Sobre Anderson Hander Brito Xavier

Somos uma empresa especializada em revisão, padronização e diagramação de textos. Atuamos no mercado há seis anos, possuímos registro no CNPQ e 11 atestes de capacidade técnica. A nossa equipe é composta por mestres, especialistas e graduados pela Universidade de Brasília (UnB).

Dislexia e produção acadêmica: desafios e estratégias

Neste vídeo, trato do termo dislexia em relação ao acompanhamento de pesquisadores do Mestrado e Doutorado, a partir de minha atuação como Linguista e Revisor de Textos Acadêmicos.

A dislexia não tem qualquer relação, ao contrário do que se pensa, com falta de inteligência, tampouco deve ser tratada como doença, mas como uma forma diferente de processamento da língua, que impacta, diretamente, o processo de leitura e escrita.

Na Pós-graduação, esse impacto é ainda maior, já que as produções acadêmicas exigem operações cognitivas complexas como leitura, organização da argumentação, domínio de determinados conceitos, precisão de vocabulário, entre outros.

Para quem tem dislexia, esse processo tende a ser mais lento, cansativo e, muitas vezes, carregado por frustração, cobranças desnecessárias e queda da autoestima — especialmente quando forma e conteúdo são confundidos. Portanto,

Ao longo do vídeo, defendo que o primeiro passo é compreender a dislexia como parte da diversidade humana, sem negar suas dificuldades. Também enfatizo a importância do diálogo com o orientador, para tornar a relação menos assimétrica, ajustar expectativas (sem discurso vitimista).

Apresento estratégias práticas de organização da escrita, como separação entre conteúdo e forma, uso de esquemas visuais, rotinas de produção e gestão do tempo, além de esclarecer a importância do envio do texto para Revisão Crítica.

A Revisão, nesse contexto, constitui uma mediação que reduz a sobrecarga cognitiva e permite que o pesquisador concentre sua energia no desenvolvimento da pesquisa.

A mensagem principal, que defendo no vídeo, é: escrever com dislexia na Pós-graduação é possível, desde que o pesquisador esteja consciente dessa condição, que tenha estratégias para lidar com ela, apoio qualificado e que se imponha para combater preconceito. Assim,

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Quem pode expulsar o Mestrando/Doutorando do Programa de Pós-graduação?

Geralmente, quem delibera a exclusão/desligamento de um estudante de Pós-graduação é o colegiado do programa. Da mesma maneira, ninguém pode alterar, aleatoriamente, o tema de pesquisa relativo ao projeto aprovado (para isso acontecer, é preciso que haja um pedido de alteração ao colegiado). O orientador, sozinho, não expulsa ninguém. Ele pode relatar problemas, mas não decide.

A Coordenação do Programa também não tem poder de decisão. Ela instrui o processo e leva o caso ao colegiado. A decisão formal costuma ser do Colegiado do Programa de Pós-Graduação, com base no regimento interno e nas normas da universidade.

Em alguns casos, a decisão deste ainda precisa ser homologada por instância superior (Câmara de Pós-Graduação, Pró-Reitoria, Conselho de Ensino etc.). Entretanto, há garantias mínimas durante esse processo, como: direito à ciência formal, direito à manifestação/defesa.

No caso da Beatriz, a instituição afirmou que o desligamento seguiu os trâmites devidos. Ela, entretanto, contestou essa narrativa, negando que o procedimento tenha ocorrido de forma regular.

Afirmou que foi expulsa do mestrado na Universidade Federal Fluminense (UFF) por causa de perseguição ligada à sua linha de pesquisa e diante de seus posicionamentos públicos sobre raça e gênero, e não por razões estritamente acadêmicas.

Alegou, também, que sofreu constrangimentos no campus e que sua permanência no programa foi condicionada a comportamentos que ela considerou humilhantes.

Além disso, informou que não recebeu comunicação formal por escrito da decisão e que não houve, de fato, garantia de defesa no processo.

#mestrado #doutorado #posgraduação #mestrando #mestranda #doutoranda

O Revisor mais citado do Brasil (e por que isso não aconteceu por acaso?)

Por que isso não aconteceu por acaso?

Em um país que ainda acredita que Revisão de Texto é sinônimo de “dar uma olhadinha”, causa certo espanto meu nome aparece, ano após ano, em teses, dissertações, manuais institucionais, livros, pesquisas e relatórios técnicos de diversas áreas.

Não é questão de vaidade: meu nome é o mais citado no Google quando se busca Revisão de teses e dissertações no Brasil (basta digitá-lo no Google e aparecerão páginas e mais páginas de dissertações e teses em que pesquisadores agradecem pelo meu trabalho): Primeiramente,

PUC Minas https://periodicos.pucminas.br › revistaich › article › view de CM Gomes · 2022 — Revisor de textos. Revisão. Dificuldade dos revisores iniciantes … HANDER, Anderson. Legislação sobre Revisão de Textos. Prof.me … A IMPORTÂNCIA DA REVISÃO TEXTUAL NA LITERATURA

Repositório Institucional Uninter https://repositorio.uninter.com › bitstream › handle PDF de MR Cordeiro · 2021 — A Relevância do Trabalho de Revisor de Textos. Pelotas: 2019 … HANDER, Anderson. Etapas durante a Revisão de texto. 30/07/2015.

