada.

Ache e elimine as palavras inúteis. 

Por exemplo, num registro coloquial da língua ao se tratar de um texto que deveria usar o registro erudito, formal, do mesmo idioma. Nada impede o redator de esforçar-se no sentido de uma adequação do registro de seu texto ao público específico a que se dirige.

Resolver equações e redigir textos são coisas que funcionam segundo regras bem diferentes em cada caso. Em especial, a redação só tem normas flexíveis, todas elas conhecedoras, em alguns casos, de exceções legítimas.[…]

Um dos conselhos mais úteis − talvez o mais útil de todos − que se podem dar a quem procura treinar uma boa redação é o seguinte: ache e elimine as palavras inúteis. 

Quase sempre, a releitura atenta de um texto permite encontrar palavras ociosas, com muita frequência adjetivos ou frases limitativas, detalhes inúteis ou excessivos […]. Em todos esses casos, riscar o que sobra é uma excelente ideia. 

Prefira o termo concreto ao abstrato.

Outros conselhos são os seguintes, sempre como regras gerais, pois todos admitem exceções:

1) prefira palavras curtas, simples e familiares; evite palavras longas e jargão;

2) prefira o termo concreto ao abstrato;

3) prefira o ativo ao passivo;

4) prefira a palavra única a uma locução equivalente composta de várias palavras;

5) prefira o vocabulário português consagrado a neologismos, anglicismos, galicismos,
etc., bem como o vocabulário erudito ao coloquial ou chulo.

A expressão “na eventualidade de” pode, quase sempre, ser substituída com proveito por um simples “se” ou “caso”. Aquela locução é indireta, “eventualidade” é termo longo, “se” é muito mais inteligível de forma imediata, por ser termo usual e familiar da língua.

Em português existe, na atualidade, o péssimo hábito de preferir o abstrato ao concreto. Assim, em lugar de “busca do lucro”, fala-se em “busca da lucratividade”, o que, além de pomposo, é jargão e anglicismo.

Aliás, os anglicismos vicejam como erva daninha. Um dos mais praticados hoje, originado num ambiente de economistas, é a expressão “demanda por” (do inglês demand for), em lugar do correto “demanda (ou procura) de”.

Há, também, certa tendência a preferir o passivo ao ativo, como em “não fui comunicado”, expressão absurda gramaticalmente que se usa em vez de “não se me comunicou”, “não me comunicaram tal coisa”, ou, num passivo correto, “isto não me foi comunicado”.

O passivo poderá preferir-se quando se desejar que a ênfase recaia numa ação genérica, sem sujeito definido, como em “alugam-se quartos” (com o sentido de “quartos são alugados”, não se querendo dizer por quem).

Prefira quase sempre a ordem natural das palavras na frase (sujeito, predicado, complemento), evitando as inversões causadoras de ambiguidade.

Para a construção de frases e parágrafos, os conselhos principais podem ser os seguintes:

1) Cada parágrafo deve conter uma única afirmação ou noção central, situada na cláusula gramaticalmente principal do parágrafo; se ele contiver duas ou mais afirmações ou ideias importantes, divida-o em dois ou mais parágrafos.

2) Prefira quase sempre a ordem natural das palavras na frase (sujeito, predicado, complemento), evitando as inversões causadoras de ambiguidade.

[…]

4) As primeiras e as últimas palavras de um parágrafo atraem mais a atenção do que as demais: assim, o que se quer enfatizar no parágrafo deve vir no início ou no final, e não no meio dele.

5) Quase sempre é preferível a forma mais breve à mais longa de armar frases e parágrafos; entretanto, a busca da brevidade não deve prejudicar a clareza. Como se pode ver, muitas das regras se referem à eliminação da ambiguidade.

Os pronomes substitutivos e o “que” podem facilmente causar ambiguidade.

