Pontos turísticos em San Andrés

Aquário

Achei esse o passeio mais legal em San Andres. O lugar é extremamente bonito, água cristalina, local raso, é possível levar crianças (não tão pequenas, claro). Vale a pena passar por lá de jet ski, parar por uma hora e ir para Johnny Cay. Não esperem ver um aquário subterrâneo lá rsrs; o próprio local é o aquário =).

A faixa do mar é de um tom verde piscina lindíssimo, chega a doer os olhos rsrs.

DSC03247

DSC03382

Cuidado com as capas à prova de água para câmeras e celulares que vendem pela Ilha. Vi algumas pessoas que confiaram nesses protetores e perderam as suas câmeras.

La Piscinita

Quem procura aquele mar do Caribe, um local para tomar sol e relaxar, com areias brancas, não vale a pena (não há “praias” nesse local). A “piscina” de águas cristalinas fica próxima de grandes rochedos. Por outro lado, quem sabe nadar e procura por mergulho ou por snorkel vai curtir muito.

dico

Há muitas pedras no local, quem não sabe nadar, fica difícil o acesso, a não ser com boias rsrs etc.

Há um escorregador neste local que cai direto no mar (nada demais). Eles também oferecem o passeio “aquanauta”, que eu acredito não valer a pena, pois o passeio é caro, dura pouco tempo, o “capacete” pesa quase trinta kg e a sensação com o capacete é muito ruim, além de não parecer muito seguro.

Há uma área paga e outra gratuita para entrar nessas “piscinas” naturais. Se o objetivo é praticar snorkel, vá para a área gratuita, há um número menor de pessoas.

Pizza San Andrés(Pizza colombiana, feita com patacon (banana verde seca))

Prato feito com cogumelo

(prato feito por mim: cogumelos frescos, cenoura, pimentão e cebola, com frango picadinho, ao shoyu (humm), acompanhados de salada de alface e tortilha de milho).

Johnny Cay O local é muito bonito, eu recomendo. O mar por lá é mais agitado, não vi pessoas mergulhando nesse local. A água do mar não é tão cristalina e há muitas rochas por lá.

Passeio noite branca

dicolino

Quem procura “balada”, fuja desse barco. A comida que eles servem lá é horrível (tudo é muito doce). O pessoal da animação do barco é muito “baixo nível”. Eles tentam animar a sua noite do jeito mais forçado. Eles são inconvenientes e muito sexualizados. O pior é ouvir eles dizerem que o passeio é para famílias e crianças.

Blow Hole

Não viaje para o local onde há esse buraco apenas para ver o “sopro”, não vale a pena. Se você não tiver mais nada o que fazer, você estará ocupado por alguns poucos minutos por lá. Passeio de carro de golf pela ilha.

Unhas de silicone para gato

Cansei de ver o meu gato destruindo as minhas coisas. Outro dia, comprei um sofá caro, coloquei uma capa no sofá e ele, depois de destruir a berada da minha cama, que é revestida com um material de pano, atreveu-se a afiar as garrinhas dele no meu sofá. Antes que ele causasse estrago maior, comprei um arranhador para ele, o que não adiantou.

No início, ele chegou a afiar uma ou duas vezes as unhas no arranhador, mas, depois, continuou com os seus hábitos destruidores.

IMG_20150416_114117

Passaram-se dois dias, ele fez o arranhador de cama e continuo afiando as suas unhas nos meus móveis. Procurei outra solução mais eficaz e encontrei algumas lojas que vendem unhas de silicone para gatos.

Inacreditavelmente, o problema foi resolvido. Pequi, o meu gatinho, continua arranhando, mas, com as suas unhas de silicone, ele ficou inofensivo.

Vieram 20 unhas e uma cola, estilo a marca superbonder (“nem o cão tira rsrs”).

Antes de inserir as unhas, lavei as patinhas dele, sequei-as, para, finalmente, aplicar as unhas. Coloquei um pouco da cola dentro da unha, e, facilmente, colei-a nas unhas verdadeiras do Pequi.

Unhas de silicone para gato

 

Pensei que o Pequi fosse se incomodar com o material, mas continuou agindo como se não houvesse nada sobre suas unhas.

Unhas de silicone para gatos

 

Unhas de silicone para gatos.

No final das contas, o Pequizinho ficou elegante, não destrói a minha casa mais e não temos mais problemas rsrs.

O que é o amor?

O que é o amor?