Livraria Pública https://livrariapublica.com.br › livros › o-primeiro-cont… Baixar PDF de ‘O PRIMEIRO CONTATO – Cícero Marcos Fernandes Revisor: Anderson Hander’. Clique aqui para fazer download deste livro, ler um trecho grátis, … A EDUCAÇÃO COMO CAMINHO

de EL Silva — Revisão de Texto: Anderson Hander Brito Xavier. Diagramação: Dogac Yilmaz. Arte da publicação: Anderson Hander Brito Xavier,. Dogac Yilmaz. Page 4. “A …CADERNO DE ORIENTAÇÕES ORIENTAÇÕES …

Instituto Terre des hommes Brasil https://www.tdhbrasil.org › uploads › 2024/03 PDF Anderson Hander Brito Xavier. Revisão textual. A ESCOLA NO SISTEMA DE GARANTIA. DE CONSELHO SECCIONAL – ACRE

UFMG – Universidade Federal de Minas Gerais https://repositorio.ufmg.br › bitstreams › download PDF de MP Rizzi · 2023 — Anderson Hander Brito Xavier pela revisão da dissertação e recurso educacional. Ao designer Gabriel Dias, pela diagramação, design e …

Essa presença se articula ao fato de eu atuar na área constantemente, agregando valor à vida das pessoas: há quase duas décadas eu reviso textos de quem realmente produz conhecimento no país. E apareço também como referência teórica em pesquisas sobre Revisão Textual, em que minhas produções são citadas como fonte (o que, convenhamos, não é comum entre revisores). Assim,

Uma trajetória que não se improvisa

Reviso textos desde os anos 2000. Isso significa que acompanhei gerações inteiras de pesquisadores cursando mestrados e doutorados, muitas vezes repetindo as mesmas lacunas estruturais da formação brasileira: estudantes que chegam às etapas finais com dificuldades ou sem domínio da escrita científica.

Revisei mais de 300 mil laudas nas últimas décadas, número que assusta quem acredita que revisão é atividade “rápida”. Mas repito, e não me cansarei: a revisão é um trabalho intelectual, extenso, técnico e cumulativo. E eu, assim como todos os brasileiros deste país, precisei e preciso lutar muito para sobreviver. E o faço com muito orgulho, e por uma “sede” por conhecimento que preenche a minha alma e me motiva a viver! Assim,

Além disso, sou mencionado, carinhosamente, nos agradecimentos das teses e das dissertações de meus clientes. Meu nome vigora não como “favor”, mas como reconhecimento pelo impacto real do trabalho, em virtude de, verdadeiramente, eu agregar valor à vida dos meus compatriotas, de estabelecer pacto de comunidade com cada um deles (e não de exploração).

Embora eu tenha sido muito maltratado neste país, não o considero, como a maioria, “terra de garimpeiro” (mas não adianta me escrever pensando que sou ingênuo, desvalorizando o meu trabalho: eu nem responderei). Não por acaso, eu mesmo Reviso, até hoje, cada uma das dissertações e teses de meus clientes, e faço questão de interagir com cada um deles (mas não Reviso para qualquer um, há pessoas que não merecem o meu trabalho). Primeiramente,

Só um Linguista revisa o que é, de fato, científico

A língua é objeto científico da Linguística. Logo, a Revisão não pode ser entregue a quem “gosta de ler”, a quem acredita que “escreve bem no trabalho” ou a quem passou a vida repetindo regras gramaticais sem compreender a articulação entre linguagem, ontologia e metodologia científica, no caso da Pós-graduação.

Revisar um texto acadêmico exige: assim,


  • conhecimento de linguística,



  • compreensão de metodologia científica,



  • domínio dos gêneros acadêmicos,



  • experiência prática com textos longos e complexos,



  • e a capacidade de identificar inconsistências discursivas que o próprio autor não percebe — porque está imerso demais em seu próprio pensamento.


Só um Revisor com formação linguística consegue lidar com a instabilidade natural do texto acadêmico. em primeiro lugar

A responsabilidade de quem faz ciência em um país com dificuldades estruturais 

A academia brasileira sofre com lacunas em relação às produções escritas. O resultado disso? Pesquisadores talentosos que produzem ciência, mas têm dificuldade de organizar o próprio pensamento materializado por meio do texto. Assim,

É justamente nesse ponto que a Revisão surge como parte essencial da produção científica. Assim,

Revisores experientes (não me refiro a curiosos, espertalhões (mentores acadêmicos de áreas em que tampouco há disciplina ligada à Língua no currículo)) — sustentam parte crucial do avanço acadêmico no país. A atividade principal do Revisor é PENSAR. E esta é uma grande responsabilidade neste país, onde há, inclusive, analfabetos funcionais, especialmente na Pós-graduação. Em primeiro lugar,

O trabalho que realizo, há quase duas décadas, agregou, e continua agregando, valor à educação brasileira. Vocês não fizeram por mim, “Brazil”, mas eu fiz e sempre farei por vocês!  Assim,