A importância do planejamento textual

A importância do planejamento textual

Antes de iniciar a redação de um texto, seja ele qual for, é importante pensar sobre o planejamento deste. Refiro-me ao processo de reflexão anterior à escrita, e devemos dar-lhe a importância que tem: antes de começar a escrever, temos de pensar nas características relacionadas a um texto, em seu contexto de circulação, na imagem que pretendemos passar com o texto, bem como no público-alvo deste. Durante esse processo, os seguintes questionamentos são fundamentais:

1. O que, exatamente, o texto deve dizer e como as informações deste devem ser organizadas?
2. Para que gênero é tipologicamente atribuído o texto?
3. Quais sequências textuais (argumentação, exposição, descrição, narração) são usadas ou serão usadas no texto?

Como etapa preliminar, no processo de planejamento, é necessária uma seleção adequada do público-alvo: o conhecimento do leitor ajuda a criar um texto o mais apropriado possível. Antes de escrever um texto, é conveniente coletar todos os dados disponíveis sobre o público ao qual este se destina (conhecimento, idade, interesses, ideologia, extração sociocultural etc.). O escritor deve escrever textos feitos sob medida para o leitor que ele selecionou, e, sem dúvida, a forma e o estilo exigem um esforço considerável.

Nesse sentido, em relação às informações que o leitor deve saber, devemos fazer algumas considerações: um texto que contenha informações óbvias será tão entediante quanto incompreensível, uma vez que incorporará conhecimento desproporcional para o leitor.

Tão importante ou mais do que a seleção do público-alvo é a imagem do autor: assim, para que o texto atinja seus objetivos, é conveniente que o autor:

1. manifeste conhecimento sobre o assunto;
2. manifeste interesse intrínseco acerca do assunto sobre o qual ele escreve.

Outro aspecto essencial em relação ao planejamento textual consiste na produção e organização de ideias. O texto deve conter ideias estritamente relevantes. O primeiro passo, então, é obter as informações necessárias relacionadas a tais ideias. Primeiramente, é importante selecionar várias informações. Todas as informações possíveis devem ser coletadas, mas isso não é suficiente. Portanto, as informações devem estar relacionadas umas com as outras. Finalmente, o trabalho original do autor será (ou deveria ser) avaliá-los aplicando seu senso crítico.

Para este fim, o autor deve realizar uma tarefa de seleção: a tarefa da suprema seleção é, precisamente, a capacidade de submeter um texto inteiro a uma ideia central, isto é, dar um título ao texto que o resume completamente. Esse processo permite um recorte sobre o tema a respeito do qual o autor escreverá, para que este não se perca diante de tantas informações e ideias.

Progressivamente, o autor deve reordenar as informações e organizá-las em subtemas, para os quais será especialmente apropriado colocá-las no contexto de um esboço claro, em partes bem definidas. Se o texto for muito extenso, deve-se pensar sobre a necessidade de dividi-lo em seções. Nesse sentido, seria interessante iniciar, no processo de planejamento do texto, o desenvolvimento de um esquema ou de um pequeno sumário com cada um dos títulos e subtítulos do texto. Estes devem ser pensados com base no recorte temático do texto, para que não haja divagação.

Por exemplo, planejamento de um texto sobre cidadania. Após coletar várias informações e estudar sobre o assunto (vamos pensar no caso de um texto acadêmico), devemos estudar o tema. Após esse levantamento de informações, pensemos que chegamos a cinco diferentes definições sobre cidadania: a, b, c, d, e, f, além de sua relação com: o estado e os cidadãos. Nesse sentido, poderíamos topicalizar o texto, grosso modo, da seguinte maneira:

1. O que é cidadania?

Parágrafo(s) de apresentação.

Parágrafo(s) de desenvolvimento.

Conclusão(ões) da seção ou inserir a conclusão ao final do item 1.5, que seria o final da seção 1.

1.1 Cidadania a

Parágrafo(s) de apresentação.

Parágrafo(s) de desenvolvimento.

Conclusão(ões) da seção.

1.2 Cidadania b

Parágrafo(s) de apresentação.

Parágrafo(s) de desenvolvimento.

Conclusão(ões) da seção.

1.3 Cidadania c

Parágrafo(s) de apresentação.

