Somos uma empresa especializada em revisão, padronização e diagramação de textos. Atuamos no mercado há seis anos, possuímos registro no CNPQ e 11 atestes de capacidade técnica. A nossa equipe é composta por mestres, especialistas e graduados pela Universidade de Brasília (UnB).
Fiquei frustrado com a notícia, mas não desisti de viajar. Embora eu não tivesse muito dinheiro, continuei inculcado com essa viagem. Procurei um voo barato para Argentina, mas não encontrei nenhum. Ouvi dizer por aí que havia ônibus de Brasília rumo ao Paraguai. Fui à rodoviária interestadual da Capital Federal e para a minha surpresa havia um ônibus com destino a Assunción, no Paraguai para o dia seguinte a minha procura. Bem, comprei a passagem para de lá seguir até a Argentina e depois ir de ônibus ao Chile. Sim, eu viajei horas e horas de ônibus durante dias. Inclusive economizei bastante com hospedagem. Graças a Deus havia ônibus na Argentina cinco estrelas, com serviço de bordo e bingo noturno rsrs.
No caminho rumo ao Paraguai, conheci quase todo o Mato Grosso. Quando cheguei à Assunción estava escurecendo. Parei na rodoviária, no centro da cidade. Procurei uma pousada para me hospedar, mas achei tudo muito caro para os padrões latinoamericanos. Nesse dia eu jantei um frangão na rua rsrs, acompanhado com batatas e salada. Sim, a comida estava deliciosa, mas cara. No dia seguinte resolvi conhecer a cidade, mas para a minha infelicidade eu não consegui sacar um centavo do meu cartão. Pensei que aquele seria o fim da minha viagem. Peguei os poucos centavos finais que eu tinha no bolso e segui em direção ao aeroporto de ônibus, pensando que seria mais fácil sacar o meu dinheiro lá. Eu já tive vários problemas de saques na América do Sul. Quando eu fui ao Peru, foi tenso conseguir sacar dinheiro. No caminho, avistei um símbolo do Banco do Brasil. Sai correndo em direção a ele, mas não consegui sacar nada. Bem, eu já não tinha mais dinheiro algum e estava rezando para conseguir sacar o meu dinheiro, caso contrário, não sei o que iria fazer. Nesse momento perguntei para uma moça na rua se ela sabia onde eu poderia sacar dinheiro, (Isso foi imaturidade de turista, mas eu não me senti ameaçado a ser assaltado), a moça gentilmente me levou ao shopping e disse para eu tentar sacar no caixa eletrônico 24H do BANCO DE LA PATAGONIA. E por incrível que pareça, já sem esperanças, eu consegui sacar.
Paguei 5 reais nessa torta de marmelo:
Eu adoro essa foto! Parece foto de propaganda de alguma coisa que aliena o consumidor em um momento de alegria e felicidade eternas rsrs. O melhor é o meu sorriso mais branco do que a neve no fundo rsrs…
Os serviços de ônibus na Bolívia e no Chile são excelentes: serviço de bordo em ônibus.
Está aí um país que eu nunca pensei em visitar: África do Sul. Eu não sabia muito sobre o país antes de conhecê-lo. Na verdade, as minhas viagens são sempre aleatórias. Eu escolho os destinos mais exóticos para visitar.
O meu destino nesse país foi Capetown, ou Cidade do Cabo. Felizmente ou infelizmente eu não tive muita oportunidade de conhecer muito bem o país, pois o meu intuito nessa viagem foi melhorar o meu inglês em um programa de estágio. Eu passei alguns meses estagiando em uma ONG chamada SCAT (Social Change Assistance Trust), na área administrativa. Essa experiência foi muito enriquecedora, eu participei de vários projetos sociais da ONG, viajei para várias cidades, conhecendo as realidades locais do país.
Será que foi bom?
Um dos grandes espetáculos de Capetown é a Table Mountain, o que traz para a cidade um ar misterioso e fotografias extraordiárias conforme muda-se a perspectiva de nossas posições com o fundo da montanha. Mas a cidade não é apenas beleza e riqueza…
A África do sul é um país com muitos contrastes sociais. Há ainda muita pobreza no país. Sobre o apartheid, acredito que algumas coisas mudaram. Por exemplo, as propagandas que eu vi e os programas de TV eram muito mais representativos daqueles que compõem a sua grande maioria étnica: negros. Diferente do Brasil, onde o plano de fundo dos outdoors e das telinhas da GLOBO e os protagonistas “bons” e “ricos” são “brancos” (minoria da população brasileira) ou onde o embranquecimento da população e a alienação a padrões que não nos representam tornam-nos brasileiros sem identidade nacional, desesperados por estereótipos algures; local onde o mal estar em ser “o que não somos” é construído por toda a nação e pelo governo (alienados em um cursos de medicina, direito ou qualquer outro que nos façam DOUTORES para apagar um histórico de pobreza familiar, subdesenvolvimento ou a nossa própria cor – o embranquecimento em si) e o que nos resta é a fuga a lugares algures, a não ser o Brasil, especialmente pelo preço do turismo interno, muitas vezes mais caro do que o internacional. (Eu me empolguei – risos).