Por exemplo, uma frase como “Os alunos devem apresentar-se no terreno de ginástica
só de tênis” é ambígua devido a uma construção ruim, que pode dar a entender que tais alunos devam aparecer nus (“só de tênis”). […]

Os pronomes substitutivos e o “que” podem facilmente causar ambiguidade. Por exemplo: “Eu vi os anúncios dos tênis Nike, de que não gostei”. Ou ainda: “Eu vi os anúncios dos tênis Nike, mas não gostei deles”. Em ambos os casos: a pessoa não gostou dos anúncios, ou dos tênis?

O mesmo quanto a cláusulas do seguinte tipo: “Eu vi Ana sentada numa pedra com o tornozelo torcido” pode parecer involuntariamente cômico, ao sugerir uma pedra cujo tornozelo esteja torcido. […]

Se tratarmos agora do uso dos elementos gramaticais de conexão, os principais são:

1) partículas de conexão, como “e”, “mas”, “embora”, etc.;

2) advérbios e locuções de sentido adverbial, como “evidentemente”, “por exemplo”, “já que é assim”, “como veremos”, etc.;

3) pronomes e artigos (por exemplo, quando uma frase começa com “Ele” ou com “O homem em questão”, por exemplo, uma conexão está sendo estabelecida necessariamente com algo dito antes);

A conexão (eventualmente também separação ou oposição) entre partes integrantes do discurso depende dos elementos acima e do bom uso da pontuação. 

Quanto aos elementos gramaticais de conexão, é preciso, primeiramente, aprender o que cada um deles de fato quer dizer, as gradações semânticas e lógicas que impliquem seu emprego. 

Quando se ouve ou lê “Soou um tiro. A ave caiu”, quem ouvir ou ler inferirá sem dificuldade, por si mesmo a, que a ave caiu porque foi atingida pelo tiro […].

Se, por um lado, é verdade que um texto acadêmico não planejado tende a ser mal organizado e pouco lógico em suas articulações, bem como na ordem de apresentação dos dados e argumentos, também é verdade que, enquanto se redige, novas possibilidades costumam apresentar-se.

A releitura do texto produzido, para correção e polimento, é essencial.

Extraído de:  CARDOSO, C. F. Metodologia da pesquisa. Minicurso do Centro de Estudos Interdisciplinares da Antiguidade – out.- nov. 2004. 

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Itálicos e outros estilos em textos acadêmicos

Não se deve utilizar, em textos acadêmicos, marcação de negrito, itálico, subscrito como “enfeite”. O emprego dessas marcações, em textos científicos, são restritos, mesmo que vigorem em outros textos.

Itálico. Marcação utilizada para vocábulos em língua estrangeira ou para diferenciar a hierarquia entre títulos e subtítulos. Também é comum esse uso para destacar, na seção de referências do trabalho, títulos de algumas obras, nomes de periódicos…

Negrito. Marcação que diferencia títulos, são utilizados juntamente a outros destaques para marcar hierarquização de títulos no sumário (exemplo, para diferenciar títulos com a hierarquia numérica 1,2,3 de subtítulos, por exemplo, 1.1,  2.1 e 3.1).

Sublinhado. Eu sugiro que você evite o uso desse destaque em textos acadêmicos, ele é desnecessário.

Letra maiúscula. Evite grafar todos os vocábulos de títulos com inicial maiúscula. Alguns vocábulos podem ser destacados no texto em letra maiúscula, sim, mas é preciso muita cautela para fazer essa marcação, pois ela precisa de alguma motivação coerente com a área de estudo. Por exemplo, o vocábulo “Professor”, em textos acadêmicos da área de educação, pode ser marcado em letra maiúscula.

Não faz sentido, por outro lado, marcar o termo “Agrônomo”, em letra maiúscula, em texto da área de Linguística. Considero, também, relevante marcar nomes de teorias em letra maiúscula em textos acadêmicos, bem como as iniciais de vocábulos que se refiram a siglas.

Evite carregar o texto com esses destaques, eles são desnecessários, na grande maioria das vezes. Prefira uso uniforme desses termos, eles não devem ser utilizados aleatoriamente, sem rigor algum, o que torna o texto poluído visualmente e não se articula à organização de um texto acadêmico.