Parágrafo(s) de desenvolvimento.

Conclusão(ões) da seção.

1.4 Cidadania e

Parágrafo(s) de apresentação.

Parágrafo(s) de desenvolvimento.

Conclusão(ões) da seção.

1.5 Cidadania f

Parágrafo(s) de apresentação.

Parágrafo(s) de desenvolvimento.

Conclusão(ões) da seção.

Poderíamos, por exemplo, na seção 1, afirmar que o termo cidadania tem vários significados e que se articula à concepção das práticas do cidadão (bem como à concepção de Estado), por meio de seus deveres e direitos.

Pensar a extensão do texto nesse caso é um processo que exige olhar para o texto como um todo. É preciso seguir um padrão. Ou seja, se autor costuma seguir um parão de parágrafos que variam entre 5 a 9 linhas, não faz sentido deixar no texto um parágrafo solto com 15 linhas.

Como o próprio termo diz, por ser um processo, a escrita se estrutura em ETAPAS. Redigir um texto é um processo feito dia a dia.

A respeito da forma do texto, o planejamento textual deve trazer:

reflexão acerca dos itens lexicais do textos (que termos utilizar no texto), linguagem utilizada (mais ou menos formal?), nível sintático (que estruturas utilizar em relação à linguagem? *Concordância, regência).

Muitos textos escritos compartilham características de estilo, a começar pelo fato de que, na maioria das vezes, eles são construídos de acordo com as mesmas sequências textuais: descrição, narração, exposição, argumentação e diálogo. Cada tipo de sequência textual tem uma maneira diferente de organizar uma estrutura específica e suas próprias convenções.

Não podemos nos esquecer de que, independentemente do gênero textual, TODO texto é produto de uma tríade que se estrutura com base em: 1. sociedade 2. Sujeito(s) e 3. Discurso(s). O texto é a materialização de discursos na sociedade. Esses discursos são proferidos por grupos sociais, articulam-se às suas práticas bem como as suas ideologias. Nesse sentido, é um pouco complicado dizer que um texto é neutro ou que haja discurso neutro, mesmo que autores não tenham consciência disso.

Essa discussão acerca da neutralidade se articula à questão da objetividade textual. É preciso de cuidado para tratar da questão da objetividade em relação ao planejamento e à escrita do texto. Não se deve pensar que todo texto busca pela objetividade. Acredito que esta é concebida hoje, especialmente na escola, por alguns Professores de Língua Portuguesa e até de Redação, como uma maneira equivocada de pensar o planejamento texto.

O próprio uso da terceira pessoa não distanciará autor algum de seu texto. Esse processo é natural à escrita, ou seja, autores precisam ter consciência de que todo texto é produto da subjetividade. Talvez seja interessante refletir que ALGUNS textos têm um caráter mais objetivo do que outros, mas que, mesmo em casos de textos mais objetivos e formais, a subjetividade de seu autor estará presente neste por meio da argumentação, seleção lexical, uso de estruturas sintáticas, enfim, do texto em si. Na verdade, a subjetividade é inerente à existência de qualquer um.

Afinal, quem redige o texto? Uma máquina ou um ser humano? Alguns gêneros como o diário, o memorial são mais “subjetivos” do que um artigo científico. E, mesmo dentro de um gênero, a questão da formalidade pode oscilar. No caso de teses, dissertações e trabalhos de conclusão de curso, há uma seção, intitulada agradecimentos, que é bastante subjetiva. Além disso, há algumas áreas na ciência que aceitam redação de textos acadêmicos em primeira pessoa do singular, e isso não as torna mais ou menos científicas.

Embora seja importante desconstruir o caráter objetivo do texto, para pensar o processo de planejamento deste, não podemos negar que este constitui um processo mais formalizado e elaborado do que a fala, que é um pouco mais desorganizada do que a escrita. Refiro-me ao fato de a escrita ser segmentada e a fala não. Não me refiro a questão de regras, tanto fala quanto escrita têm regras, há pesquisas científicas que revelam esse fato. A diferença é que estamos acostumados a pensar que as regras que norteiam a escrita são, por excelência, as regras da gramática normativa, e isso não é, necessariamente, verdade.

