Sobre Anderson Hander Brito Xavier

Somos uma empresa especializada em revisão, padronização e diagramação de textos. Atuamos no mercado há seis anos, possuímos registro no CNPQ e 11 atestes de capacidade técnica. A nossa equipe é composta por mestres, especialistas e graduados pela Universidade de Brasília (UnB).

Como fazer referencial teórico?

Como fazer referencial teórico?

Como fazer referencial teórico?

O referencial teórico é a seção do trabalho acadêmico que traz a discussão relativa ao recorte temático de pesquisa. Deve convergir para o problema de pesquisa, bem como para os objetivos e metodologia do trabalho.

Grosso modo, constitui a seção no trabalho acadêmico, que pode ser dividida em tópicos, e que traz as discussões de outros pesquisadores sobre determinado tema. Lembre-se de que, cientificamente, o que uma comunidade científica consagrou em relação à determinada área é importante. Por isso, você precisa fazer essa “investigação”, para trazer a voz de outros pesquisadores para o seu trabalho, contrastá-los e demonstrar que você os entendeu, expondo as ideias destes sobre o tema de sua pesquisa.

Cite vários autores e topicalize essa seção de seu texto conforme o problema/ou questionamentos de pesquisa a ser investigado e os seus objetivos. As argumentações trazidas em trabalhos acadêmicos não podem se originar de achismos, mas deve se fundamentar em discussões teóricas de outros autores clássicos e contemporâneos.

Para que você possa compreender melhor como elaborar referencial teórico, assista ao vídeo que eu fiz explicando esse processo, que é muito similar à construção de uma colcha de retalhos.

Compartilhem com os seus colegas.

Linguagem verbal e linguagem não verbal

Linguagem verbal e linguagem não verbal

LINGUAGEM VERBAL E LINGUAGEM NÃO VERBAL

Qual é a diferença?

Primeiramente, é preciso esclarecer que uma língua constitui uma especificidade antrópica de linguagem. Nesse sentido, é possível pensar língua não somente como “combinação” simplória de palavras/frases/orações que geram sentido nas interações cotidianas.  A língua como instrumento de comunicação e de organização do pensamento constitui-se de elementos verbais e não verbais.

A linguagem verbal refere-se à fala e à escrita, está para os aspectos gramaticais, vocabulares, para o nível do texto e da oralidade.

A linguagem não verbal refere-se a elementos como cores, expressões faciais, gestos que também compõem o processo de interação.

Obviamente, não é possível pensar em língua somente nessa “polarização” entre o verbal e o não verbal. Mesmo uma página de um livro que não tenha imagens compõe-se de elementos não verbais, como é o caso dos destaques em negrito, marcações de parágrafos, itálicos, entre outros.

Infelizmente a escola ainda faz essa diferenciação e solicita que alunos resolvam exercícios estruturalistas sobre diferenciação de linguagem verbal e não verbal, como se um texto, mesmo sem imagens, fosse monomodal (grosso modo, limitado, apenas, a aspectos verbais). Por exemplo, se ignorarmos, em relação a este post, a imagem logo “Critério Revisão”, podemos pensá-lo sim em seus aspectos não verbais, mesmo que pareça que ele compõe-se, somente, com base em aspectos verbais, em relação às palavras e ao texto em si, pois a própria marcação de parágrafo, o título em caixa alta são marcações não verbais, que se alinham ao plano visual e organizacional da projeção do texto na página (como ocorre em relação à diagramação de um livro).

Enchendo linguiça na hora de escrever

Enchendo linguiça na hora de escrever

Às vezes recebo textos acadêmicos em que os clientes desenvolvem longos períodos, com vocábulos formais, mas, no final da leitura, não faz o menor sentido, embora não haja problemas gramaticais.

É importante estar atento a essas questões no texto ou, ao menos, encaminhar o seu texto a um revisor para que essas inadequações sejam sinalizadas a fim de que haja maior clareza.

Apresento a seguir um quadro em que qualquer uma das combinações podem ser utilizadas para formar frases, em qualquer ordem, mas elas, simplesmente, não fazem o menor sentido, embora não pareça haver inadequação gramatical.

KURY, Adriano da Gama. Para falar e escrever melhor o Português. 2. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1989.

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#Enchendo linguiça na hora de escrever

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