Palestra (Uniceub): visto de estudante para os EUA

A Agência de Mobilidade Estudantil do UniCEUB, em parceria com o Consulado dos Estados Unidos, realiza a palestra Visto de estudante para os Estados Unidos, que tratará de diferentes tipos de visto, de como solicitar o visto estudantil e das principais dúvidas relacionadas ao tema. O evento ocorrerá no dia 26 de agosto, no auditório do bloco 1, às 10 horas e no auditório Elza Moreira Lopes, bloco 3, às 19h15, no campus da Asa Norte.
A palestra será ministrada por Luís Linhares, vice-cônsul da Embaixada, Karine Barbosa e Hugo Schmidt, analistas da Seção Consular, e Guilherme Medeiros Viana, representante da Education USA.
A participação ao evento está sujeita à lotação do auditório. O UniCEUB reserva-se o direito de alterar a programação sem prévio aviso.
Fonte: (Uniceub) texto recebido por e-mail.

Choque cultural

Choque cultural

Choque cultural

Choque cultural é o momento em que há um estranhamento sobre uma outra cultura. Esse estranhamento ocorre em virtude de, muitas vezes, nós estarmos “limitados” a nossa própria realidade e às nossas próprias práticas culturais. Nós nos constituímos sujeitos a partir dos outros e, muitas vezes, a nossa identidade se constitui na diferença. Olhar para o outro é olhar para nós mesmos, é perceber a vida em sua multiplicidade.

Viajar e conhecer outras culturas é muito bom. Quando viajo, sempre sou desafiado a lançar um novo olhar sobre o desconhecido, sobre o outro, isso me faz refletir bastante sobre a minha vida e sobre a minha própria cultura.

O momento em que nós nos desafiamos a mergulhar na diferença é o momento em que nós podemos quebrar paradigmas e refletir sobre as nossas próprias práticas. Cada cultura se organiza de uma maneira diferente da outra, cada ser humano é único em sua própria essência, compreender a diferença consiste em compreender o que é a vida, o que é ser humano e, principalmente, compreender a nós mesmos.

#Choque cultural

O que é nomadismo digital?

https://www.youtube.com/watch?v=RAVG7p24IS4&feature=youtu.be

A tecnologia tem transformado a vida das pessoas nas últimas décadas. Mais recentemente, com a internet, essas mudanças têm revolucionado muitas esferas da vida humana, especialmente a esfera do trabalho e das relações interpessoais. Trabalhar remotamente tem sido um novo desafio para o estilo de vida e de trabalho dos ditos nômades digitais.

Muito diferentemente do que parece, o nomadismo digital está mais para um estilo de vida de quem trabalha remotamente. Em virtude dessa nova concepção de trabalho, é possível viver em qualquer lugar do mundo onde haja acesso a internet. Esse estilo de vida exige uma grande reflexão sobre a organização de cada um em seu dia a dia e, também, muita disciplina.

Não se decide, aleatoriamente, “ser nômade digital”. Não é algo que se faz, simplesmente, com um computador nas mãos e uma passagem aérea para qualquer lugar do mundo. Tampouco significa combinar, aleatoriamente, trabalho com viagens. Nomadismo digital é sinônimo de turismo.

Existem vários tipos de nômades, que se organizam de diversas maneiras… alguns trabalham por conta própria (freelancers), outros são pequenos, médios e grandes empresários, alguns são assalariados. O nomadismo digital não se define em virtude da quantidade de meses em que se passa em um local ou em termo de quantidade de países que se visita.

Compreender o nomadismo digital é uma maneira de cada um se conhecer e se perceber no mundo, trabalhando remotamente.

Compartilho a minha experiência como nômade digital no vídeo em que publiquei neste artigo, estejam à vontade para compartilhar a opinião de vocês e as suas experiências.

Um abraço a todos.