Há textos que exigem regras mais informais, que não são versadas pela Gramática Normativa. Na verdade, a Linguística, ciência que estuda a Língua, comprova que a regra é inerente à língua. Existem, nesse sentido, regras na fala (muitos podem se perguntar, então: “se a regra é inerente à língua, porque não tenho domínio das regras da gramática normativa?” Não me refiro a regras da gramática normativa que, de certa forma, não são as mesmas regras linguísticas internalizadas que temos acesso a nossa Língua*). As regras da gramática normativa são convencionadas por questões que estão em outro nível de discussão em relação às regras gramaticais da fala.

*Essa discussão é muito complexa e constitui tema de outro artigo. Refere-se à Gramática Universal, Parâmetros e Princípios Linguísticos e a uma série de outros aspectos do falante e do processo de aquisição de língua.

A língua permite a organização de nosso pensamento. E ela facilita esse processo, o que nos diferencia, por exemplo, dos animais irracionais, especialmente em virtude de sua reflexividade, ou seja, capacidade do falante de pensar sobre ele mesmo e sobre o que diz, o que escreve, como diz e como escreve. Não quero dizer, por outro lado, que o falante escreverá, naturalmente, ótimos textos ou proferirá discursos elogiados por todos quando afirmo que a língua permite a organização do pensamento. Eu compartilho, em relação a essa questão, do seguinte pensamento de Marshall (1967):

“O direito à liberdade de palavra possui pouca substância se, devido à falta de educação, não se tem nada a dizer que vale a pena ser dito, e nenhum meio de se fazer ouvir se há algo a dizer”.

Muito pelo contrário, nós somos extremamente incoerentes como seres humanos, poucos têm habilidade com a escrita, especialmente com a escrita mais formal, e poucos conseguem dizer algo que, de fato, valha a pena ser ouvido ou mesmo faça sentido, se formos bastante criteriosos e críticos a respeito de nossos discursos. Em relação ao processo de redação, este deve ser concebido como um processo reflexivo. É preciso que o autor se distancie e se aproxime de seu próprio texto escrito. Além disso, todo texto deve ser dado ao olhar de outrem, especialmente ao olhar de um Revisor de Textos, seja o texto formal, informal, escrito por uma pessoa escolarizada ou não. Os filósofos já diziam: “o outro vê melhor”.

A questão do “abominável erro” e de falta de organização ou de regras estaria relacionada, por exemplo, em nível de fala, a um estrangeiro em processo primário de aprendizagem de uma segunda ou terceira língua. Nesse sentido, o nativo de uma língua não cometeria “erro”, em nível de fala (inclusive, pois quem validade a fala de determinado grupo social é o próprio grupo, seja ele escolarizado ou não, estigmatizado ou não). Sobre essa questão, eu penso que, estrangeiro ou não, ambos os falantes podem se colocar em alguns contextos de fala ou de escrita completamente inadequados, sejam eles fluentes em um idioma ou não, o que justifica, portanto, a necessidade de reflexão acerca do que falamos, como falamos, bem como do que escrevemos, como escrevemos e por que e para quem escrevemos.

A língua não se refere, apenas, à comunicação. Pensar em língua é pensar em interações sociais, em contexto social e, portanto, em adequação de linguagem ao contexto de interação social, seja ela falada ou escrita, seja proferida por um nativo ou um estrangeiro.

É de extrema importância pensar também o texto e sua organização em relação aos aspectos não verbais deste, ou seja, espaçamentos, parágrafos, destaques, itálicos, negrito, uso de siglas, letras maiúsculas. Todo esse processo, seja relativo à linguagem verbal ou não verbal, bem como à forma e à escrita deve ser organizado anteriormente à escrita, ou seja, o autor deve ter em mente esse padrão lógico. Deve-se evitar redigir textos “improvisados”, sem muita reflexão, escrever aleatoriamente e buscar corrigir os problemas do texto posteriormente. Escrever constitui um processo de organização do pensamento e o planejamento desse processo constitui o primeiro grande passo para o sucesso na escrita.

Referência

MARSHALL, Thomas Humphrey. Cidadania, classe social e status. Tradução de Meton Porto Gadelha. Rio de Janeiro: Zahar, 1967. 220p.