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Escolha de tema de pré-projeto de pesquisa

Penso que a escolha do tema seja um processo muito genérico e anterior à organização do pré-projeto de mestrado.

Você pode pensar em um tema que se articule ou não à sua área de estudo, mas, posteriormente, também, deverá vinculá-lo e estabelecer uma lógica entre ele e a sua ciência, bem como entre ele e a linha de pesquisa da instituição.

Lembre-se de que os orientadores devem seguir um certo ritmo em relação ao desenvolvimento de pesquisa. Eles não podem orientar trabalhos que fujam ao programa de pesquisa deles. Cuidado para não confundir tema com linha de pesquisa.

Vários temas podem ser revelados e pesquisados com base no olhar de várias ciências/pesquisadores. Não existe um tema que seja limitado ou específico à determinada área. Mas é importante que haja uma cerca ligação e lógica entre o tema e a sua ciência…

(Continue a leitura. Adquira o meu e-book: GUIA PRÁTICO PARA ELABORAÇÃO DE PRÉ-PROJETO DE MESTRADO)

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Dissertação de mestrado e Tese de doutorado

Dissertação de mestrado e Tese de doutorado

O Conselho Federal de Educação (CFE) traz, de maneira clara, a diferença entre dissertação e tese:

Parecer 977/65 Art. 2º:

§ 1º O preparo de uma dissertação será exigido para obtenção do grau de “MESTRE”; § 2º A elaboração de uma tese constitui exigência para obtenção do grau de “DOUTORADO”.

Art. 9º

A dissertação do mestrado deverá evidenciar conhecimento da literatura existente e a capacidade de investigação do candidato, podendo ser baseada em trabalho  experimental, projeto especial ou contribuição técnica.

Art. 10
A tese de doutorado deverá ser elaborada com base em investigação ORIGINAL devendo  representar trabalho de REAL contribuição para o tema escolhido.

Parecer 77/69

Art. 13
V – Do candidato ao Mestrado exige-se dissertação ou outro tipo de trabalho a critério do departamento; para o grau de Doutor requer-se defesa de tese que represente trabalho de pesquisa importando em real contribuição para o conhecimento do tema.

Disponível em: <http://site.ufvjm.edu.br/ppgcf/files/2014/05/Normas-para-reda%C3%A7%C3%A3o-de-disserta%C3%A7%C3%B5es-e-teses-consepe-res-11-anexo.pdf>. Acesso em 15 de setembro de 2018.

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Revisão de Tese de Doutorado

Prof. Me. Anderson Hander, Revisor de Textos

Sou Revisor de Textos há mais de dez anos. Revisei teses e ofereci consultoria para pesquisadores de diversas universidades federais brasileiras. Também participei de diversas defesas de doutorado e desenvolvi pesquisa na universidade, na graduação e pós-graduação. Revisei teses da área de saúde, exatas e humanas em geral. Conheçam o meu portfólio e currículo para mais informações sobre o meu trabalho.

As peculiaridades do gênero textual tese

Teses de doutorado devem ser revisadas por profissionais que tenham formação mínima em nível de mestrado ou de doutorado. Além disso, é preciso que o Revisor de teses tenha experiência com pesquisa e perfil de pesquisador. Há algumas peculiaridades a respeito do gênero acadêmico tese que apenas Revisores pesquisadores, mestres e doutores, podem observar. Por exemplo, na área de Educação, o uso do termo “aluno”, em dissertações e teses, é bastante criticado por pesquisadores. Na saúde, há bastante crítica, também, ao termo “portador”, por exemplo, “portador de necessidades especiais”.

Para o caso de Formatação de Texto, é preciso que o Revisor tenha  conhecimento contextualizado das normas de formatação de trabalhos acadêmicos. Por exemplo, é muito comum que alguns clientes encaminhem trabalhos em que tabelas são, indevidamente, intituladas como quadros ou vice-versa. Tabelas são vazadas nas laterais e contêm informações numéricas. Quadros são fechados nas laterais e até podem apresentar alguns números, mas o enfoque da informação do quadro não é qualitativo, não se refere a porcentagem, por exemplo.

