Outsider na Tailândia

Primeiras impressões sobre a Tailândia

Eu confesso que nunca experienciei nada como a Tailândia. E Bancoque, acredito, é um mundo à parte. Bancoque é uma cidade gigante. Outro dia, fui ao dentista, de táxi, demorei quase uma hora e meia para chegar (e o taxista, para variar, não conseguiu encontrar o endereço rsrs). No final das contas, eu tive que aprender a andar de metro (fiquei perdido por quase umas 3 horas, tentando encontrar a clínica e depois o lugar onde eu morava. Decidi morar um pouco afastado do centro, que é bem caótico e barulhento como São Paulo)…

Muitas pessoas, como eu, decidem ir à Tailândia para fazer tratamento de dente (não somos loucos! Só não somos obrigados a pagar o valor abusivo da maioria dos dentistas). O meu dentista, por exemplo, é formado nos EUA, tem mestrado, doutorado lá também, a clínica tem boa infraestrutura e todos aqueles certificados internacionais; mas o preço é bastante em conta). Há vários fóruns, na internet, de estrangeiros indicando clínicas e relatando as experiências deles (muita gente vem colocar facetas de porcelana, que, no Brasil, chega a custar entre 1000 a 2000 reais por dente e aqui o custo pode variar entre 700 a 300 reais. NÃO, não é de qualidade inferior ao material produzido no Brasil ou em qualquer outro lugar do mundo. O meu dentista (pesquisei muito até decidir fazer o tratamento com ele), por exemplo, na fabricação de coroas etc. importa, praticamente, a maioria dos materiais da Alemanha). Obviamente, deve haver profissionais ruins como em todos os lugares (tive uma experiência ruim com dentista na Europa, por exemplo). A Tailândia é muito conhecida, também, por ser um lugar que faz cirurgia de mudança de sexo, legalizada e permitida pelo governo. Na verdade, parece haver uma “falsa” aceitação sobre questões LGBT aqui. Outro dia, conheci uma modelo transgênero, ela me contou essas coisas que compartilho neste texto com vocês. A Tailândia é considerada a capital da beleza da Àsia, cirurgia de nariz, para aumentar os olhos são comuns. Na verdade, eles estão bastante ocidentalizados para o meu gosto.

A história do garoto espanhol que tinha um Buda tatuado no braço e não pode entrar no país ainda é uma discussão recente. Quando saí do aeroporto, vi um anúncio gigante dizendo que os estrangeiros deveriam respeitar a tradição tailandesa;a tatuagem do “Buda” representa uma “afronta” à cultura tailandesa. Achei interessante: em cada esquina por onde ando, há um “minitemplo”, igual a um “presépio” com um Buda. Nunca vi tanta comoção, há mais homenagens ao rei morto do que “minitemplos” pela cidade. Até na entrada do meu condomínio, há uma foto gigante do rei com flores brancas contrastando com as pedras pretas de mármore do edifício (ui rsrs).

No dia que me perdi pelo centro da cidade, rodei, rodei, saí perguntando em inglês, para as pessoas na rua, como chegar ao meu bairro (no caminho saía comprando tudo que via pela frente. Encontrei ovo rosa, fiquei empolgado, comprei, depois, quando abri, vi que era ovo choco, com o pintinho quase em formação (eca!). Acabei comprando um chip, fazendo mímica no mercado, e consegui me localizar melhor com o meu celular. Aprendi a agradecer, juntando as palmas das minhas mãos e abaixando o meu queixo até os dedos, fazendo carinha de pastelzinho ahauahauahau (achei tão bonitinho 🙂).

Cada compra saía por um valor mais barato do que outro. Apesar do medo (de pegar uma infecção alimentar, mas eu levei comprimido de carvão mineral comigo, baby 0/), parei em uns três restaurantes locais, aqueles com cadeiras de plástico e experimentei os apimentados (e muito doces) pratos tailandeses. MUITO BOM! Durante as várias vezes que fui ao mercado, percebi que eles vendem quase todos os itens em pequena quantidade. As porções de comida são muito pequenas, acredito que isso se articula ao estilo de vida deles, eles devem comer muitas vezes ao dia, em pouca quantidade, por isso são, geralmente, magros. Mas, para um atleta como eu rsrs, preciso, ao menos, de umas três refeições deles. Eles, também, consomem pouca proteína de carne, os pratos contêm mais carboidratos. Alguns Iogurtes têm gosto artificial. Alguns sucos têm gosto de remédio.

