Quanto ganha um Revisor de Textos

Quanto ganha um Revisor de Textos

Você já se perguntou: “quanto ganha um Revisor de Textos?” Os salários são variáveis, mas isso depende da atuação do Revisor. Se o Revisor atuar como freelancer ou com carteira assinada, os salários são muito diferentes. O salário de um servidor público revisor também é muito além do salário de um contratado.

Revisor contratado

Atua em editoras, empresas, revisa documentos, livros, cartilhas etc. Recebe entre 2 a 3.500,00 reais. Não acredito que o salário de um revisor contratado passe de 4 mil reais, mas posso estar enganado. Na verdade, a maioria dos profissionais, formados ou não, no caso de contratados, recebem, salvo exceções raras, esse valor médio de salário mais benefícios.

Revisor servidor público

Um Revisor de texto concursado pode ganhar, inicialmente, entre 4 a 10 mil reais, isso depende do órgão de atuação deste. Quando eu estagiei no Supremo Tribunal Federal, o salário inicial de um Revisor concursado era de cerca de 9 a 10 mil reais inicialmente. Esse valor poderia aumentar com curso de mestrado e doutorado na área. No caso do concurso de Revisor do Senado Federal, os salários são maiores.

Revisor freelancer

Revisores freelancer, geralmente, ganham mais do que um contratado e podem ganhar até mais do que um servidor público, mas isso é muito relativo. Revisores freelancer, embora ganhem mais do que um contratado, trabalham, geralmente, para empresas que repassam, apenas, uma pequena quantia do que cobram pelo serviço de Revisão de Texto (há várias modalidades de serviço e, portanto, vários preços). Alguns revisores freelancer têm clientes próprios e conseguem ter uma demanda grande de clientes. O custo médio de uma Revisão ortográfica e gramatical hoje é entre 5,00 e 6,00 reais por lauda. Dependendo da clientela do revisor, os ganhos mensais podem passar os 10 mil reais, uma vez que, no caso de revisão de um trabalho de 100 laudas, este chega a ganhar 600 reais. Mas há de levar em consideração os períodos em que a procura por esse serviço é baixa e que o Revisor recebe pouco.

Frase, oração e período

Frase, oração e período

Frase, oração e período

Toda oração é uma frase, mas nem toda frase é uma oração. Orações têm verbo, frases não necessariamente.

FRASE

Frases podem ser constituídas de duas ou, apenas, de uma palavra, desde que faça sentido e seja contextualizada.

Exemplos de frase:

Fogo!

Alguns anos vivi em Itabira.

Que alegria!

Segundo Cunha e Cintra (2007), a frase pode conter uma ou mais orações. No caso de conter, apenas, um verbo, constitui uma oração; no caso de duas ou mais formas verbais integrantes de uma locução verbal, constitui mais de uma oração.

Ex:

1 oração

O dia decorreu sem sobressalto

2 orações

Fechei os olhos, meu coração doía.

 

 

ORAÇÃO

Enunciado que se estrutura com base em verbo ou locução.

 

PERÍODO

Período refere-se à organização da frase em uma ou mais orações. Estrutura-se em período simples ou período composto:

Período simples(contém, apenas, uma oração):

Cai o crepúsculo.

Período composto (contém duas ou mais orações):

Comprou chocolates e seguiu para a rua saltitante.

Para mais informações, sugiro o site:

http://www.educacao.cc/lingua-portuguesa/diferencas-entre-periodo-frase-e-oracao-na-gramatica/

Hipertexto e gêneros digitais: algumas reflexões

Hipertexto e gêneros digitais: algumas reflexões
Gostaria de compartilhá-lo com os meus leitores. Apresento, por meio dele, algumas reflexões sobre a obra de MARCUSCHI, L. A. & XAVIER, A. C. (Orgs.) Hipertexto e gêneros digitais. Rio de Janeiro: Editora Lucerna, 2004.
  • Gêneros emergentes no contexto da tecnologia digital
    O Conceito de gênero textual diz respeito às novas práticas sociais diante das diversas práticas discursivas existentes hoje. Pode-se, grosso modo, pensar em um gênero, como um “texto em um contexto”. Segundo Miller, os gêneros seriam ações retóricas tipificadas produzidas em resposta às situações sociais recorrentes. Assim, os gêneros seriam instrumentos aptos para desenvolver ações sociais em situações específicas, que se definem por objetivos comunicativos, audiência, regularidades formais de conteúdos. Com as novas tecnologias digitais e as novas práticas sociais que são iniciadas com essas tecnologias, surgem novos gêneros, são os gêneros emergentes, inserindo-se em um novo contexto de comportamento comunicativo. Para Bolter, esse novo processo conduz uma cultura eletrônica com economia na escrita. Para David Crystal, esse processo assemelha-se a uma “festa linguística” onde levamos a nossa língua ao invés de nossa bebida. Yates afirma que esse processo ocorre porque está acontecendo uma radicalização do uso da escrita. Nessa perspectiva o gênero textual deve ser encarado como fenômeno social e histórico. Entre os gêneros mais conhecidos podemos citar: email, chat, entrevista com convidado, e-mail educacional, aula chat, vídeo conferência, lista de discussão, endereço eletrônico e outros.
    É evidente, no atual momento que nos encontramos, o fato de o gênero refletir estruturas de autoridade e relações de poder claras. Ou seja, por meio do estudo dos gêneros é possível refletirmos sobre as nossas práticas sociais. De acordo com Thomas Erickson, a interação on-line tem a característica de acelerar a evolução dos gêneros. Esse novo processo de interação altera o gênero. Uma característica fundamental da maioria desses gêneros emergentes é a inserção de elementos semióticos no texto. Para crystal, no entanto, o discurso eletrônico ainda encontra-se em estado selvagem e indomado sob o ponto de vista linguístico e organizacional. O que não quer dizer que não deve ser analisado e esquecido, o seu uso é fundamental à inserção no processo de interação social.
    #Hipertexto e gêneros digitais: algumas reflexões