Roteiro para formulação e descrição do problema de dissertações e teses

Formulação do problema Assim

O primeiro passo na abordagem de qualquer problema é a sua identificação precisa. A formulação do problema é fundamental para compreender completamente sua natureza e dimensioná-lo corretamente. Assim

O que é o problema? Assim,

O problema é, comumente, um questionamento de pesquisa que norteará a dissertação ou a tese e deve, inclusive, necessariamente, ser respondido ao final do texto, na seção de Conclusão ou Considerações finais. Há, entretanto, menção ao termo como sinônimo de hipótese. Ás vezes, algumas pesquisas são desenvolvidas com base em problemas ou em questionamento(s) de pesquisa. Identificar o problema de forma clara e concisa é o ponto de partida para a elaboração de dissertações ou teses. Isso envolve descrever o problema em termos simples e compreensíveis. Primeiramente,

Algumas possibilidades de formulação de um problema de pesquisa:

  1. Pergunta de pesquisa: “Qual é o impacto das mudanças climáticas nas populações de ursos polares no Ártico?”
  2. Afirmação de pesquisa: “As mudanças climáticas afetam negativamente as populações de ursos polares no Ártico.” Assim,
  3. Descrição do objetivo de pesquisa: “Este estudo tem como objetivo analisar como as mudanças climáticas estão influenciando as populações de ursos polares no Ártico.”
  4. Proposições de pesquisa: “Explorar os fatores subjacentes à adoção de tecnologia em pequenas empresas.”*

* Uma proposição de pesquisa é uma declaração que sugere uma investigação em potencial, mas não necessariamente uma pergunta ou objetivo. Pode ser uma afirmação que você deseja explorar em seu estudo.

Quais são os dados a ele relacionados? Assim,

Reunir informações relevantes que já estão disponíveis é essencial. Isso pode incluir dados, estudos anteriores e outras fontes de informação que ajudem a contextualizar o problema. Assim,

Quais são os pressupostos teóricos existentes?

É fundamental explorar o quadro teórico mais amplo, relacionado ao problema. Isso envolve revisar teorias, modelos e conceitos que possam estar relacionados ao problema em questão.

Quais os meios e técnicas de estudo já usados em estudos semelhantes? Assim,

Analisar os procedimentos utilizados em estudos anteriores relacionados ao mesmo problema pode fornecer insights valiosos. Isso ajuda a construir um acervo de métodos e técnicas para abordar o problema. Em primeiro lugar,

Que tipo de solução se deseja para o problema? Assim,

Definir uma visão preliminar dos resultados desejados é importante. Isso pode incluir a criação de um esquema provisório dos resultados esperados. Em primeiro lugar,

De que tipo de comprovação se necessita? Assim,

Identificar como a solução será comprovada é crucial. Isso pode incluir critérios de sucesso, métricas ou indicadores que ajudarão a determinar se o problema foi resolvido de forma eficaz.

Por que se procura uma solução?

Entender a finalidade da pesquisa é essencial. Isso pode incluir motivos como melhorar a eficiência, resolver um dilema prático ou avançar no conhecimento teórico.

Exploração preliminar

Após a formulação inicial do problema, é importante realizar uma exploração preliminar para aprofundar a compreensão. Isso pode envolver outras etapas. Em primeiro lugar,

Que aspecto tem o “problema”? Assim,

Busque analogias com problemas ou fenômenos já conhecidos para obter uma melhor compreensão. Isso pode ajudar a esclarecer a natureza do problema em questão.

Ele já está definido? Se está, como?

No caso de conceitos ou termos, verifique se o problema já foi definido de forma precisa. Se não, defina-o claramente para evitar ambiguidades. Em primeiro lugar,

Está pressuposto? Se está, em que base? Assim,

Examine se o problema é pressuposto em alguma teoria ou contexto específico. Compreender a base desse pressuposto é importante para uma análise mais profunda.

Está tomado como hipótese? Se está, com que evidência favorável?

Se o problema é tratado como uma hipótese, avalie as evidências que o sustentam. Determine se há evidências favoráveis que justifiquem sua consideração. Talvez seja o caso de utilizar, especificamente, o termo “hipótese” e não problema.

É observável? Primeiramente,

No caso de objetos físicos ou sociais, verifique se o problema é observável na realidade. Isso pode envolver a coleta de dados empíricos para validar sua existência.

É quantificável? É mensurável? Assim,

Se o problema envolve aspectos quantitativos, identifique como ele pode ser quantificado ou mensurado. Isso é essencial para análises objetivas. Em primeiro lugar,

De que modo pode ser quantificado ou mensurado?

Descreva os métodos e técnicas que podem ser usados para quantificar ou mensurar o problema. Isso ajuda a estabelecer uma base sólida para a investigação.

Descrição do problema

Após a exploração preliminar, é hora de realizar uma descrição mais detalhada do problema. Isso envolve os seguintes passos.

Em que consiste? Assim,

Explique em detalhes a natureza do problema, relacionando-o ao mundo real. Esclareça sua essência e o que o torna relevante. Em primeiro lugar,

Como é constituído?

Identifique as propriedades e características que compõem o problema. Isso ajuda a desmembrá-lo em elementos compreensíveis.

Onde se localiza? Assim,

Informe onde o problema ocorre, seja em um local geográfico específico ou em um contexto mais amplo. Isso ajuda a contextualizá-lo.

Quando ocorre?

Estabeleça o tempo e a periodicidade em que o problema surge ou se manifesta. Isso pode ser crucial para entender suas causas e efeitos ao longo do tempo.

