Balneário Camboriú ‒ Revisão de Texto

Balneário Camboriú ‒ Revisão de Texto

Você está escrevendo o seu trabalho de conclusão de curso, dissertação de mestrado, tese de doutorado ou precisa revisar um livro antes de publicá-lo? Necessita de revisão para empresa/ONG por preços acessíveis e trabalho de qualidade? Entre em contato conosco. Somos um grupo de revisores da UnB (Universidade de Brasília), da graduação e da pós-graduação. Trabalhamos com revisão de texto há cinco anos. Revisamos monografias, teses, dissertações, livros, anúncios publicitários, redações de vestibulares (atuamos em 2013 no processo de correção de redações do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM)) e também prestamos serviços de revisão para órgãos públicos.

Obs: possuímos CNPJ, atestado de capacitação técnica, emitimos nota fiscal e, também, temos registro no CNPq.

Atenção: nós não elaboramos trabalhos acadêmicos. Isso é uma atividade ILEGAL.

Valores e serviços 

1 – Formatação (conforme a ABNT, APA, Vancouver ou manual desejado): 4,00 reais a lauda. Inclui checagem a respeito de formatação das Normas da ABNT ou manual desejado*;

2 – Revisão Ortográfica e Gramatical: 5,00 reais a lauda. Inclui revisão ortográfica conforme o Novo Acordo Ortográfico, observação de aspectos de concordância/regência nominal e verbal, crase, pontuação e outros aspectos gramaticais relativos à linguagem do gênero textual proposto;

3 –  Revisão Ortográfica e Gramatical  + formatação (ABNT ou manual desejado): 7,00 reais a lauda.  Inclui revisão 2 + formatação (ABNT/outros);

4 – Revisão Crítica: 10,00 reais a lauda. Inclui revisão 2 (Revisão Ortográfica e Gramatical), além de sugestões estilísticas, *reescrita/sugestão de reescrita de parágrafos mal elaborados, adequação vocabular, progressão textual e aspectos de coesão e coerência. Essa revisão também inclui sugestões e dicas em relação ao gênero textual proposto.

5 – revisão crítica + formatação (conforme ABNT ou manual desejado): 12,00 reais a lauda.  Inclui revisão 4 e contempla algumas questões relativas à padronização de seu texto que não são estabelecidas, por exemplo, pelas normas da ABNT (ou pela maioria dos manuais universitários) e por manuais gramaticais ou ortográficos, como é o caso de uniformização de siglas, uniformização de pontuação ao final de enumeração, uniformização de iniciais minúsculas ou maiúsculas, uniformização de extensão de parágrafos, enfim, questões relacionadas à lógica organizacional do próprio texto e de seus elementos.

Obs: 1 lauda = 1.300 caracteres

* Em virtude do conteúdo do texto, alguns períodos terão de ser reescritos pelo próprio autor.

* Eu não padronizo o trabalho para o aluno, o trabalho precisa ser enviado organizado.

Em arquivo Word, as alterações serão marcadas por meio da ferramenta REVISÃO. Em alguns casos, haverá sugestões em caixas de comentários do documento, que precisam de mediadas pelo escritor. Após a finalização de nosso serviço, basta ACEITAR ou RECUSAR as alterações realizadas(em caso de dúvidas, nós iremos auxiliá-lo(a), nesse processo).

Esse processo é importante para que você visualize as alterações feitas em seu texto para compará-las, se desejar, com o seu texto original.

Em arquivo Pdf, há apenas sugestões de reescrita em caixas de comentário.

Se você desejar personalizar essa etapa, envie-nos a sua sugestão e as marcações da revisão serão adequadas às suas necessidades. Caso seja solicitado, também oferecemos pacotes de revisão personalizados. Envie-nos um e-mail para solicitar um orçamento.

O seu texto será lido por dois revisores, o que garante maior eficácia à revisão.