Há quem acredite que o amor, simplesmente, não existe. Entre eles, inclusive, vários cientistas. Essa, na verdade, é uma longa discussão. Alguns afirmam que o ser humano é tão egoísta que, de fato, não seria possível amar outro pessoa, mas sim o que a outra pessoa proporciona (ou seja, ama-se o que se sente e não o outro). De qualquer maneira, a sociedade tem muito a ganhar com a disseminação da ideia de amor, exista ele ou não. Especialmente se pensarmos no discurso de cidadania relacionado ao “amor ao próximo”.

O que é o amor?

Na verdade, o amor se refere ao lado consciente da percepção de nossas emoções. Nós sentimos várias emoções. Essas emoções podem ser desencadeadas em virtude de questões biológicas ou mesmo sociais.

Na idade clássica, o amor era sinônimo de loucura. Na verdade, ele está muito relacionado, também, a um processo de construção social de cada cultura.

Há ainda aqueles que afirmam que amor só é possível se é recíproco, o que já é uma questão bastante subjetiva, mas faz sentido, afinal, talvez o único amor que seja de “mão única” é o amor próprio, mas, com certeza, deve haver alguma contribuição social nesse processo, afinal, nós só nos constituímos sujeitos na interação com um outro.

Não parece haver, também, uma universalização do amor, mas vários manifestações desse sentimento: amor de mãe, amor próprio, amor ao próximo, amor à vida, amor platônico…

Em todos os casos, eles são sentimentos conscientes de quem diz que ama. O problema dessa definição é que as pessoas podem confundir sensações e outros sentimentos com amor e, nesse sentido, muitos podem se apaixonar pelo “motivo errado”.

Quando cursei uma disciplina do curso de psicologia (psicologia social), lembro-me de estudar um capítulo sobre o amor, que trazia um exemplo muito significativo a respeito dessa minha afirmação (8 anos se passaram e eu ainda me lembro desse exemplo, chegou a cair na prova rsrs).

Caso hipotético: uma garota dirige, à noite, sozinha, por uma estrada. De repente, ela percebe que o pneu de seu carro está furado e o para na pista. A moça fica desesperada naquele momento e começa a sentir várias emoções, o que é natural do ser humano, inclusive, por uma questão biológica. Ela começa a suar, a respirar forte e a ficar mais agitada. Muitas coisas passam pela sua cabeça, tem medo de ser assaltada, abusada na estrada.

De repente, para um outro carro ao seu lado. Sai do carro um homem alto, jovem, bonito e muito gentil. Pergunta a ela o que houve e diz que irá ajudá-la. Naquele momento, o coração da garota para de bater tão aceleradamente, ela respira mais de vagar e fica mais calma. Aquela sensação toda de medo passa, e a imagem daquele galã mistura-se à ideia de um “heroi”.

Posteriormente, ela descobre que aquele homem estuda na mesma universidade que ela. Eles trocam telefones, marcam um jantar e acabam iniciando, meses depois, um namoro. Muitos diriam que esse sentimento foi construído entre os dois, mas imagine que a garota diga para todos que ela o ama desde o primeiro dia em que o viu. Não seria difícil de compreender o porquê dessa afirmação. A garota, na verdade, atribuiu a sensação biológica de seu corpo ao que muitos chamam de amor, naquele primeiro momento de desespero, e interpretou esse sentimento como amor.

Não é por acaso, também, que muitas pessoas fazem coisas horríveis por amor e dizem que “amam”. Elas estão, na verdade, atribuindo alguma emoção a esse sentimento ou alguma sensação próxima a ele. É por isso que as pessoas dizem que amor e ódio estão próximos, pois ambos esses sentimentos são muito intensos e podem se mesclar. Além disso, o susposto “ódio” também pode revelar uma negação (ou tentativa de esconder) o que se sente por vergonha ou por algum outro mecanismo de defesa.

Não é difícil de entender, dessa maneira, o que eu quero dizer com “as pessoas se apaixonam, muitas vezes, pelos motivos errados”. Sabe aquele ditado: “será que é amor ou gás” rsrsrs? Aquele famoso desenho da década de 90: “o fantástico mundo de Bob” já abordava o assunto. De fato, isso faz muito sentido, o que significa que devemos estar conscientes para compreender as nossas emoções. Não quero dizer que elas são falsas, ou que são atribuídas, sempre, a motivos errados. É preciso saber, no entanto, compreender os nossos sentimentos, o que permitirá maior controle e conhecimento de nós mesmos.