Poucas pessoas falam inglês, eu não entendo o sotaque. Mas todos são muito gentis e fazem mímica, sorriem bastante (ainda não identifiquei o sentido dos sorrisos, parecem todos iguais para mim). Um calor! O termômetro marca 30 graus, mas eu sinto que é 40 O.o. As calçadas não são lugares, somente, de pedestre, mas de motos também (isso mesmo), o trânsito até nas calçadas é muito louco por aqui rsrs.

Sinto um ar meio “OUTSIDER”. Na verdade, sempre me senti assim, mas parece que este é o meu lugar rsrs, eu me sinto bem normal na Tailândia. E eu nunca vi tanto estrangeiro OUTSIDER como aqui (parece que estão todos vivendo as suas realidades paralelas e é isso aí, todo mundo na sua, tranquilo rsrs, os tailandeses, também, são muito tranquilos, as pessoas não ficam olhando para você na rua como no Brasil, encarando ou te avaliando).

A arquitetura da cidade é bem diferente, eu me sinto naqueles episódios de Jaspion, com os carros coloridos e aqueles prédios estilo asiático, Power Rangers, fica algo assim no ar. Quando vejo algum estudante vestido de uniforme no metrô, fico lembrando do uniforme da Saylor Moon. Fiz amizade com umas pessoas muito interessantes, gente de boa energia. Não é aconselhável beber água da torneira. Os condomínios tailandeses são muito bonitos e modernos. Ainda quero ir à capital dos Nômades Digitais, Chiang Mai, para conhecer mais pessoas como eu. Quero fazer massagem tailandesa, aulas de meditação.

É tudo tão diferente que até sacar dinheiro no ATM do mercado é novidade ^^. (Aparecem umas opções com brindes rsrs, depois que você saca o dinheiro, mas eu acho que é propaganda enganosa, não quis arriscar).

Estou curtindo demais!

Bjs

Alguns trabalhos revisados em 2016

Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS). Escola de Educação Física. Programa de Pós-graduação em Ciências do Movimento Humano. Mosiah Brentano Rodrigues. Programa Bolsa atleta e sua configuração no cenário esportivo brasileiro. Porto Alegre. 2016. Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento Humano da Escola de Educação Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Dissertação de Mestrado. (Revisão Ortográfica e Gramatical e Formatação conforme normas da ABNT).

Universidade de Brasília (UnB). Instituto de Letras. Departamento de Línguas Estrangeiras e Tradução. Programa de Pós-graduação em Linguística Aplicada. Camila Oliveira Macêdo. (RE)Planejamento de cursos de Português como Segunda Língua: uma perspectiva de política institucional. Brasília. 2016. Dissertação de Mestrado. Revisão Ortográfica e Gramatical.

Universidade Federal Fluminense. Wagner de Araujo Rezende. Laboratório de Tecnologia, Gestão de Negócios e Meio Ambiente. Mestrado em Sistemas de Gestão. Identificando padrões de comprometimento do Profissional em situação de crise econômica do mercado brasileiro: estudo de caso de uma empresa de varejo no estado do Rio de Janeiro. 2016. Revisão Ortográfica e Gramatical.

Universidade de Pernambuco. Leitura da farsa da boa preguiça como motivação ao letramento literário na EJA. Luzia Cristina Magalhães Medeiros. Dissertação de mestrado. 2016. (Revisão Crítica e Formatação conforme normas da ABNT).

Facultad Interamericana de Ciencias Sociales (FICS). Mestrado em Ciências da Educação. Luciana Carvalho dos Reis. A formação do leitor no Ensino Médio: competências e habilidades no Ensino de Literatura Machadiana. Asunción, Paraguay. 2016. (Revisão Ortográfica e Gramatical).

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, Bento Gonçalves. Rafael de Souza. Um olhar para a temática energia ao longo da história à luz da perspectiva ciência, tecnologia e sociedade. Trabalho de Conclusão de Curso. 2016. (Revisão Ortográfica e Gramatical).

O processo de avaliação escolar: intervenção na EJA da E. M. Eurica Alves Moreira de MG. Nayara Cavalcanti Padro e Magna Campos. Trabalho de Conclusão de Curso. Artigo científico. Minas Gerais. 2016. (Revisão Ortográfica e Gramatical e Formatação conforme normas da ABNT).

Universidade Federal de Ouro Preto. A instituição da prática pedagógica como principal eixo de reflexão da avaliação e aprendizagem da escola. Elis Regina Maia do Nascimento. Luciana Gomes Castanheira. Artigo científico. 2016. (Revisão Ortográfica e Gramatical).

Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO). Deleze e Guattari: sobre a conjugação dos fluxos descodificados e a subjetividade capitalística. Artigo científico. Jonivan de Lima Santos. 2016. (Revisão Ortográfica e Gramatical).

Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPTSP). Eduardo Briguenti Vieira. Análise Arquitetural de Sistemas de Localização para Ambientes Fechados. Dissertação de mestrado. Mestrado em Engenharia da Computação. São Paulo. 2016. (Revisão Ortográfica e Gramatical).

Instituto de Ensino e Pesquisa (INPER). Programa de Mestrado Profissional em Economia. Karine Córdoba Thurler Farias. Abertura e Inflação. São Paulo. Dissertação de Mestrado. 2016. (Revisão Crítica e Formatação).

Fundação Dom Cabral (FDC). Paulo Henrique Souza. Análise Financeira do Projeto de Investimento de Capital na Unidade CIPATEX Adesivos. Nova Lima. 2016. (Revisão Ortográfica e Gramatical e Formatação).

O Céu não é o limite: vá mais além. Vilson Guedes. Livro. 2016. (Revisão Crítica).

Contatos

Facebook: https://web.facebook.com/criteriorevisao/ (curta a nossa página no Facebook!)

Telefone: (61) 99801-6596 (Whatsapp)

Skype: criteriorevisaotextual

E-mail: andersonhander@gmail.com ou servicos@criteriorevisao.com.br

Instagram: @criteriorevisao (siga-nos!)

Aguardamos o seu contato.

Ser Nômade Digital enjoa?

Ficou de “saco cheio” da Tailândia? Pegue um avião e vá para outro país; cansou da Ásia? Vá para a Europa, cansou de tudo, quer ir ao Brasil? Vá ao Brasil (até você enjoar novamente rsrs) e, então, faça tudo novamente (ou não, experiencie novas rotas, novos lugares em um país. Você precisaria de, no mínimo, umas 200 vidas para conhecer todo o mundo. É, praticamente, impossível, mesmo que conheça todos os países do mundo, não encontrar uma razão para voltar a um local, porque, mesmo que você já tenha esgotado as possibilidades de passeios em um mesmo país/cidade, quando você voltar a um local, a sua experiência nunca será a mesma de antes, então, você, sempre, experienciará coisas novas. É por isso que viajar é algo que eu farei, SEMPRE, enquanto eu viver, porque é impossível enjoar de viajar, você pode querer descansar, por um tempo, mas “enjoar” não). É exatamente isso, nada é fixo e permanente. Os intervalos de tempo você decide, se quiser dividir o seu ano entre 6 meses no Brasil e 6 meses na Europa, é possível (mesmo sem passaporte Europeu, mas você terá de passar 3 meses em um país da Europa e 3 meses em outro que não pertença ao espaço de Schengen. Se você tiver toda a documentação corretamente e dinheiro, não será deportado, não terá problemas com imigração de país algum). No meio de todo esse “vai e vem”, você fará amizades, conhecerá pessoas e criará alguma ligação com algum lugar e acabará se sentindo (eu pelo menos me sinto assim) cidadão do mundo e terá alguns lugares favoritos no mundo para onde você, provavelmente, voltará algum dia (no meu caso: Brasil, Espanha e Croácia). Eu cansei, neste final de ano, de ficar “pulando para lá e para cá”, então, voltei para Sevilha, Espanha, onde tenho amigos.

Eu gosto de ficar mais tempo em um lugar, de 3 a 6 meses. Mais do que isso, me sinto em uma rotina, então, eu me mudo para me reinventar e me tornar mais produtivo. Quero ir ao Brasil no ano que vem, mas não consigo ficar mais do que 2 semanas na cidade onde os meus pais moram e, em Brasília, onde eu morava, eu não quero passar mais do que 1 semana, de lá vou ao Rio, do Rio a São Paulo e, de São Paulo, eu volto para algum país em qualquer lugar do mundo. Se com a idade eu pararei com isso? Acho que não. Pessoas mais velhas, também, viajam (mesmo que com menos frequência). E, mesmo que você fique, somente, 2 meses em um país, isso já o torna nômade, desde que você trabalhe, remotamente, nesse local, caso contrário, você será empreendedor digital que tirou férias em algum lugar ou, simplesmente, turista, mas não Nômade Digital.

Se for muito apegado à sua família ou for uma pessoa que gosta de viver em comunidades, talvez o Nomadismo Digital não seja uma opção, pelo menos não para viver mudando tanto. Mas cada um decide o seu ritmo como Nômade Digital. Alguns têm uma base onde permanecem por semanas, dias um ou dois anos e, posteriormente, voltam a viajar, porque têm a liberdade de trabalhar em qualquer lugar do mundo.