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Revisão de textos acadêmicos

Compartilho, neste post a respeito de Revisão de Textos acadêmicos, cinco razões pelas quais acredito que o seu texto deva ser revisado por um profissional especializado em Linguística, com formatação em Letras, curso de Mestrado/Doutorado, também, nessa área. Não entregue o seu texto nas mãos de profissionais de outras áreas, ou, simplesmente, nas mãos de professores de Língua Portuguesa que não tenham experiência, especificamente, no ramo de Revisão de Texto.

5 razões pelas quais você deve revisar o seu texto com profissional especializado

  1. A dissertação de Mestrado e Tese de Doutorado, diferentemente de outros gêneros textuais, que são mais popularmente conhecidos, contêm especificidades que devem ser levadas em consideração durante a Revisão de Texto. A atenção a essas especificidades, que dizem respeito à maneira pela qual o texto é desenvolvido, bem como envolve questões relativas ao desenvolvimento de pesquisa em si, não é, comumente, dada por aqueles que não têm experiência na pós-graduação, especialmente, em nível de Mestrado. A graduação não prepara estudantes, especialmente oriundos do curso de Letras, para desenvolverem pesquisa. Muitas vezes, o mestrado é o primeiro contato eficaz de formação de um pesquisador. Sem essa base consolidada, o olhar do Revisor de Texto torna-se limitado. Além disso, é importante, também, que o Revisor tenha experiência com revisão de dissertações de várias áreas, pois cada ciência tem os seus próprios paradigmas científicos, bem como segue orientações específicas para o desenvolvimento de textos acadêmicos.
  2. Evite encaminhar o seu texto para ser revisado por alunos de graduação ou por pessoas que não tenham formação, específica, na área de Letras. Desconfiem daqueles que propõem, apenas, algumas poucas alterações em seu texto ou que não trazem comentários relativos a estruturas que precisam ser reformuladas. Jornalistas dizem-se, muitas vezes, Revisores, Professores de história, mas não têm formação para isso. Da mesma maneira que um profissional na área de Letras não tem formação para atuar em áreas como jornalismo, o profissional de jornalismo não tem formação para atuar na área de Letras, como é o caso do ofício de Revisão. Ocorre que, em virtude de o curso de jornalismo ter maior prestígio social, os estudantes dessa área se empoderam desse fato para oferecer, indevidamente, esse serviço. Revisores de texto precisam de formação em linguística. Estudantes de Letras estudam semântica, sintaxe, morfologia, morfossintaxe, latim e várias outras disciplinas que são essenciais ao olhar do Revisor de Texto, estudantes/profissionais de jornalismo, ao contrário, não têm essa formação. Se eu acredito que nem o curso de Letras é suficiente para formar um Revisor, imagine em relação à formação de estudantes de jornalismo e história… cuidado!
  3. Muitos estudantes intitulam-se bons leitores e conhecedores da Língua Portuguesa. Ser um bom leitor não necessariamente torna alguém um bom Revisor de Texto. Um bom Revisor de Texto, além de ter formação específica na área de Letras e, também, na própria área de Revisão de Texto, precisa de ter anos de experiência nessa área, revisando diversos gêneros textuais. Os olhos de quem, simplesmente, lê não são os mesmos de quem Revisa e trabalha com Revisão de Texto. Inclusive, posso dizer por experiência própria, o meu olhar sobre qualquer texto, mesmo quando lanço um olhar curioso como “leitor”, não é o mesmo desde quando comecei a trabalhar na área de Revisão. Quando Reviso um texto, estou próximo do meu consciente.
  4. Muitos professores de escolas, além de conciliarem o ofício de Revisão com suas atividades em sala de aula, o que diminui, acredito, a qualidade do serviço, em virtude de estes, apenas, compreenderem este ofício como “um bico” e de não se dedicarem o tempo que deveriam para o ofício, não têm conhecimento suficiente sobre o texto acadêmico, especialmente em nível de mestrado. Não desmereço o trabalho de meus colegas, mas acredito que o fato de um Professor revisar textos de escola (muitas vezes sem nem serem pagos para tal, trabalhando sobre pressão) não constitui uma boa justificativa para que estes revisem textos acadêmicos, que necessitam de extrema atenção e cuidado.
  5. Desconfiem de profissionais que oferecem resultados absolutos, daqueles que não deixam claro a importância de o texto chegar às mãos do Revisor com certa qualidade, para que o serviço, de fato, seja eficaz e a publicação do material seja satisfatória. Se você, pesquisador/estudante, não desenvolveu uma boa dissertação/tese, não acredito que um terceiro, um Revisor de Texto, fará “milagres” em seu texto. O fato de o texto ter sido mal formulado por você limita bastante as contribuições que um revisor pode lançar ao seu trabalho acadêmico. Isso parece irracional, certo? Mas não. Não espere e não pense que o Revisor de Texto fará o seu trabalho, desconfie daqueles que afirmam ser possível trazer contribuições em nível de conteúdo. O papel do Revisor não é este. Ele pode até trazer um olhar mais acadêmico ao seu trabalho, em relação á organização do gênero textual em si, mas não deve, jamais, por exemplo, redigir por você. Revisores não são autores, eles trazem contribuições ao seu trabalho e estas dependem, obviamente, da qualidade em que o seu texto chega às mãos desses profissionais.