Constantemente, recebo teses para revisão de pesquisadores da UFRJ, UNB, UNICAMP, UFMG, UFG, PUC, e, geralmente, realizo, para cada 200 laudas enviadas, quando o texto não está muito mal escrito, entre 30 a 40 alterações por lauda. Quando o texto tem sérios problemas, essas alterações passam de 100 por página. Esses números revelam o que eu sempre digo a todos os meus clientes: TODO TEXTO PRECISA SER REVISADO, seja ele redigido por um doutor, mestre ou mesmo por um linguista.

A importância do Revisor de Texto

Apesar de ser importante o planejamento do próprio texto do autor, bem como o desenvolvimento deste, Revisão de Texto deve ser realizada por um terceiro. Afinal, os filósofos já diziam que os outros veem melhor. Vale ressaltar que o olhar de qualquer um, ainda mais quando este é o autor de um texto, vicia. Portanto, embora eu acredite que autores devam revisar, também, os seus próprios textos, para garantir maior qualidade e eficácia no processo de Revisão, o texto, necessariamente, deve ser encaminhado a um Revisor de Textos.

É preciso de muito cuidado para buscar um profissional na área de Revisão de Textos. A máxima que todos nós conhecemos: “o barato sai caro”, infelizmente, é verdadeira no caso de ofício de Revisão de Texto. Não confiem a um estudante que não tem formação na área de Letras o seu texto, “fruto” de anos de investigação. Valorize o seu trabalho e o seu próprio texto. Portanto, encaminhe-o a um profissional com formação e experiência na área.

Orçamento para Revisão de Tese de Doutorado

Revisores de Textos e Tradutores utilizam contagem de palavra ou de lauda para realizarem orçamento. No mercado, uma lauda varia entre 1200 a 1800 caracteres com espaços. A minha contagem considera 1300 caracteres. O custo de meus serviços varia entre 4,00 a 12,00 reais por lauda, dependendo do tipo de serviço solicitado. Consulte a tabela de preços atualizada e conheça os tipos de serviços que ofereço.

Contato

Solicite orçamento para um de meus e-mails: andersonhander@gmail.com ou servicos@criteriorevisao.com.br

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Balneário Camboriú ‒ Revisão de Texto

Balneário Camboriú ‒ Revisão de Texto

Você está escrevendo o seu trabalho de conclusão de curso, dissertação de mestrado, tese de doutorado ou precisa revisar um livro antes de publicá-lo? Necessita de revisão para empresa/ONG por preços acessíveis e trabalho de qualidade? Entre em contato conosco. Somos um grupo de revisores da UnB (Universidade de Brasília), da graduação e da pós-graduação. Trabalhamos com revisão de texto há cinco anos. Revisamos monografias, teses, dissertações, livros, anúncios publicitários, redações de vestibulares (atuamos em 2013 no processo de correção de redações do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM)) e também prestamos serviços de revisão para órgãos públicos.

Obs: possuímos CNPJ, atestado de capacitação técnica, emitimos nota fiscal e, também, temos registro no CNPq.

Atenção: nós não elaboramos trabalhos acadêmicos. Isso é uma atividade ILEGAL.

Valores e serviços 

1 – Formatação (conforme a ABNT, APA, Vancouver ou manual desejado): 4,00 reais a lauda. Inclui checagem a respeito de formatação das Normas da ABNT ou manual desejado*;

2 – Revisão Ortográfica e Gramatical: 5,00 reais a lauda. Inclui revisão ortográfica conforme o Novo Acordo Ortográfico, observação de aspectos de concordância/regência nominal e verbal, crase, pontuação e outros aspectos gramaticais relativos à linguagem do gênero textual proposto;

3 –  Revisão Ortográfica e Gramatical  + formatação (ABNT ou manual desejado): 7,00 reais a lauda.  Inclui revisão 2 + formatação (ABNT/outros);

4 – Revisão Crítica: 10,00 reais a lauda. Inclui revisão 2 (Revisão Ortográfica e Gramatical), além de sugestões estilísticas, *reescrita/sugestão de reescrita de parágrafos mal elaborados, adequação vocabular, progressão textual e aspectos de coesão e coerência. Essa revisão também inclui sugestões e dicas em relação ao gênero textual proposto.