ATENÇÃO: NÃO oferecemos “revisões infinitas”. Cada revisão custa um valor. Consideramos revisão de texto como um processo e não como um resultado absoluto, quantitativo e positivista. Não compartilho do pensamento de alguns que consideram-me como um MESSIAS de seus textos mal escritos, um Zaratustra vernáculo cimarrón que faz “milagres textuais”. O texto, antes de qualquer revisão, é produto da subjetividade humana e a linguagem de cada texto depende do gênero textual proposto.

Orçamento

Após abrir o seu documento, clique na última página, pois, às vezes, o word não faz a contagem corretamente dos caracteres.

Para conferir a quantidade de caracteres de seu documento, clique, na barra de documento do Word, em “palavras” (Em caso de documento PDF/outros, envie-nos um e-mail: andersonhander@gmail.com).

Sem título

Em seguida, será aberta a seguinte caixa de diálogo:

Sem título

Divida a quantidade de caracteres com espaços por 1.300 (1 lauda = 1.300 caracteres) e multiplique o valor obtido pelo valor da revisão desejada: esse será o valor final.

Se desejar, envie-nos o seu documento e faremos o seu orçamento.

Formas de pagamento

À vista ou em até 12 vezes no cartão de crédito (visa/mastercard).

Prazos de entrega 

Os nossos prazos são variáveis, mas, em média, para cada 100 laudas, solicitamos prazo mínimo de 4 dias.

ATENÇÃO, se você necessita de prazos inferiores aos que informamos, cobramos adicional de 1,50 por lauda sobre o serviço, se pudermos atendê-lo(a).

Contatos

Facebook: https://web.facebook.com/criteriorevisao/ (curta a nossa página no Facebook!)

Telefone: (61) 99801-6596 (Whatsapp)

Skype: criteriorevisaotextual

E-mail: andersonhander@gmail.com ou servicos@criteriorevisao.com.br

Instagram: @criteriorevisao (siga-nos!)

Aguardamos o seu contato.

Formatação conforme APA

Formatação conforme APA: diálogos com um cliente

Compartilho com vocês trecho de um e-mail escrito a um cliente, a respeito de alguns esclarecimentos sobre Formatação conforme normas APA (American Psychological Association) para que vocês conheçam meu trabalho.

Prezado cliente, boa tarde!

Envio neste e-mail, para que você possa tirar as suas próprias conclusões, algumas reflexões sobre como organizar alguns gráficos em seu trabalho (já que não há regra absoluta proposta pela APA sobre o assunto). 
A APA não traz especificação por escrito sobre como as figuras, gráficos etc. devem aparecer no trabalho (tampouco, no Brasil, a ABNT (Associação Brasília de Normas Técnicas)). Na verdade, a ABNT sugere consulta a um manual do IBGE para essas questões). 
O manual da APA traz exemplos visuais, mas isso não implica regra necessariamente, inclusive, pois os padrões que ele traz divergem de uma figura para outra (você pode verificar no manual da sexta edição das normas APA). 
Eu sugiro que mantenhamos o título “Gráfico” e que haja nota referenciando o gráfico e a fonte do gráfico, abaixo deste (para Figuras, o manual traz, visualmente, o título acima da Figura e, abaixo, aparece o número da figura em itálico). 
O capítulo 5 do manual trata de figuras e gráficos (pág. 125). Dê uma olhada, por favor, para você tirar as suas próprias conclusões para chegarmos a uma definição de um padrão de uso em seu trabalho).
O pensamento que lhe disse está correto, sobre a APA considerar figura como gráfico. Na pág. 127, por exemplo, o manual traz essa segmentação, veja:
“Figures such as graphs are initially”.
No manual, uma vez ou outra eles trazem o termo “gráfico” ou “aspectos gráficos”, mas não trazem exemplo em que o gráfico se refere, visualmente, ao termo “gráfico”. Na verdade, como lhe enviei por Whatsapp, aparece um gráfico em que o manual intitula de figura (nesse sentido, o gráfico é, para a APA, uma categoria de figura).

Outra questão, o manual é um guia para publicação de artigos acadêmicos, e não de dissertações e de teses. Então, é preciso fazer algumas adaptações.