 

 

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A importância da Língua Portuguesa e suas implicações

A Importância da Língua Portuguesa e suas implicações
Saiba como o Português vem sendo imprescindível nas mais variadas áreas

A Língua Portuguesa é uma Língua rica e, talvez, uma das mais fascinantes entre as demais línguas latinas. Dominá-la, contudo, não constitui, apenas, uma questão de interesse, mas, principalmente, de emancipação do indivíduo, visto que o grau de conhecimento no idioma materno sempre foi um sinônimo de poder. Por isso, não é de se surpreender que os mais eloquentes, sempre, garantam certas vantagens em relação às diversas esferas sociais como em uma entrevista de emprego, no ambiente de trabalho e na família. A seguir, listamos alguns benefícios de saber utilizar a Língua Portuguesa em seus diversos contextos sociais!

O Português para o marketing pessoal

Cada vez mais o marketing pessoal mostra-se fator de destaque em um universo extremamente competitivo. Nesse contexto, o domínio da Língua Portuguesa pode ser uma maneira eficiente de passar uma imagem positiva diante de um entrevistador ou possível parceiro. Como não admirar um discurso inteligente? Quem aprende a apresentar ideias de forma concisa e clara, escolhendo palavras e estruturas que facilitem a comunicação, parece estar “na frente”. No entanto, é algo que exige prática e estudo. Logo, se você deseja que as empresas e colaboradores reconheçam o seu talento nas mais variadas áreas, uma boa ideia é começar a ampliar seus conhecimentos dessa língua-chave, o Português. Procurando ajuda? Acesse: https://preply.com/pt/skype/professores–portuguesa

O Português no mercado

Indiscutivelmente, o Brasil se tornou, ao longo das últimas décadas, uma das grandes potências mundiais. Em consequência disso, o uso do Português para o fechamento de negócios, divulgação da marca, além de palestras e workshops, é indispensável. Contudo, nenhuma empresa se sustenta sozinha. É necessária uma equipe de qualidade, eloquente e com um elevado poder de persuasão e convencimento. Dessa forma, quão melhor for a sua habilidade de aplicar seus conhecimentos de persuasão no dia a dia, falando e escrevendo sem medo, em Língua Portuguesa, maior serão suas chances de crescimento profissional.

Integração social

A língua é viva e, por isso, mesmo indivíduos da mesma cidade podem usá-las de maneira extremamente diferente. Comumente, essa variação aparece de acordo com o tipo de trabalho, status social, gênero e faixa etária. Isso quer dizer, por exemplo, que mulheres médicas podem se expressar, em seu contexto profissional, de maneira parecida entre si, mas de maneira diferente dos adolescentes, em contexto escolar. Por isso, saber utilizar a Língua Portuguesa do Brasil em seus diversos contextos não significa, somente, dominar a gramática, mas ter um leque de opções tão variado que permita ao indivíduo diminuir as barreiras linguísticas existentes em sua sociedade. Aquele que consegue adaptar seu discurso e se faz entender ganha amigos e se comunica de fato. Isso vale tanto para o ambiente laboral como, também, para a esfera pessoal, em relação ao convívio com os vizinhos, às interações com grupo religioso e família.

Sophia Parente

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