Somos nerd, mas estamos curtindo na África do Sul rsrs:
Participei, aos finais de semana, de um programa com crianças carentes. O projeto ocorria em uma escola pública de uma comunidade de Capetown. As crianças iam, aos finais de semana, para a escola onde tinham aula durante a semana (escola pública) e participavam de diversas atividades que incluíam aulas, jogos e brincadeiras. Fui voluntário com um grupo de estrangeiros nesse projeto. Nós contávamos histórias para as crianças em inglês, além disso, em um determinado momento do dia, havia um professora em cada uma das salas da escola para contar histórias às crianças em suas línguas nativas. Como a África do Sul é um país que possui várias línguas oficiais, as crianças, mesmo em escolas públicas, eram alfabetizadas em suas línguas nativas e posteriormente eram ensinadas a falar a língua franca: o inglês. Pode parecer boba a ideia do projeto, mas para essas crianças, o projeto era de extrema importância, uma vez que muitas delas possuíam apenas uma mãe como membro da família, algumas precisavam trabalhar ou eram alcóolatras, não podiam lhes dar a atenção necessária ou contratar uma babá para lhes orientar. A escola, nesse momento, funcionava como um refúgio acolhedor a essas crianças, que poderiam estar em casa sendo maltratadas ou sendo dopatas com álcool pelas suas famílias que precisavam se ausentar.
Trabalhe em uma ONG com nativos. Eles falavam inglês, mas era perceptível que eles não possuíam muita intimidade com esse idioma. Quando eles falavam entre si e especialmente quando estavam mais a vontade, conversavam em suas línguas maternas. Percebi que a ONG em que eu trabalhei enfrentava alguns problemas em relação à execução de alguns projetos pelos povos das comunidades. Segundo as pessoas que trabalharam comigo, os moradores de comunidades pobres, que eram selecionadas para atuar em parceria com a SCAT, às vezes, preenchiam indevidamente os formulários de feedback dos projetos sociais da ONG, omitiam informações, às vezes não compreendiam os questionários (analfabetismo funcional). Não era interessante para a ONG manter nesses projetos pessoas de outros locais ou diretamente da própria ONG, uma vez que havia a necessidade de empregar as pessoas da comunidade. Além disso, essas pessoas, apesar das dificuldades, “conheciam” os reais problemas de sua comunidade, o que “poderia” ser um mecanismo para “atingir” melhor as comunidades e facilitar a comunicação com aqueles que não falam inglês.
Costa de Capetown:
Atravessei toda a cidade do cabo, durante um hora e alguns minutos, para chegar neste parque/praia rodeada de pinguis. Adoro pinguis, foi a primeira vez que os vi. Eles são muito engraçadinhos e desengonçados.
Malta é um daqueles lugares no planeta que você precisa conhecer. E se o objetivo for estudar inglês, curtir e viajar, aproveite, pois essa é uma das melhores escolhas de intercâmbio. Independentemente de estação, verão ou inverno, o lugar vale muito a pena. Obviamente, não espere águas quentes no inverno, mesmo assim, você conseguirá pegar uma praia um ou outro dia.
Eu sempre tive vontade de criar um blog sobre as minhas experiências de viagens. Mas me faltava tempo e motivação. A ideia de ter esse blog sobre redação e gramática me ajudou a repensar a ideia de criar um espaço sobre as minhas viagens.
Eu viajei para malta em janeiro de 2010. Malta é uma ilha próxima à Itália, situada no mar mediterrâneo.Quando eu decidi viajar para Malta, acredito que eu estava inspirado, porque o lugar é extraordinário. Essa viagem foi uma das melhores viagens que eu já fiz. Na verdade, foi a minha primeira “grande” viagem sozinho para outro país. O meu objetivo nessa viagem foi melhorar o meu inglês e me divertir. Fiquei hospedado na casa de estudantes da Sprachcaffe Language Plus. Sinceramente, eu nunca vi nenhuma escola de idiomas como essa. Confesso que fui motivado pela beleza e pelo marketing bem feito da escola e recomendo, pois valeu cada centavo. A escola possui grande estrutura, os professores da escola eram ótimos, a escola possuía vários espaços para interação, sala de filmes, piscina e um pequeno pub, que funcionava inclusive durante a noite. A área de lazer da escola era tentadora:
Posso dizer que Malta foi a melhor viagem da minha vida. E olha que já conheci diversos países, mas eu realmente “Had the time of my life” lá =D
A beleza de malta é insuperável. E eu fiz essa viagem no inverno.
Raul, eu, Agneta e Pedro. Pessoas muito especiais, ficamos muito amigos. O Pedro, inclusive, veio me visitar em Brasília há alguns anos. Viajar não faz muito sentido, ainda mais quando se viaja sozinho, se não se tem amigos para dividir as experiências:
Eu conheci muitas pessoas boas nessas viagens, muitas histórias de vida interessantes e personalidades de todos os tipos. A sensação de poder olhar para além de nossas próprias janelas é muito boa, perceber que os nossos costumes e trejeitos são muito pequenos diante de toda a diversidade de culturas e perceber a nós mesmos nesses novos cenários.:
Além dos passeios turísticos e das belas paisagens naturais, a noite na Ilha é muito agitada. Há muitos restaurantes, boates, cafés e cassinos na cidade. Os gastos para turistas não são os mais baratos, mas sempre é possível vivenciar qualquer lugar do mundo em uma perspectiva mais “local”.
Dica: Escreva a mensagem “100 things to do in…” e coloque o nome do país para onde você irá viajar. Aparecerão centenas de dicas de passeios para se fazer em sua viagem. Apesar de a ilha ser pequena, há lugares desconhecidos pela “rota dos turistas”, aproveite para vivenciar experiências mais cotidianas e locais de Malta, a ilha é repleta de surpresas.
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