Muitos escritores têm utilizado o pretérito mais que perfeito de maneira inadequada porque acreditam que o texto fica mais literário e “bonito”.Geralmente, quem utiliza (às vezes inadequadamente) esse tempo é o falante escolarizado, que teve acesso ao estudo de textos literários. Provavelmente, no processo de ensino-aprendizagem de Língua Portuguesa, o professor deve ter se esquecido de explicar como se emprega, adequadamente, esse tempo. Como os alunos pensam que os clássicos literários são modelos que devem ser seguidos para o caso de textos escritos, surge toda essa confusão.
Primeiramente, esclareço que o Pretérito mais que perfeito é um tempo verbal que possui a sua forma simples (com um só verbo, por exemplo: cantara) ou composta (com dois verbos, por exemplo: tinha cantado). Ambas as formas são equivalentes, mas o emprego de uma é mais formal do que outra.
O pretérito mais que perfeito é o passado do passado. Refere-se a uma ação/fato que ocorreu no passado, anteriormente, a outra ação/fato, que também ocorreu no passado.
Ele comprou o carro com parte o dinheiro do apartamento que vendera. (Marcação extremamente formal e utilizada por falantes mais escolarizados)
Ele comprou o carro com parte do dinheiro do apartamento que tinha vendido. IMarcação mais informal utilizada por ambos os falantes, escolarizados ou não).
Nice é uma cidade muito “romântica” e bonita. O verão é muito quente e a cidade fica cheia de turistas. A zona central da cidade é cortada, assim como na Suiça, por uma linha de “trem” urbano. Pessoas bronzeadas, ao tom da beleza mediterrânea, poetas e artistas na rua fazendo o seu trabalho, uma visão ao horizonte de um mar em tonalidade azul aquarela incrível. A arquitetura da cidade completa todo o charme. Muitos restaurantes, sorveterias maravilhosas, que lugar incrível!
Pensei que os preços seriam “salgados” por lá, mas fui surpreendido, nada comparado aos preços na Islândia e na Suiça. E encontrei opções de hotéis medianos acessíveis, bons restaurantes com preços variados. Parei em um restaurante, para comer algo diferente, mas, infelizmente, não gostei. Comi Foie gras, paté de fígado de pato :S… achei muito amargo. Depois pedi uma massa com beringela, nossa horrível (sem molho e dura, quase crua). O restaurante parecia ser um local agradável e que serviria boa comida.
No segundo dia de viagem, acabei indo comer em um restaurante indiano e, hummm, que delícia! Gostei da comida, estava bem feita e saborosa. Comi uma salada com iogurte, carne de cordeiro com ervilhas, uma espécie de pão de massa bem fina para acompanhar e arroz. Não tive muito tempo, então, deixei para conhecer melhor a Culinária Francesa em outra ocasião 🙁 (na verdade, eu estava me preparando para experimentar comida italiana, já que, no outro dia, eu partiria para Gênova, de trem).
Eu recomendo Nice para quem tiver intenção de conhecer a Costa Azul francesa, localizada no mediterrâneo. Deve valer a pena, também, passar em Marselha e Canes*. Ouvi muito falar bem sobre esses lugares. A Rivera Francesa é considerada uma das regiões mais luxuosas da Europa. E, de fato, é… mas não pense que é tudo perfeito por lá. Passeando pelas ruas, encontrei lugares no centro bastante decadentes (muito sujos) e a situação, em relação ao Brasil, não é tão diferente quanto ao quesito moradores de rua. Para um conhecedor do mediterrâneo rsrs, achei as Ilhas Maltesas um lugar muito mais sofisticado e limpo.
Outras boas opções são: Antibes, Brignoles, Cagnes-sur-Mer, Cap Bénat, Cap d’Antibes, Cap Lardier, Cotignac, Fréjus, Grasse, Grimaud, Île du Levant, Îles d’Hyères, Juan-les-Pins, Menton, Principado de Mônaco, Ollioules, Saint-Jean-Cap-Ferrat, Saint-Tropez, Saorge, Toulon, Villefranche-sur-Mer.
As praias do centro de Nice não são muito boas para banho. Elas são cheias de pedras, e, mesmo assim, ficam lotadas nessa época do ano. Um morador da cidade me disse para visitar outras praias mais distantes do centro, com areia branca, não me lembro do nome agora…
Não me identifico muito com o povo francês, mas a cidade era bonita :D. Tenho maior identificação com os povos da Irlanda, Alemanha e Suiça. Ah, eu dizia todas as palavrinhas mágicas em francês, ok? (Não achei os franceses mal educados, mas, culturalmente, em virtude de todas as experiências que tive com eles, inclusive convivendo em outros países, não me identifico, pelo menos não com os franceses que conheci).
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