Sobre a fonte da tabela ou figura/gráfico, se tiver sido feita por você, imagine que você tenha tirado figuras, tabelas de outros materiais?
Nesse caso, é importante apresentar a fonte, para que não haja plágio. Para isso, seria interessante referenciá-la na nota que especifica a tabela/figura/gráfico etc. (ao final das notas).
Se tiverem sido adaptadas, você, também, deve especificar na nota do elemento visual (“adaptada de”).
Se você perceber, visualmente, eles inserem uma quebra entre o número da tabela e o título desta. Ex:
Tabela 1
Título da Tabela
Você não precisa seguir essa lógica à risca, pois o manual não tem nada escrito sobre ela. É, apenas, um padrão visual.
Fica claro, a respeito de seu manual, que as tabelas, figuras/gráficos são referenciadas no texto antes que apareçam.
Ex:
De acordo com a Figura 1, o Brasil…
FIGURA 1 
Podemos manter o seu padrão de organização, mas seria preciso inserir os títulos abaixo do gráfico.
Gráficos estão, para a APA, na mesma categoria de figura, diferentemente de tabelas, em que o título aparece em cima da tabela e não embaixo.
Dê, também, por favor, uma olhadinha na pág. 150 do material, em que eles explicam  o que uma tabela, figura devem ter para ser válida.
Eles tratam de autoria, explicando que na nota deve haver referência à tabela ou figura quando não for elaborada pelo autor.
Na pag. 151, eles explicam, claramente, que gráficos são figuras (ou seja, eles não usam o termo gráfico, propriamente dito).
Aguardo o seu feedback para que chegamos a um consenso sobre a uniformização dos gráficos bem como das fontes no caso de tabelas etc.
Qualquer dúvida, deixe um áudio pelo Zap.

Resenha da obra Análise Conversacional

Resenha da obra Análise Conversacional, produzida durante o período em que cursei Mestrado em Linguística na Universidade de Brasília (UnB), disciplina: Sociolinguística Interacional, ministrada pela Professora Dra. Cibele Brandão.

ORECCHIONI, Catherine Kerbrat. Análise da conversação. Princípios e Métodos. São Paulo: Parábola Editorial. 2006.

A obra de Catherine Kerbarat-Orecchioni, intitulada Análise da conversação: princípios e métodos, trata da investigação de regras e normas na conversa, em processos interacionais.

Segundo a autora, embora por muito tempo tenha-se acreditado que não há regularidade na fala, a análise conversacional rompe esse paradigma atrelado à valorização da língua escrita e revela que há “ordem”, “padrões” na conversação e ela está relacionada a processos de coesão e de coerência nas negociações de sentido, se assim considerarmos a conversação como texto. Primeiramente.

Assim, a autora afirma que “também se devem priorizar os discursos orais e dialogados, considerandos como a forma primordial de realização da linguagem”. Catherine Kerbrat-Orecchioni é doutora em linguística, professora da Universidade Lunière Lyon-II.

A sua especialização em pragmática trouxe grandes contribuições para esta obra, muito reveladora sobre as interações face a face. Ela também é especialista em Análise de Discurso, o que também é ponto positivo, visto que a ADC ou AD é área interdisciplinar e dialoga com a Análise da Conversação.

A obra é divida em 15 seções: 1. A análise das conversações; 2. As diferentes correntes em análise das interações; 3. O contexto; 4. O material; 5. O sistema de turnos de fala; 6. A organização estrutural das conversações; 7. A relação interpessoal; 8. A polidez: aspectos teóricos; 9. As manifestações linguísticas da polidez; 10 A polidez: balanço; 11. A variação cultural: alguns dados; 12. A variação cultural: outros aspectos; 13. Por uma tipologia dos “estilos comunicativos”; 14. Estudos de duas trocas rituais; 15. Conclusões.

Os títulos do sumário revelam que a obra é de ordem introdutória sobre o tema, o que de fato é verdade. Ela não é um manual para análises, embora traga conceitos que podem ser levados em consideração para fundamentação de critérios de análise. As primeiras páginas tratam de conceitos relacionados à noção de interação nas conversações.

