Uso dos porquês

Quando utilizar: por que, porque, porquê e por quê

1. Por que

É utilizado no início de perguntas e quando for possível substitui-lo por “por qual razão/motivo”.

Exemplos:

Descobri por que (por qual razão) vocês fizeram aquilo.

Por que (por qual motivo) você não foi à aula ontem?

2. Porque

O “porque” junto é utilizado sempre que corresponder a uma explicação, ou seja, quando puder ser substituído, por exemplo, por “pois”.

Exemplo:

Comprei esta bolsa porque (pois) é muito bonita.

3. Por quê

“Por quê” separado e com a acento circunflexo é utilizado ao final de uma frase, quando for seguido de pontuação.

Exemplo:

Você está indo embora, por quê?

4. Porquê

“Porquê” junto e com acento é um substantivo. Insira um artigo ao seu lado para verificar se o sentido da frase se mantém, se isso for possível, será o caso de substantivo, já que artigos podem acompanhar substantivos..

Exemplo:

Não sei o porquê (motivo) de ele não ter ido.

Regência do verbo implicar

Regência do verbo implicar

O verbo implicar é transitivo direto quando utilizado no sentido de “trazer como consequência/resultar”.

Dessa forma, esse verbo não exige preposição, sendo complementado por um objeto direto.

Exemplo:

Essa viagem implica gastos desnecessários.

Já no sentido de “ter implicância” o verbo é transitivo indireto, sendo, assim, necessário o uso de uma preposição.

Exemplo:

Todos na escola implicavam com ele.

 Esse verbo também pode ser utilizado no sentido de “comprometer/envolver”. Nesse caso, o verbo exige complementos direto e indireto.

Exemplo:

Seus colegas o implicaram em alguns delitos.

Chapada dos Veadeiros

Decidi buscar inspiração neste final de semana para conseguir me concentrar e agilizar as minhas revisões. Afinal, já estava cansado de Brasília.

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Escolhi como destino a Chapada dos Veadeiros. Já visitei o local em 2007, período em que conheci o Parque Nacional da Chapada, fiz algumas trilhas e fui ao Vale da Lua. Também passei em um hotel-fazenda muito bonito chamado Portal da Chapada, que tem uma trilha com vários cachoeiras.

Dessa vez, buscando descanso, decidi ficar em um local mais tranquilo. No primeiro dia, fiquei em uma pequena pousada chamada Menina da Lua, localizado em Alto Paraíso. Paguei cerca de 190 reais para uma diária com café da manhã para três pessoas. O local é muito organizado e aconchegante. E o café da manhã deles é maravilhoso.

Dormi de sexta para sábado neste hotel e, às 14 horas no sábado, depois de almoçar no centro de Alto Paraíso, fui, destino São Jorge, para o Yoga Resort Paraíso dos Pândavas.

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Fiquei supreso com o local. As chalés de descanso ficavam isoladas da sede principal, onde os hóspedes fazem as refeições, o que foi muito bom, pois me permitiu maior concentração. À noite, ouvia apenas o sopro do vento e alguns grilos.

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O hotel oferece algumas atividades gratuitas e dispõe de serviço de massagem (cada uma custa, em média 140 reais). Além disso, o local é propício para meditação.

Eles oferecem três refeições inclusas no pacote da diária: café da manhã, almoço e jantar. A comida é vegetariana, mas é simplesmente DELICIOSA. Além disso, eles fazem vários pratos indianos.

O administrador do hotel, bem como os auxiliares constituem um grupo adepto ao movimento Hare Krishna. O local é tranquilo e muito bonito. É possível fazer trilhas durante o dia, nadar em piscinas naturais, fazer uma massagem e até contemplar a natureza trabalhando, como foi o meu caso rsrs.

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No domingo pela tarde, um pouco cansado, decidi conhecer um local chamado Poço Encantando, cerca de 50 km de Alto Paraíso. Saí às 14 e 30. O local é lindo, com uma cachoeira que deságua em uma espécie de poço.

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No caminho, os ipês floridos do cerrado tornavam a estrada um local de muita contemplação.

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À noite, decidi visitar a velha São Jorge. A cidade continuava charmosa como sempre, havia alguns novos restaurantes e algumas novas pousadas.

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