5 – revisão crítica + formatação (conforme ABNT ou manual desejado): 12,00 reais a lauda.  Inclui revisão 4 e contempla algumas questões relativas à padronização de seu texto que não são estabelecidas, por exemplo, pelas normas da ABNT (ou pela maioria dos manuais universitários) e por manuais gramaticais ou ortográficos, como é o caso de uniformização de siglas, uniformização de pontuação ao final de enumeração, uniformização de iniciais minúsculas ou maiúsculas, uniformização de extensão de parágrafos, enfim, questões relacionadas à lógica organizacional do próprio texto e de seus elementos.

Obs: 1 lauda = 1.300 caracteres

* Em virtude do conteúdo do texto, alguns períodos terão de ser reescritos pelo próprio autor.

* Eu não padronizo o trabalho para o aluno, o trabalho precisa ser enviado organizado.

Em arquivo Word, as alterações serão marcadas por meio da ferramenta REVISÃO. Em alguns casos, haverá sugestões em caixas de comentários do documento, que precisam de mediadas pelo escritor. Após a finalização de nosso serviço, basta ACEITAR ou RECUSAR as alterações realizadas(em caso de dúvidas, nós iremos auxiliá-lo(a), nesse processo).

Esse processo é importante para que você visualize as alterações feitas em seu texto para compará-las, se desejar, com o seu texto original.

Em arquivo Pdf, há apenas sugestões de reescrita em caixas de comentário.

Se você desejar personalizar essa etapa, envie-nos a sua sugestão e as marcações da revisão serão adequadas às suas necessidades. Caso seja solicitado, também oferecemos pacotes de revisão personalizados. Envie-nos um e-mail para solicitar um orçamento.

O seu texto será lido por dois revisores, o que garante maior eficácia à revisão.

ATENÇÃO: NÃO oferecemos “revisões infinitas”. Cada revisão custa um valor. Consideramos revisão de texto como um processo e não como um resultado absoluto, quantitativo e positivista. Não compartilho do pensamento de alguns que consideram-me como um MESSIAS de seus textos mal escritos, um Zaratustra vernáculo cimarrón que faz “milagres textuais”. O texto, antes de qualquer revisão, é produto da subjetividade humana e a linguagem de cada texto depende do gênero textual proposto.

Orçamento

Após abrir o seu documento, clique na última página, pois, às vezes, o word não faz a contagem corretamente dos caracteres.

Para conferir a quantidade de caracteres de seu documento, clique, na barra de documento do Word, em “palavras” (Em caso de documento PDF/outros, envie-nos um e-mail: andersonhander@gmail.com).

Sem título

Em seguida, será aberta a seguinte caixa de diálogo:

Sem título

Divida a quantidade de caracteres com espaços por 1.300 (1 lauda = 1.300 caracteres) e multiplique o valor obtido pelo valor da revisão desejada: esse será o valor final.

Se desejar, envie-nos o seu documento e faremos o seu orçamento.

Formas de pagamento

À vista ou em até 12 vezes no cartão de crédito (visa/mastercard).

Prazos de entrega 

Os nossos prazos são variáveis, mas, em média, para cada 100 laudas, solicitamos prazo mínimo de 4 dias.

ATENÇÃO, se você necessita de prazos inferiores aos que informamos, cobramos adicional de 1,50 por lauda sobre o serviço, se pudermos atendê-lo(a).

Contatos

Facebook: https://web.facebook.com/criteriorevisao/ (curta a nossa página no Facebook!)

Telefone: (61) 99801-6596 (Whatsapp)

Skype: criteriorevisaotextual

E-mail: andersonhander@gmail.com ou servicos@criteriorevisao.com.br

Instagram: @criteriorevisao (siga-nos!)