Segundo a autora, necessariamente, “o exercício da fala implica uma interação”, o que significa dizer que há trocas e influências no contato com o outro.

Nesse sentido, a fala é sinônimo de troca, de alternância. No entanto, é necessário que os interagentes estejam engajados e que manifestem esses sinais nas interações para que a comunicação seja efetiva. Primeiramente, assim.

É relevante trazer a essa discussão a reflexão de que o engajamento nas interações está atrelado, muitas vezes, ao compartilhamento, em certo nível, de crenças, valores, costumes, e a aspectos inconscientes que são responsáveis pela concordância.

Isso significa que o engajamento nas interações ocorre e as conversações não surgem ao acaso, elas são motivadas por fatores políticos, sociais, econômicos, religiosos e até de ordem inconsciente. Portanto, assim.

A autora pontua marcações na conversação que permitem revelar as posições sobre o que ela chama de “emissor” e “receptor”. No entanto, a sua concepção de comunicação parece estar atrelada à antiga visão de emissor e receptor, código e mensagem.

Um conceito relevante, abordado nessa seção, é o de sincronização interacional, que nos permite compreender as “influências mútuas” que os interagentes exercem um sobre o outro, o que pode ser relacionado ao próprio processo de negociação de sentido nas interações.

Ainda nessa primeira seção, ela afirma que “Os meios pelos quais os membros de uma sociedade podem interagir são extremamente diversos, e nem sempre são de natureza linguística”. Essa afirmação é muito positiva para refletirmos se toda interação é de ordem linguística, embora a autora não forneça ao leitor exemplos de interações de ordem não linguística. Essa discussão é similar à diferenciação entre texto e discurso e à própria dicotomia linguística relativa à forma versus substância.

Primeiramente, é importante ressaltar que o sentido é negociado nas interações pelos interagentes, assim, são eles os responsáveis pela negociação.

Além disso, o contexto é fundamental à compreensão do que possa ser a “natureza linguística das interações”, visto que esse jogo simbólico entre sentido, interação e sociedade depende do contexto das interações, contexto como espaço físico e também psicológico.

Se pensarmos que o texto (verbal ou não verbal) está para as interações no sentido de não ser possível haver interações sem que haja discurso e às vezes texto, como seria possível compreender uma interação de natureza não linguística ainda mais se consideramos o termo linguístico no sentido de discurso, potencial à materialização de textos, latente nas práticas sociais?

A autora parece compreender a “natureza linguística” no sentido de língua falada ou escrita, somente. Por isso, exemplifica, após essa afirmação, que, em exemplo hipotético em que interagentes estejam em fluxo nas ruas, “cada um deve não falar em seu turno, mas passar na sua vez”.

Há um aspecto nesse processo que talvez a autora não tenha pensado, como o “passar” de cada um” no trânsito. Essa ação, embora não esteja manifestada “linguisticamente”, representa potencialmente caráter linguístico em função de estar carregada de discurso.

O sentido dessa ação pode ser atribuído à própria noção de cidadania, pois, se os carros permanecem parados, eles atrapalham o trâmite na rua e impedem o direito do outro, de passar. Da mesma maneira, embora eles não falem, eles interagem, pois, no caso de ser noite, um automóvel, em seu fluxo de passagem, pode sinalizar, por meio de pisca alerta, ou de luzes traseiras, sentidos, como: “irei virar para a esquerda ou direita, não estarei mais ‘nesse fluxo'”.

Segundo ela, as interações podem ser verbais, não verbais ou ainda mistas. Na seção sobre o contexto, segundo a autora, a situação comunicativa compreende os seguintes elementos: o lugar, o objetivo, os participantes. Sobre esse último, talvez não seja muito relevante em algumas análises a “categorização” dos interagentes, pois eles assumem papéis mútuos na interação, ora de emissor, ora de receptor.