De que é feito? Em segundo lugar,

Identifique os fatores que entram na composição do problema. Isso pode incluir variáveis, elementos ou agentes que contribuem para a sua existência. Em primeiro lugar,

De que modo as partes constituem o problema? Assim,

Analise como as partes componentes do problema interagem entre si. Isso pode revelar relações de causa e efeito, bem como dinâmicas complexas. Em primeiro lugar,

Ao seguir este roteiro para a formulação e descrição do problema, você estará preparado para abordar qualquer desafio de maneira sistemática e aprofundada, garantindo uma compreensão completa e uma base sólida para futuras investigações e soluções. Assim,

“A revisão está cara!”

Página não é lauda!

No mercado de Revisão de Texto(s), geralmente, contabiliza-se o custo do serviço com base no conceito de lauda. Uma lauda corresponde, geralmente, a um intervalo entre 1000 a 2000 caracteres com espaços. Considero a minha lauda, por exemplo, equivalente a 1300 caracteres com espaços. A lauda refere-se ao que é mensurável em relação à Revisão (as letras, vírgulas etc., mas, por exemplo, não se consideram, nessa contagem, espaços ou páginas em branco). Não se contabiliza página, pois este é um conceito impreciso; e injusto, tanto para o Revisor quanto para o Cliente. É possível inserir vários caracteres em uma página com fontes diferenciadas (o que implica, necessariamente, a quantidade de páginas). Além disso, uma página pode ter tamanhos diversos (A4 etc.).

Muitas vezes, autores não têm consciência dessa questão, e, além disso, não sabem o que é Revisão de Texto. Pensam que esse ofício refere-se, simples e milagrosamente, à correção de erros de ortografia e de gramática. A Revisão está muito além disso. Autores provisionam o custo do serviço com base no conceito impreciso de página, e acreditam que o Revisor age de má fé em relação a essa contagem. Ressalto, também, que, não necessariamente, a quantidade de páginas sempre será superior à quantidade de laudas. Ou seja, Revisores não utilizam o conceito de lauda para cobrarem, de má fé, um preço mais elevado.

Você não aprendeu a escrever!

Você desprezou, durante o seu processo de escolarização, o conhecimento de professores, escreve mal, e acredita que um Revisor tem de carregar essa “culpa” e dar uma “olhadinha” milagrosa em seu texto por um custo baixo (risos). Se você é uma pessoa que despreza os detalhes, que não valoriza a educação, que gosta de um mal feito e tende, em sua própria vida, à mediocridade, então, você, provavelmente, não deve buscar por serviço de Revisão (deixe o seu texto como está; não fará diferença!).

O Revisor não é um messias. E a Revisão é uma atividade ligada a intelectuais, a pessoas que valorizam arte, conhecimento, a ciência. Se você tem consciência de que escreve mal, de que o seu texto precisa de melhoras, mas você não faz nada para melhorar como escritor e espera uma redenção no Revisor, eu lamento informar que você precisa rever o conceito de valor que você dá a si mesmo. Esse é um problema que precisa ser resolvido com um psicólogo, e não com um Revisor.

Ao negligenciar a relevância desse profissional, você subestima a complexidade da escrita e suas nuances. Em vez disso, deveria compreender a Revisão como um investimento para, inclusive, elevar a sua capacidade como Escritor (e são poucas as pessoas que têm essa visão. Muitos autores “jogam” textos mal escritos em revisores, desconsiderando o processo de crescimento que a própria Revisão pode permitir).

O Revisor faz muito mais no texto do que você imagina!

Revisar um texto pode transparecer aos olhares alheios como uma atividade “invisível”, simples e dita fácil, além de ser uma atividade inserida em um mercado desvalorizado, relacionado à educação.Apesar de parecer uma atividade intangível e simples, em que o cliente não tem muita consciência sobre o que é feito, já que ele, tampouco, tem consciência do próprio texto e da própria língua que fala e escreve, Revisar é um processo complexo que se articula, dependendo do serviço contratado, a vários níveis.

Mesmo que o Cliente queira uma simples Revisão, embora a Revisão não se norteie com base, apenas, na dita gramática normativa, este deve se lembrar de que uma gramática tem mais de 200 páginas referentes a regras. Cada uma dessas regras se articula a um nível da linguagem. E, mesmo assim, há outros aspectos importantes que têm de ser observados e mensurados pelo Revisor, como o gênero textual. Eu, como pesquisador, trago uma visão linguística para a minha revisão, fundamentada em uma visão científica sobre o texto e a língua.

Qual é a formação do Revisor?

Se você não sabe o que é Revisão de Texto ou se não teve acesso à Educação de qualidade, desde o Ensino Básico à Pós-graduação, isso não é uma realidade que envolve todos os profissionais. Eu, por exemplo, além de ser Mestre na área por uma das melhores universidades brasileiras, a Universidade de Brasília (UnB), também sou Especialista em Revisão de Texto, e atuei no Supremo Tribunal Federal (STF), revisando textos dos ministros (livros de memórias jurisprudenciais e outros). Também sou Graduado na área de letras pela UnB (Universidade de Brasília), tenho mais de 15 atestados de capacitação técnica emitidos pelo governo, por instituições públicas e privadas, e, praticamente, dediquei a minha vida, com muito compromisso, à educação.

Quantidade de alterações realizadas por lauda

Deve-se mensurar a quantidade de alterações por lauda em um texto para que se compreenda a complexidade da Revisão. Em um texto dito bem escrito, eu realizo, por exemplo, cerca de 20 a 30 alterações por lauda. Em um texto dito mediano, realizo entre 30 a 50 alterações por lauda. E, no caso de um texto com muitos problemas, eu ultrapasso essa quantidade, o que equivale a uma reescrita de todo o texto.

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