Aguardamos o seu contato.

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Formatação conforme APA

Formatação conforme APA: diálogos com um cliente

Compartilho com vocês trecho de um e-mail escrito a um cliente, a respeito de alguns esclarecimentos sobre Formatação conforme normas APA (American Psychological Association) para que vocês conheçam meu trabalho.

Prezado cliente, boa tarde!

Envio neste e-mail, para que você possa tirar as suas próprias conclusões, algumas reflexões sobre como organizar alguns gráficos em seu trabalho (já que não há regra absoluta proposta pela APA sobre o assunto). 
A APA não traz especificação por escrito sobre como as figuras, gráficos etc. devem aparecer no trabalho (tampouco, no Brasil, a ABNT (Associação Brasília de Normas Técnicas)). Na verdade, a ABNT sugere consulta a um manual do IBGE para essas questões). 
O manual da APA traz exemplos visuais, mas isso não implica regra necessariamente, inclusive, pois os padrões que ele traz divergem de uma figura para outra (você pode verificar no manual da sexta edição das normas APA). 
Eu sugiro que mantenhamos o título “Gráfico” e que haja nota referenciando o gráfico e a fonte do gráfico, abaixo deste (para Figuras, o manual traz, visualmente, o título acima da Figura e, abaixo, aparece o número da figura em itálico). 
O capítulo 5 do manual trata de figuras e gráficos (pág. 125). Dê uma olhada, por favor, para você tirar as suas próprias conclusões para chegarmos a uma definição de um padrão de uso em seu trabalho).
O pensamento que lhe disse está correto, sobre a APA considerar figura como gráfico. Na pág. 127, por exemplo, o manual traz essa segmentação, veja:
“Figures such as graphs are initially”.
No manual, uma vez ou outra eles trazem o termo “gráfico” ou “aspectos gráficos”, mas não trazem exemplo em que o gráfico se refere, visualmente, ao termo “gráfico”. Na verdade, como lhe enviei por Whatsapp, aparece um gráfico em que o manual intitula de figura (nesse sentido, o gráfico é, para a APA, uma categoria de figura).

Outra questão, o manual é um guia para publicação de artigos acadêmicos, e não de dissertações e de teses. Então, é preciso fazer algumas adaptações.

Sobre a fonte da tabela ou figura/gráfico, se tiver sido feita por você, imagine que você tenha tirado figuras, tabelas de outros materiais?
Nesse caso, é importante apresentar a fonte, para que não haja plágio. Para isso, seria interessante referenciá-la na nota que especifica a tabela/figura/gráfico etc. (ao final das notas).
Se tiverem sido adaptadas, você, também, deve especificar na nota do elemento visual (“adaptada de”).
Se você perceber, visualmente, eles inserem uma quebra entre o número da tabela e o título desta. Ex:
Tabela 1
Título da Tabela
Você não precisa seguir essa lógica à risca, pois o manual não tem nada escrito sobre ela. É, apenas, um padrão visual.
Fica claro, a respeito de seu manual, que as tabelas, figuras/gráficos são referenciadas no texto antes que apareçam.
Ex:
De acordo com a Figura 1, o Brasil…
FIGURA 1 
Podemos manter o seu padrão de organização, mas seria preciso inserir os títulos abaixo do gráfico.
Gráficos estão, para a APA, na mesma categoria de figura, diferentemente de tabelas, em que o título aparece em cima da tabela e não embaixo.
Dê, também, por favor, uma olhadinha na pág. 150 do material, em que eles explicam  o que uma tabela, figura devem ter para ser válida.
Eles tratam de autoria, explicando que na nota deve haver referência à tabela ou figura quando não for elaborada pelo autor.
Na pag. 151, eles explicam, claramente, que gráficos são figuras (ou seja, eles não usam o termo gráfico, propriamente dito).
Aguardo o seu feedback para que chegamos a um consenso sobre a uniformização dos gráficos bem como das fontes no caso de tabelas etc.
Qualquer dúvida, deixe um áudio pelo Zap.
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