A comunicação oral é multicanal e pluressimiótica. As unidades semióticas podem ser verbais, parafernais e não verbais. Essas unidades são, na verdade, o material: verbal, paraverbal e não verbal. O material verbal, organiza-se a partir de unidades fonológicas, lexicais e morfossintáticas.

O material não verbal distingue-se das anteriores por serem percebidas pelo canal visual: os signos estáticos (características dos participantes que fornecem índices de contextualização), os cenéticos lentos (as distâncias, as atitudes e as posturas) e os cenéticos rápidos (jogos dos olhares, das mímicas e dos gestos), a autora não revela muito sobre esse material, inclusive, porque segundo ela, o enfoque dessa obra está na linguagem verbal e, nesse caso, a conversação é um tipo específico de linguagem verbal. Sobre as distâncias, elas são analisadas pela proxêmica, as outras unidades situam-se na cinésica. Portanto, assim. Portanto.

O material paraverbal, por sua vez, acompanha as unidades linguísticas e são transmitidas pelo canal auditivo: entonações, pausas, intensidade articulatória, elocução, particularidades da pronúncia, características da voz. Assim, nas interações, os sentidos são gerados a partir de sua “materialização” por meio de o que é dito, mas também do não dito, bem como de mímicas, enfim, signos diversos. Portanto.

A autora revela algumas regras de organização das conversas, entre elas o turno, mas elas não são tão rígidas, no entanto. Isso nos revela que as interações são marcadas por momentos de alternância entre as falas dos interagentes. O desenvolvimento da interação, bem como a construção da relação pessoal são mediadas pela alternância.

A autora dedica um capítulo ao estudo das regras de polidez, o que é bastante significativo para a investigação das interações. Nesse sentido, ela, no entanto, trata da polidez em uma perspectiva linguística, ou seja, verbal, o que corrobora inicialmente o seu forte posicionamento sobre o que constitui a “natureza linguística”.

A autora inicia a seção apresentando o modelo de Brown e Levinson. Ela ressalta que esse modelo tomou emprestado o conceito de “face” de E. Goffman. Segundo ela o termo foi utilizado em função da incorporação do “território”.

Nesse modelo de Brown e Levinson, todo ator social possui duas faces, a negativa e a positiva. A face negativa relaciona-se ao conceito de Goffman sobre os “território do eu” (território corporal, espacial ou temporal, bens materiais ou saberes secretos…).

A face positiva, por sua vez, corresponde à percepção dos atores sociais sobre si mesmos, a qual tentam “impor” na interação.

Esses conceitos são muito reveladores e pertinentes, pois nas interações cada um dos interagentes revela um pouco de si, o que insere a conversação no plano das representações. Portanto.

Dependendo do conceito que um interagente tem sobre o outro, a autora estipula quatro categorias para essa relação: atos que ameaçam a face negativa do emissor, atos que ameaçam a face positiva do emissor, atos que ameaçam a face negativa do receptor, atos que ameaçam a face positiva do receptor. Portanto.

Nessa seção, não fica muito clara a diferença entre face negativa e face positiva. As seções dos capítulos do livro seguem, no início, padrão com breve conclusão sobre cada unidade. No entanto, não são todas as seções que seguem essa regularidade.

A obra também trata das conversações a partir da perspectiva cultural dos interagentes. Esse assunto é interessante, pois muitas vezes justifica o fato de haver regularidade nas conversas. Por exemplo, ele.

Por outro lado, quando comparadas a outras conversas, em contextos culturais distintos, essas regras distanciam-se com a finalidade, inclusive, de nos lançar a própria noção de identidade. Nesse sentido, as comunicações interculturais podem gerar mal entendidos para os interagentes. Primeiramente, portanto.

No último capítulo da obra, como é apresentado no índice, há conclusão. No entanto, essa seção não se baseia nos assuntos anteriormente tratados. Esse capítulo  configura-se, na verdade, como uma nova seção sobre negociações interculturais, como foi mencionado no parágrafo anterior. A linguagem utilizada pela autora é, de maneira geral, clara. Talvez a leitura no original seja mais fluida em alguns aspectos. Portanto.